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Colombia: Gobierno plantea entregarle a 100.000 jóvenes gestores de paz beneficios económicos

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo por Maria Alejandra Uribe en W Radio

En medio de la presentación del balance del Programa de Empleabilidad para Jóvenes, el presidente Gustavo Petro anunció que el Gobierno viene trabajando en un proyecto para arrebatarle a los delincuentes y organizaciones criminales los jóvenes que actúan en ellas y que se puedan convertir en gestores de paz.


Gustavo Petro, presidente de Colombia. / Photo Guillermo Legaria/Getty Images

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Questions for this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

Youth initiatives for a culture of peace, How can we ensure they get the attention and funding they deserve?

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“Nosotros estamos preparando, con la experiencia que hemos tenido, un programa de gran dimensión, por eso estamos hablando de gestores de paz, queremos actuar con la juventud excluida en las zonas de más alta violencia de Colombia como el Urabá, barrios pobres de Cartagena, de Montería Barranquilla, Chocó que están llenos de hambre”, dijo el Mandatario.

A esto añadió el jefe de Estado, “sí logramos un programa que cobije 100 mil jóvenes en esas zonas, ligado a la educación que se basa en que un joven deben recibir un ingreso que le permita vivir con dignidad es decir que se pueda competir con el salario que ofrecen las organizaciones multicrimen y que pueda ver a cambio esos estudios y pueda haber trabajo entonces el crédito puede ser un instrumento”.

Se espera que los próximos días se establezcan las reglas de juego para que este gran ‘ejército de paz’ puedan empezar actuar en las zonas más vulnerables del país y lograr La Paz total.

(Nota del editor: Esta propuesta se basa en un programa de 10.000 gestores de paz que se implementó en Bogotá cuando Petro era alcalde de la ciudad. Una evaluación de ese programa está disponible.)

Lula: “Vamos voltar a nos relacionar com todos os países do mundo.”

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Discurso de posse do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva reimpresso por Progressive International

Quero começar fazendo uma saudação especial a cada um e a cada uma de vocês, uma forma de lembrar e retribuir o carinho e a força que recebi todos os dias do povo brasileiro representado pela vigília Lula Livre, num dos momentos mais difíceis da minha vida.

Hoje, neste que é um dos dias mais felizes da minha vida, a saudação que eu faço a vocês não poderia ser outra, tão singela e ao mesmo tempo tão cheia de significado: Boa tarde, povo brasileiro!

Minha gratidão a vocês que enfrentaram a violência política antes, durante e depois da campanha eleitoral, que ocuparam as redes sociais e que tomaram as ruas debaixo de sol e chuva, nem que fosse para conquistar um único e precioso voto. Que tiveram a coragem de vestir a nossa camisa, e, ao mesmo tempo, agitar a bandeira do Brasil quando uma minoria violenta e antidemocrática tentava censurar nossas cores e se apropriar do verde e amarelo que pertence a todo povo brasileiro. A vocês que vieram de todos os cantos deste país, de perto ou de muito longe, de avião, de ônibus, de carro ou na boleia de um caminhão, de moto, bicicleta e até mesmo a pé, numa verdadeira caravana da esperança para esta festa da democracia.

Mas quero me dirigir também aos que optaram por outros candidatos. Vou governar para 215 milhões de brasileiros e brasileiras, e não apenas para quem votou em mim. Vou governar para todos e todas, olhando para o nosso luminoso futuro em comum e não pelo retrovisor de um passado de divisão e intolerância. A ninguém interessa um país em permanente pé de guerra, ou uma família vivendo em desarmonia. É hora de reatarmos os laços com amigos e familiares, rompidos pelo discurso de ódio e pela disseminação de tantas mentiras. Chega de ódio, fake news, armas e bombas. Nosso povo quer paz para trabalhar, estudar, cuidar da família e ser feliz. A disputa eleitoral acabou.

Repito o que disse no meu pronunciamento após a vitória de 30 de outubro, sobre a necessidade de unir o país. Não existem dois Brasis. Somos um único país, um único povo, uma grande nação. Somos todos brasileiros e brasileiras, e compartilhamos uma mesma virtude. Nós não desistimos nunca. Ainda que nos arranquem todas as flores, uma por uma, pétala por pétala, nós sabemos que é sempre tempo de replantio e que a primavera há de chegar e a primavera já chegou. Hoje a alegria toma posse do Brasil de braços dados com a esperança.

Minhas queridas amigas e meus amigos, recentemente reli o discurso da minha primeira posse na Presidência em 2003, e o que li tornou ainda mais evidente o quanto o Brasil andou pra trás. Naquele primeiro de janeiro de 2003, aqui nesta mesma praça, eu e o meu querido vice José Alencar assumimos o compromisso de recuperar a dignidade e autoestima do povo brasileiro. E recuperamos. De investir para melhorar as condições de vida de quem mais necessita e investimos. De cuidar com carinho da saúde e da educação, e cuidamos. Mas, o principal compromisso que assumimos em 2003 foi o de lutar contra a desigualdade e a extrema pobreza, e garantir a cada pessoa deste país o direito de tomar café da manhã, almoçar e jantar todo santo dia e nós cumprimos esse compromisso, acabamos com a fome e a miséria e reduzimos fortemente a desigualdade.

Infelizmente, hoje, 20 anos depois voltamos a um passado que julgávamos enterrado. Muito do que fizemos foi desfeito de forma irresponsável e criminosa. A desigualdade e a extrema pobreza voltaram a crescer. A fome está de volta, e não por força do destino, não por obra da natureza nem por vontade divina, a fome. A volta da fome é um crime, o mais grave de todos cometido contra o povo brasileiro. A fome é filha da desigualdade, que é a mãe dos grandes males que atrasa o desenvolvimento do Brasil. A desigualdade apequena nosso país de dimensões continentais ao dividi-lo em partes que não se reconhece. De um lado uma pequena parcela da população que tudo tem, do outro lado uma multidão a quem tudo falta e uma classe média que vem empobrecendo ano a ano pelas injustiças do governo. Juntos somos fortes, divididos seremos sempre o país do futuro que nunca chega e que vivem em dívida permanente com o seu povo. Se queremos construir hoje o nosso futuro, se queremos viver num país plenamente desenvolvido para todos e todas, não pode haver lugar para tanta desigualdade. O Brasil é grande, mas a real grandeza de um país reside na felicidade de seu povo, e ninguém é feliz de fato em meio a tanta desigualdade.

Minhas amigas e meus amigos, quando digo governar, eu quero dizer cuidar. Mais do que governar, vou cuidar com muito carinho deste país e do povo brasileiro. Nesses últimos anos o Brasil voltou a ser um dos países mais desiguais do mundo. Há muito tempo não víamos tamanho abandono e desalento nas ruas. Mães garimpando o lixo em busca de alimento para seus filhos. Famílias inteiras dormindo ao relento, enfrentando o frio, a chuva e o medo. Crianças vendendo bala ou pedindo esmola quando deveriam estar na escola vivendo plenamente a infância que tem direito. Trabalhadores e trabalhadoras desempregados, exibindo nos semáforos cartazes de papelão com a frase que nos envergonha a todos: “Por favor, me ajuda”. Fila na porta dos açougues em busca de ossos para aliviar a fome, e, ao mesmo tempo, filas de espera para compra de automóveis importados e jatinhos particulares. Tamanho abismo social é um obstáculo a construção de uma sociedade verdadeiramente justa, democrática e de uma economia próspera e moderna.

Por isso eu e o meu companheiro vice Geraldo Alckmin assumimos hoje, diante de vocês e de todo povo brasileiro o compromisso de combater dia e noite todas as formas de desigualdade no nosso país. Desigualdade de renda, desigualdade de gênero e de raça, desigualdade no mercado de trabalho, na representação política, nas carreiras do Estado, desigualdade no acesso a saúde, a educação e demais serviços públicos. Desigualdade entre a criança que frequenta a melhor escola particular e a criança que engraxa sapato na rodoviária sem escola e sem futuro, entre a criança feliz com brinquedo que acabou de ganhar de presente e a criança que chora de fome na noite de Natal. Desigualdade entre quem joga comida fora e quem só se alimenta das sobras. É inadmissível que os 5% mais ricos deste país detenham a mesma fatia de renda que os demais 95% de pessoas. Que seis bilionários brasileiros tenham uma riqueza equivalente ao patrimônio dos cem milhões mais pobres do país. Que um trabalhador ou uma trabalhadora que ganha um salário mínimo mensal leve 19 anos para receber o equivalente a que um super rico recebe em um único mês. E não adianta subir o vidro do automóvel de luxo para não ver nossos irmãos que se amontoam debaixo dos viadutos, carentes de tudo. A realidade salta aos olhos em cada esquina.

Minhas amigas e meus amigos, é inaceitável que continuemos a conviver com o preconceito, a discriminação e o racismo. Somos um povo de muitas cores e todas devem ter os mesmos direitos e oportunidades. Ninguém será cidadão ou cidadã de segunda classe, ninguém terá mais ou menos amparo do Estado, ninguém será obrigado a enfrentar mais ou menos obstáculos apenas pela cor da sua pele. Por isso estamos recriando o Ministério da Igualdade Racial, para enterrar a trágica herança do nosso passado escravista. Os povos indígenas precisam ter terras demarcadas e livres de ameaças de atividades econômicas ilegais e predatórias, precisam ter sua cultura preservada, sua dignidade respeitada, e sustentabilidade garantida. Eles não são obstáculo ao desenvolvimento. São guardiões de nossos rios e florestas e parte fundamental da nossa grandeza enquanto nação. Por isso estamos criando, estamos criando o Ministério dos Povos Indígenas para combater 500 anos de desigualdade. Não podemos continuar a conviver com a odiosa opressão imposta às mulheres, submetidas diariamente à violência nas ruas e dentro de suas próprias casas. É inadmissível que continuem a receber salários inferiores a dos homens, quando no exercício de uma mesma função elas precisam conquistar cada vez mais espaço nas instâncias dissuasórias deste país, na política, na economia, em todas áreas estratégicas. As mulheres devem ser o que elas quiserem ser, devem estar onde quiserem estar. Por isso estamos trazendo de volta o Ministério das Mulheres. Foi para combater a desigualdade e suas sequelas que nós vencemos a eleição. E esta será a grande marca do nosso governo, dessa luta fundamental surgirá um país transformado, um país grande e próspero, forte e justo, um país de todos por todos e para todos, um país generoso e solidário que não deixará ninguém para trás.

(Artigo continuou na coluna à direita)

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Latin America, has it taken the lead in the struggle for a culture of peace?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Minhas queridas companheiras e meus queridos companheiros, reassumo o compromisso de cuidar de todos os brasileiros e brasileiras, sobretudo daqueles que mais necessitam, de acabar outra vez com a fome neste país, de tirar o pobre da fila do osso para colocá-lo novamente no orçamento da União. Temos um imenso legado ainda vívido na memória de cada brasileiro e cada brasileira, beneficiário ou não das políticas públicas que fizeram uma revolução neste país. Mas não nos interessa viver do passado. Por isso, longe de qualquer saudosismo, nosso legado será sempre o espelho do futuro que vamos construir para este país. Em nossos governos o Brasil conciliou o crescimento econômico recorde com a maior inclusão social da história e se tornou a sexta maior economia do mundo, ao mesmo tempo em que 36 milhões de brasileiros e brasileiras saíram da extrema pobreza, geramos mais de 20 milhões de empregos com carteira assinada e todos os direitos assegurados. Reajustamos o salário mínimo sempre acima da inflação. Batemos recorde de investimento em educação, da creche à universidade, para fazer do Brasil exportador também de inteligência e conhecimento e não apenas o exportador de commodities e matéria-prima. Nós mais que dobramos o número de estudantes no ensino superior e abrimos a porta das universidades para a juventude pobre deste país. Jovens brancos, negros e indígenas para que o diploma universitário era um sonho inalcançável tornarem-se doutores. Combatemos um dos grandes focos de desigualdade, o acesso a saúde, porque o direito a vida não pode ser refém da quantidade de dinheiro que se tem no banco. Fizemos o Farmácia Popular que forneceu medicamentos a quem mais precisava e o mais do que isso que levou atendimento a cerca de 60 milhões de brasileiros e brasileiras das periferias das grandes cidades e nos pontos mais remotos do Brasil. Criamos o Brasil sorridente para cuidar da saúde bucal de todos os brasileiros e brasileiras. Fortalecemos o nosso Sistema Único de Saúde. E quero aproveitar para fazer um agradecimento especial aos profissionais do SUS pela grandiosidade do trabalho durante a pandemia, enfrentado bravamente um vírus, um vírus letal e um governo irresponsável e desumano.

Nos nossos governos, investimos na agricultura familiar e nos pequenos e médios agricultores, responsáveis por 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa e fizemos isso sem descuidar do agronegócio, que obteve investimento em safras recordes ano após ano. Tomamos medidas concretas para combater as mudanças climáticas e reduzimos o desmatamento da Amazônia em mais de 80%. O Brasil consolidou-se como referência mundial no combate à desigualdade e a fome e passou a ser internacionalmente respeitado pela sua política externa, ativa e altiva. Fomos capazes de realizar tudo isso cuidando com total responsabilidade das finanças do país, nunca fomos irresponsáveis com o dinheiro público. Fizemos superávit fiscal todos os anos, eliminamos a dívida externa, acumulamos reservas de 370 bilhões de dólares e reduzimos a dívida externa a quase metade do que era quando chegamos no governo. Nos nossos governos nunca houve nem haverá gastança alguma. Sempre investimos e voltaremos a investir em nosso bem mais precioso que é o povo brasileiro.

Infelizmente muito do que construímos em 13 anos foi destruído em menos da metade desse tempo. Primeiro pelo golpe contra a presidenta Dilma em 2016, e, na sequência, pelos quatro anos de um governo de destruição nacional cujo legado a história jamais perdoará: 700 mil brasileiros e brasileiras mortos pelo covid-19, 125 milhões sofrendo algum grau de insegurança alimentar de moderada a muito grave e 33 milhões passando fome. Estes são apenas alguns números que na verdade não são apenas números, estatísticas e indicadores. São pessoas, homens, mulheres e crianças vítimas de um desgoverno afinal derrotado pelo povo no histórico 30 de outubro de 2022. Os grupos técnicos do gabinete de transição coordenado pelo meu vice Alckmin que por dois meses mergulharam nas entranhas do governo anterior trouxeram a público a real dimensão da tragédia.

O que o povo brasileiro sofreu nesses últimos anos foi a lenta e progressiva construção de um verdadeiro genocídio. Quero citar a título de exemplo um pequeno trecho das cem páginas desse verdadeiro relatório do caos produzido pelo gabinete da transição. Diz o relatório: O Brasil bateu recordes de feminicídio. As políticas de igualdade raciais sofreram severo retrocesso. Produziu-se desmonte da política da juventude e os direitos indígenas nunca foram tão ultrajados na história recente do país. Os livros didáticos que deverão ser usados no ano letivo de 2023 ainda não começaram a ser editados. Faltam remédios na farmácia popular, não há estoque de vacinas para o enfrentamento das novas variantes da covid-19. Faltam recursos para a compra de merenda escolar. As universidades corriam risco de não concluir o ano letivo. Não existe recurso para a Defesa Civil e a prevenção de acidentes e desastres. E quem está pagando a conta deste apagão é, outra vez, o povo brasileiro.

Meus amigos e minhas amigas, nesses últimos anos vivemos, sem dúvida, um dos piores períodos da nossa história, uma era de sombras, de incertezas e de muito sofrimento. Mas esse pesadelo chegou ao fim pelo voto soberano na eleição mais importante desde a redemocratização do país. Uma eleição que demonstrou o compromisso do povo brasileiro com a democracia e suas instituições. Esta extraordinária vitória da democracia nos obriga a olhar para frente a esquecer nossas diferenças que são muito menores que aquilo que nos une para sempre: o amor pelo Brasil e a fé inquebrantável em nosso povo.

Agora é hora de reacendermos a chama da esperança, da solidariedade e do amor ao próximo. Agora é hora de voltar a cuidar do Brasil e do povo brasileiro, gerar empregos, reajustar o salário mínimo acima da inflação, baratear o preço dos alimentos, criar ainda mais vagas nas universidades, investir fortemente na saúde, na educação, na ciência e na cultura. Retomar as obras de infraestrutura do Minha Casa, Minha Vida, abandonadas pelo descaso do governo que se foi. É hora de trazer investimentos e reindustrializar o Brasil, combater outras vezes as mudanças climáticas e acabar de uma vez por todas com a devastação dos nossos biomas, sobretudo a nossa querida Amazônia. Romper com o isolamento internacional e voltar a se relacionar com todos os países do mundo. Não é hora para ressentimentos estéreis. Agora é hora de o Brasil olhar para frente e voltar a sorrir. Vamos virar esta página e escrever em conjunto um novo e decisivo capítulo da nossa história.

Nosso desafio comum é o da criação de um país justo, inclusivo, sustentável e criativo, democrático e soberano para todos os brasileiros e brasileiras. Fiz questão de dizer ao longo de toda campanha: o Brasil tem jeito. E volto a dizer com toda convicção, mesmo diante do quadro de destruição revelado pelo gabinete da transição: o Brasil tem jeito. Depende de nós, de todos nós. E vamos reconstruir este país.

Em meus quatro anos de mandato vamos trabalhar todos os dias para o Brasil vencer o atraso de mais de 350 anos de escravidão para recuperar o tempo e as oportunidades perdidas nesses últimos anos, para reconquistar seu lugar de destaque no mundo e para que cada brasileiro e cada brasileira tenha o direito de voltar a sonhar e as oportunidades para realizar aquilo que sonha. Precisamos todos juntos reconstruir e transformar o nosso querido país. Mas só reconstruiremos e transformaremos de fato esse país se lutarmos com todas as forças contra tudo aquilo que o torna tão desigual. Essa tarefa não pode ser de apenas um Presidente ou mesmo de um Governo, é urgente e necessária a formação de uma frente ampla contra a desigualdade que envolva a sociedade como um todo, trabalhadores, empresários, artistas, intelectuais, governadores, prefeitos, deputados, senadores, sindicatos, movimentos sociais, associações de classes, servidores públicos, profissionais liberais, líderes religiosos, cidadãos e cidadãs comum. Afinal, é tempo de união e reconstrução do nosso país. Por isso faço, esse chamamento a todos os brasileiros e brasileiras que desejam um Brasil mais justo, solidário e democrático. Juntem-se a nós num grande mutirão contra a desigualdade. Quero terminar pedindo a cada um e a cada uma de vocês que a alegria de hoje seja a matéria-prima da luta de amanhã e de todos os dias que virão, que a esperança de hoje fermente o pão que há de repartido entre todos e que estejamos sempre pontos a reagir em paz e em ordem a quaisquer ataques de extremistas que queiram sabotar e destruir nossa democracia. Na luta pelo bem do Brasil usaremos as armas que os nossos adversários mais temem, a verdade que se sobrepôs a mentira, a esperança que venceu o medo e o amor que derrotou o ódio. Viva o Brasil e viva o povo brasileiro!

El frente latinoamericano, después de la asunción de Lula

DESARME Y SEGURIDAD .

Un artículo de

En el Palacio Itamaraty, sede de la Cancillería brasileña, se realizaron las reuniones que el recién asumido presidente Luiz Inácio Lula da Silva sostuvo con mandatarios de 15 países, entre ellos varios latinoamericanos, en las cuales Brasil reafirmó su decisión de reimpulsar los organismos regionales de integración, analizar un cambio en las políticas antidrogas impuestas por EU, y suscribir un pacto para proteger la Amazonia.


Boric y Lula

Las expectativas de un relanzamiento de la integración latinoamericana cobraron fuerza con el inicio del año y tras el discurso inaugural de Lula, pero por ahora evitan tener en cuenta la seria divergencia sobre modelos de integración que subsiste dentro de la propia izquierda y/o del progresismo.

«Nuestro compromiso será con Mercosur y el resto de las naciones soberanas de nuestra región. Tendremos un diálogo activo con Estados Unidos, la Unión Europea y China. Haremos más alianzas para tener más fuerza de ahora en adelante. Brasil tiene que ser dueño de su destino, tiene que ser un país soberano», dijo el nuevo presidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva, al anunciar su hoja de ruta de cara al mundo.

La agenda Mercosur tiene varios puntos pendientes, como el posible ingreso de Bolivia, algo en lo cual Lula se comprometió con el presidente Luis Arce en septiembre, y el regreso de Venezuela al organismo. Lula deberá intentar un diálogo con el gobierno derechista de Uruguay que ha mantenido una posición crítica hacia el organismo regional, en el marco de su intento de avanzar solo en inciertos acuerdos con terceros países o grupos de naciones, incluida China.

Las reuniones bilaterales con presidentes y altos dignatarios latinoamericanos, tras la asunción de Lula, fueron el puntapié para retomar temas importantes para Brasil y sus socios: un pacto para proteger la Amazonia, un corredor bioceánico con Chile y el regreso activo de Brasil a los mecanismos regionales que había abandonado con la administración Bolsonaro.

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Latin America, has it taken the lead in the struggle for a culture of peace?

La lucha por la Amazonia es un proyecto en común para los dos líderes latinoamericanos. “Un gran pacto para salvar la selva amazónica en favor de la humanidad. Hacia un cambio de la política antidrogas; un Brasil garante de la paz en Colombia y el estudio de la interconexión eléctrica de las Américas con fuentes de energías limpias”, escribió el presidente colombiano Gustavo Petro tras reunirse con Lula.

Brasil planea convocar a una cumbre con los 11 presidentes que comparten la Amazonia. El encuentro se realizaría el primer semestre del año en Brasil.

«Hemos decidido volver a poner en marcha el vínculo entre Argentina y Brasil con toda la fuerza que siempre debe tener», destacó Lula que devolverá la visita en Buenos Aires, donde se buscará avanzar en acciones concretas para promover la integración bilateral y regional. Las expectativas que se abren para América latina y para los casos particulares de Venezuela y Bolivia.

«Ha quedado clara la complicidad que existe entre ambos gobiernos y la política de integración latinoamericana y sudamericana que vamos a llevar adelante, trabajando en conjunto, Chile y Brasil», remarcó el presidente chileno Gabriel Boric, quien habló con Lula sobre su interés en el corredor bioceánico, una ruta a través de Argentina y Paraguay que unirá los puertos de Brasil y Chile.Presidente Boric sostiene reunión bilateral en Brasil con el recién asumido Lula da Silva – La Tercera

“Vamos a trabajar en fortalecer la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac) y la Unasur, y nos la vamos a jugar para que la integración no sea solo en base a declaraciones», añadió.

Lula informó que con el presidente boliviano Luis Arce conversó sobre la colaboración en políticas sociales, energía y el suministro de fertilizantes. Arce remarcó la importancia de profundizar la agenda de trabajo en temas fronterizos, gas, energía eléctrica, urea, inversión y comercio entre ambos países.

La presidenta de Honduras, Xiomara Castro, única mandataria centroamericana en asistir a la toma de posesión de Lula, afirmó que en la próxima reunión de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac), del 24 de enero, establecerá con Lula, mediante un convenio, las diferentes formas en que Honduras recibirá apoyo de Brasil.Lula da Silva Jorge Rodríguez

Jorge Rodríguez, presidente de la Asamblea Nacional venezolana, mantuvo una reunión con Lula este lunes. Movimientos sociales de Brasil realizaron un acto en la capital para devolver a Venezuela, la embajada venezolana luego de tres años de estar cerrada a partir de las políticas de agresión del gobierno del saliente presidente brasileño, Jair Bolsonaro.

Más allá del reingreso al Mercosur, quedan pendientes varios temas en la agenda con Venezuela. El primero es la normalización de las relaciones diplomáticas, que ya está en marcha con la designación de Manuel Vicente Vadell como embajador en Brasil y el anuncio del canciller Vieira de enviar en lo inmediato «a un encargado de negocios para recuperar los edificios que allá tenemos”, para luego designar a un embajador.

(Gracias a OtherNews por llamar nuestra atención sobre este artículo).

Hidalgo, México: Se crean Redes de Mujeres Constructoras de Paz en Apan, Tula y Pachuca

. IGUALDAD HOMBRES/MUJERES .

Un artículo de News Hidalgo

En el marco del Fondo para el Bienestar y el Avance de las Mujeres (FOBAM) del Inmujeres, este año el Instituto Hidalguense de las Mujeres (IHM) llevó a cabo procesos de sensibilización, capacitación y fortalecimiento de los mecanismos institucionales municipales y estatales, con el fin de disminuir el embarazo adolescente en 13 municipios con tasa de fecundidad adolescente media y alta y construir espacios seguros y de paz en Hidalgo.

Question related to this article:

Protecting women and girls against violence, Is progress being made?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

Se crearon tres Redes de Mujeres Constructoras de Paz (MUCPAZ) en Apan, Tula de Allende y Pachuca, municipios estratégicos para la reconstrucción del tejido social. Estas redes ciudadanas están integradas por mujeres de la misma comunidad o municipios, que coadyuvan con las instancias gubernamentales en la prevención de la violencia de género, a través de estrategias focalizadas e integrales con las que identifican factores de riesgo, detectan de forma oportuna posibles situaciones de violencia, fomentan la igualdad entre mujeres y hombres, contribuyen a crear entornos libres de violencia y promueven la cultura de paz.

Cada una de las integrantes de las redes MUCPAZ son mujeres que, independientemente de si tienen o no escolaridad; hablan español o una lengua indígena; o son sobrevivientes de violencia de género, ellas conocen sus comunidades, saben cuáles son los principales problemas y tienen capacidad de crear alternativas, soluciones y acciones para transformar sus realidades.

Tanto las mujeres integrantes de las redes como el funcionariado público de los municipios participantes recibieron talleres de capacitación en materia de paz, igualdad de género y prevención de la violencia contra las mujeres.

Con la asesoría y acompañamiento técnico del IHM, elaboraron un plan de acción comunitaria con los componentes de recuperación, apropiación y nuevas formas de habitar el espacio, plan que fue presentado a la comunidad en un foro público.

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Jalisco, México: Realizan Foro para Promover la Cultura de Paz

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo del Estado de Jalisco

Con el propósito de analizar los conflictos y problemáticas que detonan la violencia, así como proponer soluciones desde el interior para fomentar la reconciliación social, en las instalaciones del Poder Legislativo se realizó el “V Foro Global de Cultura de Paz”, impulsado por la diputada Rocío Aguilar Tejada.

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Questions for this article:

The culture of peace at a regional level, Does it have advantages compared to a city level?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

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Durante su participación los expositores destacaron la necesidad de garantizar la participación de la sociedad civil a través del arte, el juego tradicional y la gastronomía para fomentar valores como la empatía, el amor y la compasión; asimismo, pidieron unir esfuerzos para reducir las brechas de la desigualdad y lograr a través del entendimiento la resolución de los problemas que laceran a la sociedad.

Por su parte la legisladora Aguilar Tejada, en su calidad de Presidenta de la Bancada de Paz, puntualizó la necesidad de crear herramientas que consoliden el respeto hacia los derechos humanos. Finalmente dijo que “para el 2023 se espera realizar acciones contundentes para mejorar la seguridad y establecer una mancuerna de trabajo entre gobierno y sociedad”.

Asistieron Iram Valdés Chávez, Presidente de la organización “Comnapaz México”; David Hernández Pérez, representante del ayuntamiento de Tlaquepaque; Dante Jaime Haro Reyes, Defensor de los Derechos Humanos en la Universidad de Guadalajara; Esperanza Loera Ochoa, Secretaria Ejecutiva de la Comisión Estatal de Derechos Humanos en Jalisco y Rafael Medina Martínez, Presidente de la fundación diplomática doctor Alfonso García Robles, entre otras personalidades.

Colombia: Así funcionará el nuevo observatorio de Paz y Derechos Humanos de Armenia

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo de Cronica del Quindio

En Armenia se realizó la presentación del Observatorio de Ciudad, Paz, Convivencia y Cultura Ciudadana, creado para que las organizaciones, asociaciones y fundaciones, entidades públicas y privadas, así como integrantes de la sociedad civil y las víctimas de conflicto armado puedan aportar a la construcción de la paz del municipio.

Es un programa de la alcaldía de Armenia que se propone trabajar a partir de 4 líneas: la promoción de acciones y cultura de paz, memoria histórica, derechos humanos, y gestión de conflictos. Además de las líneas mencionadas, le apuntan a la producción de conocimiento, la investigación y caracterización de las víctimas del conflicto armado en Armenia, así como la articulación con políticas que a nivel nacional que trabajan en la construcción de la paz.

El Observatorio de Ciudad, Paz, Convivencia y Cultura Ciudadana de Armenia empezó con la expedición del decreto 181 del 12 de julio de 2022, en el que se dispone su conformación. “A partir de este momento ya empieza a sesionar para poder fijar las líneas estratégicas en las cuales se va a apuntar la investigación y el desarrollo de la paz en Armenia.

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Questions for this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

(Artículo continúa de la parte izquierda de la página)

El objetivo del Observatorio de Paz y Derechos Humanos es el de fortalecer la investigación y la gestión del conocimiento para la producción, uso y aprobación de información oficial, sobre los procesos de paz y cultura ciudadana, que vinculen la participación de los actores y sectores relacionados en el municipio de Armenia, Quindío”, explicó Andrés Ocampo, gestor de paz, derechos humanos y cultura ciudadana de Armenia.

Se desarrollará mediante sesiones bimestrales en las que se reunirán los 18 miembros del Observatorio: secretarios de Armenia, delegados de la mesa municipal de víctimas, delegados de la Defensoría del Pueblo y de la Personería Municipal, representante de organizaciones de derechos humanos, representante de instituciones de educación superior, delegado de la mesa de juventudes, entre otros actores, para determinar las líneas estratégicas de impacto sobre temas de paz y reconciliación. 

Asimismo, brindarán los insumos para las políticas públicas, alianzas, base de datos e información que permita la construcción de la paz y el reconocimiento de las víctimas del conflicto armado. De igual modo, le apuestan a la realización de proyectos encaminados a la política nacional Paz Total, el evento de reconocimiento a los constructores de paz y la realización de una ruta de trabajo creada por todos los miembros del Observatorio de Paz y Derechos Humanos de Armenia.



“Nos proyectamos conseguir recursos para la realización de la caracterización que nos arroje cuántas víctimas de conflicto armado actualmente alberga Armenia. Además, buscamos articularnos con el gobierno nacional para la implementación y adopción de las políticas nacionales”, sostuvo Andrés Ocampo.

También hizo énfasis en la importancia de que las víctimas del conflicto armado, actores del posconflicto y la sociedad civil conozcan que en Armenia existe un observatorio de paz que es pionero a nivel nacional. “Somos el segundo Observatorio de Ciudad, Paz, Convivencia y Cultura Ciudadana que hay en una administración municipal. Necesitamos que sepan de la buena disposición que tiene el señor alcalde José Manuel Ríos Morales para todo este proceso de paz y brindar a las víctimas garantías y atención con todo su equipo de trabajo, gabinete y oficinas del ente municipal”.

Colombia: Noches de paz: el plan de diciembre en los barrios de Cúcuta

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo de Caracol

Lograr la paz ha sido por años el gran sueño de las naciones alrededor del mundo. Una utopía colectiva en la que se incluye la sabiduría de los ancestros y la esperanza de las nuevas generaciones. Ganadores del Premio Nobel de la Paz como el Dalai Lama, David Beasley e incluso el expresidente de Colombia, Juan Manuel Santos han pronunciado en sus discursos que los caminos para lograrla son múltiples: con acceso a comida para todos, con acciones no violentas que generen cambios, con el desarme de los grupos ilegales, y un amplio número de etcéteras que trazan una ruta imaginaria de paz y libertad.

Con mucha o poca rigurosidad los países han venido trabajando en ello. Sin ir tan lejos, en ciudades de Colombia como Cúcuta, históricamente afectada por la disputa de territorios entre grupos alzados en armas, a lo largo del año realizan estrategias que benefician a colectivos, a emprendedores, a grupos poblacionales diversos, brindan servicios individuales como la atención a las víctimas de este conflicto y lideran otros eventos de manera masiva como la jornada de Noches de Paz que por segundo año consecutivo realizan en todos los barrios de la ciudad durante el mes de diciembre.

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Questions for this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

Can festivals help create peace at the community level?

(Artículo continúa de la parte izquierda de la página)

“Reconociendo la memoria histórica de nuestro municipio y entendiendo el contexto social que viven las distintas comunas, decidimos continuar este año con la estrategia llamada Noches de Paz. Consiste en visitar durante 17 días los barrios de Cúcuta y un corregimiento de la zona rural, para llevarles a las familias una propuesta de entretenimiento diferente, que incluye presentación teatral, obra de títeres, actos musicales y por supuesto, el rezo de las Novenas de Aguinaldo. Todo enmarcado bajo el mensaje de la cultura de paz y la promoción de valores como el respeto, el perdón y la reconciliación”, cuenta Elisa Montoya, secretaria de Posconflicto y Cultura de Paz de la Alcaldía de Cúcuta.

Este año, la estrategia inició el primero de diciembre y ya va en la jornada número 5, en las que han participado más de 1.200 personas, incluidos niños y adultos. Juan Santos Omaña, coordinador de la iniciativa explica que: “Hasta el momento hemos visitado barrios que históricamente han tenido que enfrentar situaciones de conflicto armado; hemos llegado a lugares como Ciudad Rodeo, Motilones, Simón Bolívar, San Martín y Cuberos Niño, y la aceptación ha sido sorprendente. A diario son más de 250 personas las que viven con nosotros las Noches de Paz”.

En los próximos días, esta estrategia de la Alcaldía Municipal llegará a los barrios: Nuevo Horizonte, Aeropuerto, Guaimaral, El Bosque, Santa Clara, Pizarro, Manuela Beltrán, Santander, García Herreros, Prados del Este, El Llano, La Conquista y al corregimiento de Banco de Arena. Los interesados en participar de este evento gratuito pueden conocer el cronograma diario a través de las redes sociales de la Secretaría de Posconflicto y Cultura de Paz que se encuentran como @secposconflictocucuta en Instagram y Facebook.

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Brasil: Fórum reúne orientadores para discutir cultura de paz nas escolas

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artigo de Acontece no RS

Uma manhã descontraída, participativa e de troca de experiências marcou o XII Fórum de Orientação Educacional, realizado na Universidade Católica de Brasília (UCB). Este ano, a formação trouxe o tema “Orientação Educacional para Cultura de Paz”.

O fórum também foi uma homenagem ao Dia do Orientador Educacional, comemorado neste domingo (4). Realizado na sexta-feira (2), o fórum contou com a participação de mais de 700 orientadores da rede pública, que discutiram boas práticas pedagógicas.

“Queremos fortalecer a rede de orientação educacional. Parabenizo a todos os orientadores! É valoroso o trabalho que desenvolvem para prevenção da violência e por uma cultura de paz no dia a dia das escolas”, destacou a chefe da Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica da Secretaria de Estado de Educação (SEE), Iêdes Soares.

O XII Fórum foi promovido em parceria com o Sebrae DF, por meio do Programa Educação Empreendedora. No encontro também foram divulgadas as inscrições para o Prêmio Educador Transformador , que tem o objetivo de reconhecer projetos educacionais transformadores. Várias práticas partilhadas com os professores no evento podem ser inscritas nesse concurso.

(Artigo continuou na coluna à direita)

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Question related to this article:

What is the best way to teach peace to children?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Materiais valiosos para educação

O evento também foi marcado pelo lançamento de uma revista que, com a participação de orientadores educacionais partilhando várias vivências no contexto escolar, leva à reflexão para constante evolução do trabalho com os estudantes.

Os relatos de 50 orientadores da rede pública do DF estão reunidos na Revista da Orientação Educacional – “Cartas Pedagógicas e Outros Escritos: Nossa práxis pela Cultura de Paz!”

A gerente de Orientação Educacional da SEE, Érika Goulart, destacou que o fórum foi um importante momento de reencontro após dois anos de evento online devido a covid-19. Ela ressaltou que o encontro é um espaço de luta e acolhimento para os orientadores educacionais.

Segundo Érika, a partilha entre os orientadores é fundamental para o desenvolvimento da educação pública. “Precisamos registrar o que vocês fazem na escola. As ideias e trabalho precisam ficar na história”, resumiu.

Também foi lançado o e-bookA orientação educacional no contexto da pandemia de covid-19, com relatos dos profissionais da educação.

O XII Fórum de Orientação Educacional também trouxe vivências de estudantes da rede pública a partir de projetos propostos com apoio da orientação educacional.

Um momento inspirador e provocativo foi conduzido pelo escritor e poeta Allan Dias Castro durante a palestra com o tema “Fôlego”. Ele convidou os orientadores para reflexão de vida e levou contribuições que favorecem o desenvolvimento de ações pedagógicas e auxiliam nesse processo de travessia da insatisfação pessoal até a conquista da realização dos sonhos.

O encontro foi uma oportunidade para refletir sobre o excesso de cobranças pessoais e um convite para superação dos medos que estão presentes na vida doas pessoas. “O sonho está após o medo. Quando o medo de errar é maior do que a vontade, se perde uma oportunidade”, declarou Allan.

Honduras: Este domingo se realizará festival que busca contribuir a una cultura de paz

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo 

Este domingo 11 de diciembre en el Cerro Juana Laínez se llevará a cabo el primer Festival de la Inclusión este será el escenario de múltiples actividades, entre las 9:00 de la mañana y las 7:00 de la noche, actividad gratuita que tiene como propósito contribuir a la construcción de una cultura de paz, que es un deber y derecho de todos y todas.

Será un domingo para la familia, amigos y público que se entretendrán con bailes folklóricos, obras teatrales, foros, paseos gastronómicos; además, de conocer de los productos sociales generados en la sinergia que se mantiene con instituciones gubernamentales, academia y sociedad civil que benefician a la construcción de una sociedad democrática.


Será un domingo para la familia, amigos y público que se entretendrán con bailes folklóricos, obras teatrales, foros, paseos gastronómicos; además, de conocer de los productos sociales generados en la sinergia que se mantiene con instituciones gubernamentales, academia y sociedad civil que benefician a la construcción de una sociedad democrática.

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Can festivals help create peace at the community level?

El festival será la muestra del compromiso de país que tiene Honduras en el fortalecimiento de la transparencia e inclusión, con participación de mujeres, jóvenes, pueblos indígenas, afrodescendientes, personas con discapacidad, comunidad LGBTIQ+ y ciudadanía hondureña en los procesos de veeduría social y participación política.

Como una contribución a la construcción de la cultura de paz, esta es una iniciativa liderada por el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD) que reafirma su compromiso a construir una Honduras más transparente e inclusiva.
  
Acerca del PNUD 

Es el principal organismo de las Naciones Unidas dedicado a poner fin a la injusticia de la pobreza, la desigualdad y el cambio climático. Cuenta con una extensa red de expertos y aliados en 170 países, ayuda a las naciones a construir soluciones integradas y duraderas para las personas y el planeta.

Con más de 45 años presente en Honduras, desarrollando intervenciones junto a socios de la sociedad civil, academia, sector privado y el Estado en las áreas de: fortalecimiento del estado de derecho; promover la seguridad ciudadana y prevención de la violencia; fomento de la productividad; medio ambiente y gestión de riesgos. 

Colombia: En Caquetá líderes sociales, estudiantes y víctimas del conflicto se gradúan en diplomado sobre justicia transicional

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo de Unidad para las victimas

Con 45 graduados entre estudiantes universitarios, líderes sociales y víctimas del conflicto armado, culminó en Florencia (Caquetá) el diplomado “Justicia transicional: un aporte a la construcción de paz territorial”, iniciado en julio pasado y en el que diez acreditadas entidades nacionales e internacionales aportaron conocimientos y experiencias.

El diplomado se constituyó en una apuesta de articulación interinstitucional entre el Sistema de Atención y Reparación Integral para las Víctimas (SNARIV), el Sistema Integral para la Paz (SIPAZ), la Oficina de paz y el consultorio jurídico de la Universidad de la Amazonía (UDLA), junto con la organización de cooperación internacional Alemana (GIZ).

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Questions for this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

(Artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Los participantes se acercaron a conocimientos básicos sobre justicia transicional, con enfoque en el Caquetá, donde además de comprender los procesos de atención y reparación a las víctimas, restitución de tierras, verdad, justicia, reparación y garantías de no repetición, adquirieron herramientas en materia de derechos humanos y derecho internacional humanitario, entre otros aspectos.  

Valentina Almario, futura abogada y líder de mujeres víctimas de abuso, destacó el tema de la implementación del enfoque de género en contextos de justicia transicional, lo mismo que los mecanismos territoriales para la implementación de la política pública de víctimas. 

“A eso hay que añadirle la importancia de comprender la necesidad de la verdad como bien público, para contribuir a la construcción de una cultura de paz territorial en Colombia”, dijo. 

El estudiante José Luis Tinoco Rivera dijo al respecto que le llamó la atención, de manera particular, el contraste hecho entre los procesos de negociación basados en DDR –Desmovilización, Desarme, Reinserción- del siglo pasado, frente a los procesos de negociación de este siglo, que se inscriben en las lógicas de la justicia transicional. 

Fueron cinco meses, 160 horas, que incluyeron clases presenciales, ejercicios prácticos y trabajo en casa.