Bienal de Luanda 2023 – Pelos olhos dos jovens participantes

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

A transcrição do vídeo da UNESCO no YouTube

(Nota do editor: A 2023 Bienal de Luanda incluiu 790 participantes de toda a África, incluindo alguns jovens desde que a Bienal “defendeu o estabelecimento de parcerias entre líderes políticos e jovens, em projetos sociais e económicos sustentáveis, que possam beneficiar a sociedade como um todo.” Além dos listados abaixo, três jovens do Togo foram convidados. A Bienal anterior em 2021 incluiu 118 jovens de 49 países africanos e 14 países da diáspora.)

Olá, o meu nome é Mpule. Sou de Botsuana e fui selecionada, junto com 11 outros jovens da África, para participar da terceira edição do Bienal de Luanda. A cada dois anos, desde 2019, o Bienal reúne direitos de Estado, organizações internacionais, o setor privado, artistas, acadêmicos e jovens para aumentar o diálogo e forçar as ações coletivas pela paz na África. O evento durou três dias, com muitas discussões entre jovens e líderes políticos, fóruns temáticos e festividades culturais.

Palmira Cassova de Angola: A Bienal de Luanda, esta terceira edição, tem uma grande importância para nós, sobretudo como jovem, porque é um momento de aprendizado e é um momento em que, como jovens, podemos trocar aqui experiência com jovens de outros países, como Egito, Botsuana, Ghana, Moçambique, e acreditamos nós que isso vamos levar para a vida e poderemos contribuir com o que aprendemos aqui para a manutenção da paz em Angola e em África.

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Question for this article:

The Luanda Biennale: What is its contribution to a culture of peace in Africa?

60% dos africanos são menores de 25 anos e o Bienal colocou os jovens africanos no centro das discussões. Nós nos engajamos em diálogos com os presidentes dos estados e nos concentramos no papel vital que os jovens africanos fazem na educação, cultura, mudança climática e muitos mais.

Genila Hiel de Tanzania: O Bienal Luanda 2023 é uma plataforma muito importante para mim porque me deu a oportunidade de ter um diálogo intergeneracional com muito bons líderes africanos, de estar na mesma mesa, expressando minhas ideias em nome dos meus alunos jovens da África em geral. Mas o Bienal é, acima de tudo, uma ótima oportunidade para nós construir redes e fortalecer o nosso conhecimento para o nosso trabalho de volta para casa.

Olá, meu nome é Hakim, tenho 30 anos, sou algeriano. Também sou parte dos jovens selecionados para a Biennale. Fiquei honrado em poder elaborar soluções com nossos chefes de Estado para a juventude africana. Para mim, o empreendedorismo é a chave para reduzir as desigualdades e favorecer uma cultura de paz no continente. Justamente, durante a Biennale, abordamos a criação inclusiva como levante para a paz. Eu acredito fortemente nisso, porque justamente a permanência das empresas familiares e o apoio ao empreendedorismo podem valorizar o potencial da nossa juventude, para que todos encontrem sua propriedade em nossas sociedades. Nós também conversamos sobre o papel clave da educação e do ensinamento superior. Eu sou o primeiro de uma família de oito filhos a ir à universidade. Eu percebi a importância de me engajar em temas como a igualdade das chances, a educação e a justiça social. A educação é central para formar cidadãos africanos livres e esclarecidos.

Yasmein Abdelghany do Egito: A educação é uma educação que oferece a aprendiz com conhecimento, habilidades e competências para ser agentes ativos de mudança na sua comunidade. Ela tenta ensinar sobre tolerância, aceitação e diversidade. A educação é muito importante porque no coração das aspirações africanas, nossas aspirações africanas, é construir uma África integrada, pacífica e prosperosa. E isso não será alcançado sem educação, sem ensinar as nossas gerações futuras os valores da paz e da não-violência.

Mpule do Botswana: Eu sempre fui ativamente envolvida em promover o empoderamento das mulheres. Hoje, minha missão é aumentar a participação das mulheres nos processos de liderança e decisão. A Bienal destacou o papel das mulheres nos processos de paz, segurança e desenvolvimento. Nesta ocasião, tivemos a oportunidade de estressar o link crucial entre a participação política das mulheres e a paz e a segurança. As crianças são cruciales como catalistas para a construção de uma cultura de paz. Nosso presença foi sentida e nossas vozes foram escutadas. O espírito do Bienal de Luanda inspira uma nova geração de jovens africanos que paviam o caminho para uma África pacífica e próspera.

Junte-se ao Movimento Pan-Africano para uma Cultura de Paz.

Luanda. Capital da Paz em África. Junte-se ao movimento.

Nace el Foro Catalán por la Paz, un proceso participativo para crear la política pública de paz catalana

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo del Instituto Catalan Internacional para la Paz

Este miércoles 14 de febrero, en el marco de la II Jornada de la Paz celebrada en el Parlament de Catalunya, se ha presentado públicamente el Foro Catalán por la Paz, un proceso participativo de reflexión y debate que nace con un doble objetivo: crear una política pública de paz de Cataluña y reforzar las agendas y las capacidades de incidencia social y política de las organizaciones de fomento de la paz catalanas.


captura de pantalla de su sitio web

El Foro Catalán por la Paz es una iniciativa impulsada por el Govern de Catalunya, el Consejo Catalán de Fomento de la Paz, el ICIP y el tejido asociativo catalán de fomento de la paz. Surge, pues, de la colaboración social e institucional, y se desarrollará a lo largo de 2024 y 2025. El Foro constará de un proceso de participación ciudadana a partir de cinco ejes de debate: Cultura de paz; Seguridad y justicia; Conflictos armados; Retos globales; Mujeres, paz y seguridad.

Coincidiendo con la presentación pública, se ha inaugurado la web www.forumcatalapau.cat, a partir de la cual se fomentará la participación de la ciudadanía, entidades e instituciones comprometidas con los valores de la cultura de paz y la justicia social.

«Por una política pública de paz»

La presentación pública del Foro Catalán por la Paz se ha hecho durante la celebración de la II Jornada de la Paz del Parlament de Catalunya, coorganizada por la cámara catalana, el ICIP y Lafede.cat. Con el título “Por una política pública de paz”, la jornada ha reunido representantes de numerosas entidades de fomento de la paz y personas expertas en el campo de la investigación y el trabajo para la paz, así como representantes del Govern y de varios ayuntamientos e instituciones.

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Questions for this article:

The culture of peace at a regional level, Does it have advantages compared to a city level?

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En la inauguración de la jornada el vicepresidente del Consejo Catalán de Fomento de la Paz y director del ICIP, Kristian Herbolzheimer, ha emplazado las instituciones y entidades catalanas comprometida con los valores de la cultura de paz y la justicia social a sumarse al Foro Catalán por la Paz: “es el momento de abrir la reflexión sobre como entendemos una Cataluña en paz y sobre como podemos contribuir, desde Cataluña, a la paz en el mundo. Es momento de contarnos, encontrarnos y explicarnos entre todas las personas, colectivos e instituciones que compartimos los valores de la cultura de paz y que compartimos el compromiso para un mundo más justo y solidario”.

Por su parte, la presidenta de Lafede.cat, Arés Perceval, ha destacado que el Foro Catalán por la Paz debe permitir “diseñar una política pública de paz avalada por todos los grupos parlamentarios, una asignatura pendiente” y ha añadido que el proceso también “nos tiene que servir para fortalecer el movimiento para la paz y la noviolencia que lideramos desde la sociedad civil”.

La jornada ha sido inaugurada por la presidenta del Parlament de Catalunya, Anna Erra, quien ha destacado la tradición de fomento de la paz de Cataluña, un “país de paz” que “no ha dudado a abrazar los valores de la democracia y las libertades fundamentales”. En su intervención, Erra ha augurado que el Foro Catalán por la Paz ayudará a fortalecer la cultura de paz, a “convertirnos en una herramienta útil para la comunidad internacional”, y a “perfilar algunas respuestas a partir de la inteligencia colectiva del país”.

La jornada ha contado con dos mesas redondas: la primera se ha centrado en los retos y las oportunidades para la paz en el contexto de amenazas globales, y la segunda se ha dedicado a los cinco ejes de debate que guiarán el Foro Catalán por la Paz cuando se inicie el proceso participativo, en el mes de abril. Han participado Carme Colomina, investigadora del CIDOB; Luca Gervasoni, director de NOVACT; Maria Josep Parés, consultora; Jesús Vinyes, presidente del Consejo Escolar de Cataluña; Nora Miralles, presidenta del Centro Delàs; Albert Caramés, director de FundiPau; Jordi Armadans, periodista y politólogo; y Blanca Camps, investigadora de la Universidad Autónoma de Barcelona.

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Manifiesto por unos Medios de Comunicación de Paz en el Siglo XXI

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de Comunicacion y paz

El manifiesto que a continuación se presenta ha sido consensuado por el capítulo de España de la Unión Latina de Economía Política de la Comunicación, la Información y la Cultura (ULEPICC-España) y la Red de Investigación en Comunicación Comunitaria, Alternativa y Participativa (RICCAP). La iniciativa surge impulsada por las presentaciones y diálogos que se desarrollaron en el marco del VIII Congreso Internacional Comunicación y Paz de ULEPICC-España (Universidad Complutense de Madrid, marzo de 2023) y del II Congreso Internacional de Comunicación y Ciudadanía de RICCAP (Universidad de Extremadura, mayo de 2023).

Con él se urge a medios de comunicación y representantes políticos a cuidar los análisis y representaciones que se ofrecen de los conflictos, así como a dar pasos firmes para actualizar el sistema de medios y mejorar su papel en la prevención y resolución pacífica y justa de los conflictos. Asimismo, anima a la comunidad académica y a la ciudadanía a implicarse en los procesos de paz desde la corresponsabilidad y la participación.

A corto plazo, propone una guía de buenas prácticas periodísticas y comunicativas. Si bien la estructura, modelo de negocio y culturas periodísticas dominantes en los medios de comunicación suponen importantes obstáculos para su implementación, animamos a que la profesión  aproveche las oportunidades para avanzar hacia la Comunicación de Paz. A medio plazo, plantea la necesidad de llevar a cabo reformas estructurales que creen las condiciones necesarias para hacer efectiva la Comunicación de Paz de manera sistemática. El manifiesto incluye una agenda de prioridades para favorecer la democratización en el acceso y la producción de los contenidos, así como en la propiedad y la gobernanza de los medios y la comunicación. Para ello, es fundamental alcanzar acuerdos mediante la participación y la solidaridad entre todos los actores implicados en la transición hacia la paz y la justicia social y ambiental. La mejora del sistema de comunicación, junto a la transformación de las estructuras ecosociales y geoestratégicas, redundará no solo en poner frenos a la barbarie organizada de la guerra, sino en el buen convivir de la ciudadanía, la mejora de la autonomía y las condiciones laborales del conjunto de profesionales de la comunicación y el aumento de la credibilidad del periodismo.

El Manifiesto de #ComunicaciónyPaz es un documento vivo, por lo que te animamos enviar tus sugerencias para fortalecerlo a comunicacionypaz@ulepicc.org. Todas las personas, medios, asociaciones y grupos de investigación que compartan sus principios y propuestas están invitadas a firmarlo

MANIFIESTO

Por una Comunicación de Paz que favorezca la justa transformación de los conflictos y ayude a detener las guerras, a reconstruir las relaciones desde la reconciliación y a crear estructuras sociales y geoestratégicas más igualitarias.
Por una justicia comunicativa que impulse la justicia social y medioambiental mediante la participación colectiva y democrática.
Por la mejora de la calidad del periodismo, de la comunicación y por la radicalización de la democracia.
Frente a las coberturas mediáticas que marginan las causas, los contextos y las soluciones, reproduciendo el conflicto y la violencia estructural.

Frente a los medios que no actúan como contrapoder sino como cómplices del complejo militar-industrial al servicio de las estructuras de poder dominantes.

Frente a la aparición o prolongación de conflictos bélicos que se nos presentan como irresolubles…
Este Manifiesto urge a medios de comunicación y a responsables mediáticos y políticos a:

1. Procurar un diagnóstico profundo y contextualizado de los matices, las raíces, los resultados y las responsabilidades de cualquier conflicto, retratando la complejidad de los problemas ecosociales desde sus elementos estructurales.

2. Impulsar enfoques que incluyan las voces de quienes sufren las consecuencias de los conflictos y que prioricen a los agentes promotores de la transformación y el diálogo.

3. Apoyar las salidas sociales, negociadas y diplomáticas para la resolución de cualquier conflicto, ofreciendo ejemplos y evidencias prácticas que han resultado exitosas en el pasado.

4. Realizar un trabajo periodístico preventivo, lento y contextualizado que contribuya a la distensión de los conflictos y priorice las perspectivas de paz, antes, durante y después del estallido de la violencia.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Questions for this article:

How can we develop the institutional framework for a culture of peace?

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5. Prevenir la representación negativa y estereotipada de los grupos sociales históricamente marginalizados, trazando una línea roja para evitar coberturas periodísticas abocadas al odio o la discriminación.

6. Fomentar una comunicación comunitaria y de proximidad para entender las raíces globales de los problemas locales.

7. Defender y promocionar la consecución de los derechos humanos (y otros derechos emergentes) como criterio de noticiabilidad, evitando discursos legitimadores de los conflictos, así como la falsa objetividad y la falsa equidistancia.

8. Proporcionar vías para que la ciudadanía y sus organizaciones accedan, participen, o se apropien del sistema de medios de cara a representar sus culturas, derechos, intereses y soluciones de paz y diálogo.

9. Procurar encuentros entre periodistas, universidades y tercer sector para favorecer el diálogo social y compartir conocimientos sobre los conflictos y las prácticas de paz.

10. Transformar el marco de seguridad individual desde el discurso belicista por uno de seguridad positiva y compartida, basado en narrativas restaurativas y valores de participación, igualdad, codependencia y justicia ecosocial.

Consideramos que todas estas son prácticas que los medios pueden empezar a aplicar, en mayor o menor medida, mediante la puesta en marcha de protocolos para identificar sesgos ideológicos y carencias, así como de guías de buenas prácticas que orienten los procesos de producción de contenidos hacia el periodismo y la Comunicación de Paz.

Sin embargo, la producción sistemática de Comunicación de Paz también requiere de reformas estructurales profundas que generen condiciones que permitan a la profesión periodística ser libre de los intereses económicos e ideológicos de los conflictos y las violencias. La historia y el análisis crítico de las coberturas y tratamientos actuales muestran que los grandes medios y empresas tecnológicas tienden a promover las narrativas dominantes sobre el conflicto y la guerra, lo que contribuye a la propaganda interesada de sólo una de las partes y evita las posiciones críticas favorables a su prevención y resolución. Con la popularización de las redes tecnológicas se ha producido una expansión de las noticias falsas y los discursos de odio que, azuzados por la ultraderecha y los negacionismos (científico, climático, de género, etc.), cargan contra los sectores más desfavorecidos y promueven posiciones extremas de confrontación y polarización social y afectiva.

Más allá de la violencia directa, existen desigualdades estructurales, culturales y simbólicas más invisibles, que resultan tan amenazantes como la primera y que muchas veces son desatendidas a favor del actual modelo económico de los medios. La dataficación de la experiencia social y la vigilancia masiva mediante big data son fenómenos fundamentales de violencia que, basados en su opacidad, son capaces de influir decididamente en las conductas sociales de acuerdo con los intereses económicos y políticos dominantes. Asimismo, la lógica empresarial de la maximización del beneficio ha llevado a la proliferación del clickbait en los medios privados como modelo de consumo y negocio. Estos fenómenos, centrales en los sistemas de medios actuales, se oponen a la justicia de datos, la transparencia empresarial, la privacidad de los usuarios, la integridad, la ética profesional y las prácticas mediáticas de un auténtico servicio público independiente. La más reciente amenaza proviene del uso acrítico de la inteligencia artificial en el periodismo, en casos como la redacción íntegra de las noticias sin contrastación de fuentes o sesgos de clase, género, cultura o etnia.

Para existir, la paz no solo requiere la ausencia de violencia física, sino también la promoción de ideales de justicia social, económica y medioambiental que contribuyan a erradicar las violencias estructurales. En la coyuntura actual, y alimentadas sobremanera por los conflictos y sus intereses económicos, ideológicos y culturales, se está revelando la enorme amenaza que suponen problemas históricos como las desigualdades de clase, etnia y género, las crisis económicas cronificadas y la emergencia climática.
En este contexto, es igualmente necesario analizar, criticar y mejorar tanto el uso y acceso como el propio impacto de los dispositivos tecnológicos que otorgan soporte material a las comunicaciones en las diferentes fases del sistema económico lineal contemporáneo: extracción, producción, distribución, consumo y generación de residuos. Sin una educación mediática y una concienciación ambiental que favorezcan estructuras y prácticas para un acceso más justo, igualitario y ecosostenible a las tecnologías no será posible fomentar la eliminación de las violencias y los conflictos. En este sentido, es absolutamente necesario abrir una conversación social sobre la actual relación dañina entre tecnología, paz y sostenibilidad medioambiental para pensar alternativas viables.

Asimismo, a partir del análisis crítico del sistema mediático dominante, es imprescindible pensar e implementar políticas públicas que impulsen reformas estructurales que faciliten la democratización en el acceso, la producción, la propiedad y la gobernanza de los medios de comunicación. Ello redundará en beneficio del conjunto de profesionales de la comunicación, su autonomía, condiciones laborales y motivación. Más tiempo, seguridad, incentivos y libertad para informar y comunicar favorecerán el buen hacer periodístico y las prácticas comunicativas que contribuyan a visibilizar las iniciativas de paz y la justicia ecosocial.

Fenómenos impulsados autoritariamente como la guerra, la desigualdad y la polarización, por un lado, y la paz, la diversidad y la construcción de los comunes, por otro, son extremos en una disputa actualmente en curso en la que diferentes intereses se contraponen con una correlación de fuerzas profundamente asimétrica. Solo juntándonos y generando espacios de reflexión, empoderamiento y acción colectivas seremos capaces de inclinar la balanza a favor de la profundización democrática en una sociedad de personas libres e iguales.

En el afán de contribuir a dichos procesos, hoy, como ayer, reflexionamos, compartimos y gritamos el “No a la guerra” y a la agudización de los conflictos. Por eso, ofrecemos nuestra colaboración a los movimientos comprometidos con la paz y la justicia ecosocial. Necesitamos una democracia real, para no tener que gritar

NUNCA MÁS

Boletín español: el 1 de febrero de 2024

. ARTISTAS POR LA PAZ . .

La lucha continúa para poner fin a los ataques genocidas de Israel contra el pueblo de Gaza. En respuesta a la denuncia presentada por Sudáfrica, la Corte Internacional de Justicia ordenó a Israel que se abstuviera de cometer actos genocidas. Aunque no existe un mecanismo para aplicar la ley, la decisión fortalece el creciente movimiento global que exige un alto el fuego.

Personas de todo el mundo continúan manifestándose en solidaridad con Palestina. El 13 de enero, las protestas reunieron a casi medio millón de personas en Washington DC y Londres, y hubo otras manifestaciones en París, Berlín, Roma, Johannesburgo, Abuja, Tokio, Islamabad, Yakarta, Kuala Lumpur, Milán, Dublín, Basilea, Ámsterdam, Oslo, Uppsala y Túnez.

Los artistas juegan un papel importante. Se han movilizado en el Reino Unido, Estados Unidos, Sudáfrica, Francia, Qatar, Dubai, Malasia, Canadá, India e incluso en el propio Israel. Organizaron eventos solidarios como murales, exposiciones de pintura, esculturas de arena y lecturas de monólogos de jóvenes de Gaza. Miles de artistas han firmado declaraciones, como Músicos por Palestina, Artistas por Palestina Reino Unido, #MusicForACeasefire, Artists4Ceasefire y el Memorando de Paz de los Artistas en Malasia. También han liderado eventos, como la Marcha por la Paz en París.

Las cantantes Mira Awad y Noa, dos israelíes, una árabe y otra judía, cantan por la paz entre Israel y Palestina. En diciembre participaron en un concierto de la Filarmónica de Berlín.

150 artistas, cantantes, bailarines y actores subieron al escenario de la Ópera Boualem Bessaih de Argel el 20 de enero, para una gala solidaria destinada a recaudar fondos para Palestina. Se vendieron todas las entradas y el evento fue retransmitido por televisión.

Un artículo especial del CPNN está dedicado al joven artista palestino Amal Abu al-Sabah, quien crea murales sobre los escombros de edificios destruidos, “para enviar un fuerte mensaje de que permaneceremos en nuestra tierra y nunca la abandonaremos”.

En respuesta a los intentos del gobierno alemán de prohibir las manifestaciones en apoyo de Palestina, cientos de artistas y trabajadores culturales de todo el mundo han firmado una petición pidiendo un boicot a las instituciones culturales alemanas.

Los artistas también se están movilizando por otras iniciativas de paz y justicia.

En Estados Unidos, el apoyo al movimiento Black Lives Matter se manifiesta en los principales escenarios de danza. “Oda” del coreógrafo Jamar Roberts, una danza oscura y sensual creada por primera vez en 2019 en respuesta a la violencia armada, fue recreada para el 65 aniversario del Alvin Ailey American Dance Theatre en diciembre. En mayo pasado, “Tabernacle” de Chanel Da Silva se estrenó en el Dallas Black Dance Theatre, fusionando afrofuturismo, hip hop y danza africana en respuesta directa a Black Lives Matter. Y el otoño pasado, “Never Twenty One”, del coreógrafo franco-maliense Smaïl Kanouté, debutó en Nueva York y su título tomó prestado de un eslogan de Black Lives Matter.

En Colombia, 45 cantantes, poetas, bailarines y músicos respondieron al llamado de la Oficina del Alto Comisionado para la Paz y crearon un álbum musical para enviar un mensaje contra la violencia: “Ya basta”. El álbum contiene una mezcla de ritmos afrocolombianos, canciones regulares y rap.

En Turquía, cientos de artistas han pedido negociaciones para una solución pacífica a la cuestión kurda. La declaración “Seamos una voz por la paz” está firmada por 564 personalidades, entre ellas eminentes músicos, escritores, directores, actrices, fotógrafos y pintores. Incluye la siguiente declaración: “Nosotros, la gente del arte y la literatura, no nos quedaremos de brazos cruzados viendo cómo Turquía pierde otro siglo, propondremos tejer juntos un futuro en el que todas las identidades étnicas, religiosas y culturales vivirán libremente y no ser oprimidos o sometidos a violencias”.

En Francia, 121 personalidades del mundo cultural e intelectual firmaron un llamamiento en apoyo de la declaración turca, entre ellos Annie Ernaux y Edgar Morin, y el colectivo “Voice for Peace in Kurdistan” organizó una conferencia de solidaridad en Marsella el 13 de enero.

En Cuba, instituciones culturales como el Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográfica, la Casa de las Américas, la Casa del Festival de Cine, la Fundación del Nuevo Cine Latinoamericano, la Escuela Internacional de Cine, la Fundación Ludwig de Cuba, el Ballet Nacional de Cuba, la Asociación Hermanos Saiz y la Unión de Escritores y Artistas de Cuba emitieron un comunicado de apoyo a los artistas argentinos ante los ataques de Javier Milei a las instituciones culturales de ese país.

En Argelia, el Festival Nacional del Graffiti otorgó el primer premio al artista Fethi Mjahed por sus murales que crean conciencia ciudadana y difunden la cultura de la paz.

En la Ciudad de México se exhibe el trabajo de 12 artistas para promover la paz en los barrios de su ciudad. Los creadores buscan desafiar los prejuicios sobre los lugares que habitan. Por ejemplo, los retratos realizados por Esteban Viveros a los habitantes del barrio de Guerrero; los paisajes de Jessica Islas, quien denuncia la quema de los bosques de Xochimilco; y el trabajo colectivo de Atardecer Dwsk que demuestra que el arte cura el corazón de quienes sienten soledad y depresión.

Con respecto a la guerra en Ucrania, los lectores de CPNN recordarán que muchos artistas rusos, incluidos escritores y poetas, músicos y trabajadores de la ¡ industria musical, celebridades de televisión, presentadores y gente de entretenimiento, actores y actrices, cineastas, comediantes y artistas de stand-up, cantantes de ópera, modelos, bailarines de ballet, directores de orquesta y directores de teatro son parte de quienes se atrevieron a oponerse a la guerra el año pasado. Quizás la más famosa sea Alla Pugacheva, la cantante pop más querida de Rusia.
 

En su intervención en el encuentro de artistas turcos, Feyyaz Yaman de Karşı Sanat (Contraarte) expresó la urgente tarea que enfrentan los artistas hoy en día. “El ambiente de silencio que vivimos hoy en todo el mundo nos empuja a exigir nuestros derechos. Si el arte debe hablar un lenguaje crítico, primero debe tejer los derechos y la convivencia de los pueblos. Invitamos a los artistas a unirnos contra quienes siguen imponiendo un proceso de exterminio y exigimos esta necesidad. Tenemos que hacer algo al respecto, debemos crear un diálogo real. Debemos unirnos y defendernos de las injusticias que hemos sufrido en este entorno de diferencias en nuestro terreno común de justicia. Como creyentes en el poder del arte, invitamos a todos a restaurar esta paz.”
 

TOLERANCIA Y SOLIDARIDAD



Gala of solidarity with the Palestinians at the Algiers Opera

DERECHOS HUMANOS



BDS Movement: Act Now Against These Companies Profiting from the Genocide of the Palestinian People

DESAROLLO SUSTENTABLE



Wealth of five richest men doubles since 2020 as five billion people made poorer in “decade of division,” says Oxfam

LIBERTAD DE INFORMACIÓN



Rallies held worldwide as Israeli genocide in Gaza enters 100th day

  

IGUALDAD HOMBRES/MUJERES



The women leading the fight for peace in Palestine: Women in Black

 

EDUCACIÓN PARA PAZ



Las artistas Mira Awad y Noa: voces para la paz en el conflicto palestino-israelí

DESARME Y SEGURIDAD



Wives of Russian soldiers descend on Putin campaign office to demand demobilisation

PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA



Oaxaca, México: Promueve Sego Cultura de Paz como Política Pública en Nuevas Autoridades Municipales

México: Ofrecen artes por la paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Azaneth Cruz en El Heraldo de México

“Grietas y fisuras. Donde se asoma la paz” exhibe la obra de 12 artistas de diferentes barrios de la capital y del Estado de México y reflexiona sobre la violencia

Para el artista Carlos Amorales, el barrio “más que sinónimo de violencia es sinónimo de comunidad”, motivo que lo llevó a sumarse a la mentoría de los artistas que participaron en la exposición colectiva Grietas y fisuras.


Créditos: Fotos: Especial

Donde se asoma la paz, una muestra que permanece hasta junio de este año y que forma parte de los Laboratorios de Paz (proyecto creado en 2021 que busca contribuir al desarrollo cultural, la construcción de paz y la transformación social en territorios afectados por la inseguridad y la violencia a través del arte), del Centro Cultural Universitario (CCU) Tlatelolco.

De los retratos realizados por Esteban Viveros a las personas que habitan en la colonia Guerrero; a los paisajes de Jessica Islas, que denuncia la quema de los bosques en Xochimilco; y la obra colectiva de Atardecer Dwsk que demuestra que el arte sana el corazón de aquellos que sienten soledad y depresión, los creadores buscan cuestionar los prejuicios sobre los lugares que habitan.

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Question for this article:

Do the arts create a basis for the culture of peace?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

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“Hemos hablado mucho de la violencia.

Llevamos 15 años hablando de ella, documentándola y viviéndola cada vez más cercana, sin embargo, poco se propone para internar la paz, por ese motivo instauramos diferentes proyectos que se realizan en los laboratorios, muestra de ello, es esta exposición, en la que 12 artistas comparten y defienden lo que para ellos significa el barrio”, explicó Paola Zavala, directora de vinculación del CCUTlatelolco.

Y agregó que la muestra: “es una invitación a la contracultura de las series de narcotráfico, a las series, las actividades que incitan a la violencia y a la cosificación de las mujeres, para vincular a los jóvenes a otros roles de éxito que nos ayuden a la construcción de comunidades de paz, considerando al arte como un espacio de encuentro, de reflexión, de resistencia y de propuesta”.

La exposición cuenta con la mentoría de la historiadora Alesha Mercado, la actriz y defensora de los derechos humanos Minerva Valenzuela, el coleccionista y arquitecto Roberto Shimizu, el curador Cuauhtémoc Medina y los artistas Eduardo Abaroa y Carlos Amorales.

ELEMENTOS

Participan artistas de Xochimilco, La Merced, Iztapalapa, la Magdalena Contreras y Chimalhuacán.

En 2021 se crearon los Laboratorios de Paz del CCU Tlatelolco.

12 artistas participan.

5 meses dura la exposición.

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Declaración de entidades de la Cultura de Cuba en apoyo a artistas de Argentina ante las medidas de Javier Milei

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Cuba Information

Distintas instituciones culturales de Cuba expresaron su preocupación sobre el intento del gobierno argentino de “desconocer y mutilar la rica vida cultural”  e instaron a “volver sobre la urgencia de comprender que el arte y la cultura son una poderosa herramienta para reconstruir la memoria del continente, para su espiritualidad y el reconocimiento de su diversidad, para ofrecer una mirada “otra” de la realidad histórico-social, descolonizar el saber y frenar el saqueo de nuestro patrimonio y la agresión a nuestras identidades”. 

La declaración fue promovida por el Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos, la Casa de las Américas, la Casa del Festival de Cine, la Fundación del Nuevo Cine Latinoamericano, la Escuela Internacional de Cine, la Fundación Ludwig de Cuba, el Ballet Nacional de Cuba, la Asociación Hermanos Saiz y la Unión de Escritores y Artistas de Cuba. 

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Question for this article:

Do the arts create a basis for the culture of peace?

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“Muchos son los desafíos a los que tendrán que hacer frente los artistas ante la pretensión de recortar el apoyo a la creación y desestimar su rol como garante de la esencia nacional. La compleja realidad que vive Argentina y los continuos mensajes que nos llegan de intelectuales y artistas acerca del peligro a que se enfrenta la cultura de ese país bajo el gobierno de Javier Milei, nos convocan a expresar nuestra solidaridad y más sincero apoyo a quienes luchan por defender los logros alcanzados por esa nación, cuya producción creativa es de gran relevancia, no solo por su reconocida calidad, sino por su impacto positivo en la región latinoamericana y caribeña”, señalaron. 

Las instituciones cubanas vinculadas a distintas ramas artísticas manifestaron que “la cultura es uno de los centros más conflictivos dentro de la realidad política argentina. Intelectuales y artistas de todas las manifestaciones, entre los que destacan los cineastas y artistas escénicos, se enfrentan a un escenario en el que su desempeño podría verse dramáticamente afectado y, como consecuencia, se lastraría la reconstrucción de la memoria colectiva e identidad nacionales y regionales. La cultura y la cinematografía argentinas tienen un lugar prominente en el continente. Se trata de una obra que debe defenderse, pues es un espacio donde se recombinan formas de actuar, pensar el pasado e imaginar el futuro, a la vez que escenario de construcción colectiva de universos simbólicos, prácticas sociales y agendas políticas. La cultura ofrece mayores posibilidades de elección y libertad”.

(Nota: El texto íntegro de la declaración se encuentra disponible en el sitio web. La declaración aún está abierta a firmas a través de prensa@icaic.cu.)

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Colombia: Artistas víctimas del conflicto unieron sus voces para pedir paz en sus regiones

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Noticias RCN

Más de 45 artistas que son víctimas del conflicto unieron sus voces para pedir una vez más paz en sus regiones. Cantantes, poetas, bailarines y músicos atendieron el llamado de la Oficina del Alto Comisionado para la Paz y crearon un disco de diversos géneros, que tiene como propósito enviar un “basta ya” a los violentos, sobre todo en esta época de fin de año.


(click en la imagen y ve al video)

En la pieza musical los ritmos afrocolombianos, los cantos del llano y el rap se mezclan. Este símbolo es un grito de esperanza y de fe que sirve de puente entre la juventud y quienes empuñan las armas. Noticias RCN conversó con varios de sus creadores sobre su intención al participar en la iniciativa.

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Question for this article:

Do the arts create a basis for the culture of peace?

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“La idea es que, en lugar de empuñar un arma, o algo así, puedan coger el instrumento para tocar la música de nuestros ancestros”, dijo Michelle Valverde, integrante de “Juventud ancestral”.

La música como un elemento que transmite paz 

Por su parte, Adriana Botero, asesora de la Oficina del Alto Comisionado de Paz, aseguró que se trataba de un ejercicio que utilizaba el arte para resistir a los embates.

“El rap funcionó para nosotras como una herramienta de transformación social. Es ese puente que nos permite comunicarnos con todas nuestras sociedades”, agregó Denise Cáceres, integrante de ‘Motilonas rap’

La iniciativa busca crear conciencia en la necesidad de desarrollar procesos constructivos donde todas las voces sean escuchadas. En ella se entiende la música como un elemento que transmite, y en esta ocasión, el mensaje es la paz y reconciliación.

“Sin duda la música es un elemento que comunica, en este caso, paz y reconciliación. Le decimos al mundo entero que a través del arte podemos construir sociedad”, concluyó Edwin Eregua, cantante de música llanera.

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Las artistas Mira Awad y Noa: voces para la paz en el conflicto palestino-israelí

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de enPositivo

En medio del caos y la tragedia que ha marcado el conflicto entre Israel y Gaza, las voces de la cantante israelí Noa (Ahinoam Nini) y la cantante árabe-israelí Mira Awad se destacan como llamamientos apasionados a la paz y la coexistencia. Representando una rara alianza entre dos culturas aparentemente opuestas, estas artistas han compartido escenario y mensajes de esperanza a lo largo de los años, buscando un camino alternativo al sufrimiento y la destrucción perpetuos.

En un mundo marcado por la tragedia y la desconfianza, estas dos voces excepcionales representan faros de esperanza, recordándonos que, incluso en medio del conflicto, hay espacio para el diálogo, la comprensión y, sobre todo, la posibilidad de un futuro más pacífico.

Esta semana (20 de diciembre) Noa junto a Mira Awad se unen de nuevo en un concierto con la Filarmónica de Berlín, cuyos fondos irán al foro israelí que representa a los familiares de los rehenes en Gaza y a dos organizaciones de mujeres por la paz, una israelí y otra palestina. 

La talentosa cantante israelí Noa, conocida por representar a Israel en Eurovisión en 2009 en un dúo por la paz con Mira Awad, ha expresado de manera contundente su rechazo a la guerra y su firme apoyo a la solución de dos Estados. En una reciente entrevista, Noa comentó sobre los devastadores eventos del 7 de octubre y los subsiguientes bombardeos en Gaza, reforzando su convicción en la necesidad urgente de poner fin al conflicto en Oriente Próximo.

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Question for this article:


Do the arts create a basis for the culture of peace?

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“No apoyo el culto a la muerte. Tenemos que hacer todo lo posible para salvar y proteger la vida humana, ya sea judía, israelí, palestina… toda vida humana”, enfatizó Noa. Su posición a favor de una solución diplomática respaldada por una intervención internacional es clara: “Quiero intervención internacional mañana”.

Además, Noa aboga por la liberación de todos los rehenes israelíes y palestinos como parte de un posible plan para detener la violencia. Al destacar la tragedia que se desarrolla en Gaza, hace un llamado a la empatía y a comprender el sufrimiento en ambos lados del conflicto.

Por su parte Mira Awad, la primera árabe en representar a Israel en Eurovisión junto a Noa, ofrece una visión única como artista y activista.

Desde su hogar en Londres, Awad reflexiona sobre los horrores del 7 de octubre y la posterior escalada de violencia en Gaza. “La alternativa a la paz es el infierno que vemos ahora”, afirma con contundencia.

Awad destaca el dolor que atraviesan los habitantes de Gaza y expone la complejidad del conflicto, subrayando su compromiso con la paz y el reconocimiento de los derechos palestinos. Aunque reconoce las dificultades de dialogar en medio del trauma, aboga por la comprensión y el reconocimiento mutuo.

Ambas artistas, a pesar de sus diferencias, comparten una visión común: la importancia de trabajar incansablemente por la paz.

La solución de dos Estados, el respeto mutuo y el fin de la violencia siguen siendo los pilares fundamentales de su mensaje conjunto: “Tiene que haber otra manera”.

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Oaxaca, México: Promueve Sego Cultura de Paz como Política Pública en Nuevas Autoridades Municipales

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo del Gobierno del Estado de Oaxaca

En el marco de las Jornadas de Capacitación para Autoridades Municipales electas por Sistemas Normativos Indígenas 2024, la Secretaría de Gobierno (Sego) presentó el Programa de Paz con Justicia y Bienestar para el Pueblo de Oaxaca.

En este sentido, la directora de Cultura de Paz de la Sego, Leticia Cruz López, informó que en las jornadas realizadas este 8 y 9 de enero en la capital oaxaqueña, se convocó a las autoridades municipales a desarrollar acciones para la implementación de políticas y programas de fomento de la paz.

En este sentido, la directora de Cultura de Paz de la Sego, Leticia Cruz López, informó que en las jornadas realizadas este 8 y 9 de enero en la capital oaxaqueña, se convocó a las autoridades municipales a desarrollar acciones para la implementación de políticas y programas de fomento de la paz.

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Questions for this article:

The culture of peace at a regional level, Does it have advantages compared to a city level?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

De esta manera se pretende contribuir, desde lo local, a la transformación positiva de los conflictos sociales y agrarios en beneficio de niñas, niños, jóvenes, mujeres y hombres de Oaxaca.

Agradecemos a las nuevas autoridades municipales electas por aceptar la implementación de una cultura de paz con enfoque intercultural, ya que los municipios son una pieza clave para incidir en el fortalecimiento o restablecimiento del tejido comunitario, afirmó.

Estas capacitaciones están enmarcadas en el proceso de acreditación que realiza la Subsecretaría de Fortalecimiento Municipal de la Sego a las autoridades que asumieron su encargo el 1 de enero de este año.

La funcionaria estatal destacó que las autoridades municipales muestran su interés para formar parte de la Red de Municipios como Agentes de Paz Social, así como trabajar con sus cabildos con herramientas para establecer diálogos comunitarios, espacios de mediación y conciliación en sus pueblos y construir procesos de solución frente a los conflictos.

Con estas acciones el Gobierno del Estado y los municipios suman esfuerzos para que Oaxaca se transforme desde el respeto, la diversidad, la igualdad y la justicia, se fortalezcan los entornos comunitarios, privilegiados por la paz y donde las diferencias se trabajen de manera constructiva.

Algunas de las autoridades municipales que se sumaron a la Red de Municipios Constructores de Paz Social son: Mariscala de Juárez, Santa María Yalina, Santo Domingo Albarradas, San Melchor Betaza, San Juan Cotzocón, Santiago Camotlán, San Pedro y San Pablo Ayutla, San Miguel del Río e Ixtlán de Juárez, entre otras.

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Boletín español: el 1 de enero de 2024

. BUENAS NOTICIAS DESDE AMÉRICA LATINA .

Continúan los esfuerzos para poner fin al genocidio israelí en Gaza. La Asamblea General de las Naciones Unidas votó con 153 a favor, 10 en contra y 23 abstenciones para exigir un alto el fuego. Se pidió al secretario general de la ONU que sometiera el alto el fuego a votación mediante un referéndum mundial.

Mientras Europa y Oriente Medio, con el apoyo de Estados Unidos, siguen destruyéndose con la guerra y la cultura de guerra, no sólo en Gaza sino también en Ucrania, llegan buenas noticias de otra parte del mundo. En América Latina, los pueblos de Colombia, México, Brasil y Argentina continúan cultivando una cultura de paz. Esto confirma la tendencia de que América Latina sea líder mundial en el desarrollo de una cultura de paz. A lo largo de los años, CPNN ha publicado más artículos de esta región que cualquier otra, siendo África la segunda.

Colombia está desarrollando una estrategia de turismo para el desarrollo sostenible y la paz, que incluye territorios para el turismo de paz, el desarrollo económico local, la promoción turística cuidada y la construcción de una cultura de paz en torno al turismo.

En Colombia, la ciudad de Medellín celebra sus días más pacíficos de los últimos 40 años, gracias al trabajo de la Secretaría de la No Violencia creada en 2020. El trabajo incluye atención a víctimas del conflicto armado:
– con oportunidades y capacitación para los firmantes de la paz,
– con medidas para prevenir la participación de adolescentes y jóvenes en el crimen organizado,
– con formación en una cultura de paz para niños y niñas,
– y con la implementación de acciones de reparación entre las víctimas, la comunidad y los responsables.

Del 24 de noviembre al 8 de diciembre se llevó a cabo en Colombia el Festival Cine de la Paz, con la proyección de más de 30 piezas cinematográficas, entre largometrajes y cortometrajes, que cuentan la historia de la nueva Colombia nacida tras la firma del Acuerdo de Paz en 2016. La programación del festival incluye espacios públicos de formación, foros, talleres, diálogos y proyecciones en torno a la memoria y la paz.

A estos esfuerzos, se suma la propuesta de la Alianza Global para Infraestructuras y Ministerios de Paz – capítulo América Latina y el Caribe, expuesta en noviembre a los miembros del Senado y la Cámara de Representantes en Bogotá, para crear un Ministerio de Paz que coordine las acciones de construcción y cultura de paz a lo largo del país en colaboración con los ministerios encargados de la salud, educación, medioambiente, cultura y seguridad.

En México, se llevó a cabo el VI Foro Global sobre Cultura de Paz en la Universidad de Guadalajara, que incluyó la conferencia magistral “Estudios de Paz en América Latina”, el panel “Construcción de ciudadanía y promoción de la cultura de paz”, y mesas de conferencias internacionales sobre “Educación, Conciencia y Paz”, “Políticas Públicas de Paz” y “Seguridad, Justicia y Paz”.

También en México, el programa Multiplicadores de Paz ha impactado a más de 19.000 jóvenes en el estado de Guanajuato. El programa utiliza la metodología “Humanízate”, que consiste en diversas actividades que involucran la participación de la comunidad juvenil en conversatorios, capacitaciones, charlas, juegos y encuentros virtuales. En esta estrategia pueden participar jóvenes entre 17 y 30 años que pretendan generar un cambio positivo en sus vidas y su entorno para construir una cultura de paz.

El Seminario Permanente de Ciencias Sociales en la Universidad Nacional Autónoma de México, estuvo dedicado este año a la reconstrucción del tejido social y la cultura de paz. Durante 18 sesiones se analizaron metodologías, se compartieron experiencias de intervenciones comunitarias y territoriales y se abordaron enfoques teóricos para
brindar elementos para la comprensión y pertinencia de la reconstrucción del tejido social y la cultura de paz.

En la Universidad Autónoma Metropolitana, Ciudad de México, la recientemente creada Red de Investigación sobre Cultura de Paz, Justicia e Instituciones Sólidas llevó a cabo diversas acciones a lo largo del año para comprender metodologías y proponer acciones de construcción de paz en el país. En septiembre de 2023, esta Red realizó las Primeras Jornadas por la Paz con conferencias y talleres en torno a educación para la paz, meditación y estrategias para construir la paz en América Latina.

En la asamblea de la Asociación Nacional de Universidades e Instituciones de Educación Superior, 113 rectores de universidades e instituciones públicas y privadas de México se comprometieron a una estrategia conjunta para la construcción de una cultura de paz. Este compromiso se realiza en el marco de la nueva Ley General de Educación Superior que hace obligatoria una educación universitaria para “La cultura de la paz y la resolución pacífica de los conflictos, así́ como la promoción del valor de la igualdad, la justicia, la solidaridad, la cultura de la legalidad y el respeto a los derechos humanos”.

El trabajo conjunto entre Colombia y México también se ha observado a lo largo de este año. José Luis Calderón e Irene Álvarez, funcionarios de la Secretaría de Gobernación, México, editaron el libro “Cultura de derechos humanos para un futuro de paz. Experiencias en México y Colombia“, publicado por el Fondo de Cultura Económica. Este libro se propone como referente para futuras colaboraciones binacionales para la construcción de paz en América Latina.

En Brasil, el Ministerio de Educación organizó el Segundo Diálogo sobre Justicia Restaurativa en las Escuelas. Este es el primer paso en la implementación de un convenio de cooperación técnica para la implementación del proyecto “Justicia Restaurativa en las Escuelas” firmado por el Ministerio y el Consejo Nacional de Justicia. El objetivo es promover una cultura de paz y no violencia en las escuelas, utilizando prácticas que involucren el diálogo, la rendición de cuentas y la reparación de los daños causados por los conflictos. Brasil ha sido durante mucho tiempo un líder en el desarrollo de la justicia restaurativa.

En Argentina, a pesar de los recientes resultados electorales, continúa el progreso hacia una cultura de paz. El pasado 6 de diciembre se realizó en la ciudad de Salta un encuentro internacional sobre métodos participativos de resolución de conflictos “Derechos Humanos, Democracia y Cultura de Paz” con más de 400 mediadores de diferentes organizaciones del nivel federal. Durante la conferencia se organizaron paneles con expertos que trabajan en varios ejes temáticos relacionados con los métodos participativos de resolución de conflictos en toda Argentina.

El número actual de la revista CoPaLa-Construyendo Paz Latinoamericana, se dedica a la Declaración para la Transición hacia una Cultura de Paz en el siglo XXI, mediante reflexiones y experiencias de construcción de paz en varios países de la región que incluyen a Argentina, Chile, Colombia, México y Puerto Rico. El número es gratuito y abierto para su lectura y uso por cualquier ciudadano del mundo.

Aunque no vemos avances hacia una cultura de paz en las relaciones internacionales, entre gobiernos nacionales, podemos encontrar algunos en iniciativas como las enumeradas anteriormente a nivel nacional y local. Estos países latinoamericanos nos muestran cómo se puede hacer.

DERECHOS HUMANOS



Se Invita a la ONU a Presentar su Petición de “Alto el Fuego Inmediato en Gaza” para que sea Firmada por los Pueblos del Mundo

TOLERANCIA Y SOLIDARIDAD



Guernica stands in solidarity with Gaza

DESAROLLO SUSTENTABLE



Turismo como motor de paz: estrategias para el desarrollo sostenible en Colombia

LIBERTAD DE INFORMACIÓN



UN General Assembly Adopts Resolution Demanding Immediate Humanitarian Ceasefire in Gaza, Parties’ Compliance with International Law, Release of All Hostages

  

IGUALDAD HOMBRES/MUJERES



Graça Machel: Enhancing women’s participation in peacebuilding is key to building a peaceful world

 

EDUCACIÓN PARA PAZ



México: Multiplicadores de la Paz impacta a más de 19 mil jóvenes de Guanajuato

DESARME Y SEGURIDAD



Nuclear Abolitionists Occupy New York

PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA



Brasil: Ministério da Educação avança no debate acerca da justiça restaurativa