25 universidades públicas de Colombia trabajan desde las regiones por la Paz

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Extracto de CoPaLa: Construyendo Paz Latinoamericana, Boletín cuatrimestral, número 8, México-Latinoamérica. marzo-junio, 2018

Las instituciones públicas de Educación Superior (Universidades e Institutos), reunidas en Girardot del 22 al 27 de octubre de 2017, en desarrollo del Segundo Diplomado sobre Universidad, Región y Paz, siguiendo las premisas, principios y conclusiones del primer diplomado en 2016, que culminó con la firma del Pacto Universitario por la Paz, sostenido con un sentido de territorialidad y construcción colectiva de la paz estable y duradera, hemos coincidido en suscribir el presente manifiesto:


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1. Ratificamos los compromisos con la construcción de paz estable y duradera con responsabilidad ética, compromiso social con una perspectiva de respeto y reconocimiento de las comunidades en su diversidad, pluralidad y cultura.

2. Reclamamos de las instituciones la necesidad de atender las voces, experiencias y deseos de las comunidades, en el llamado a construir la política y acciones de Educación Superior Rural desde abajo y en contexto.

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Question related to this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

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3. Convocamos al Estado, al Gobierno y a los Ministerios de Educación y Hacienda a comprender en toda su complejidad que el principal problema que afrontan las Universidades Publicas es la Desfinanciación y es necesario que asuman con urgencia la tarea reparadora de actualizar los presupuestos y garantizar a plenitud la autonomía y la democracia para que la calidad de los procesos y resultados educativos respondan a las demandas de los territorios y del país que espera la paz real con justicia social.

4. Como delegados y delegadas representantes de las universidades públicas aquí reunidas, cuyo común denominador son los fuertes vínculos a los territorios donde el conflicto armado tuvo su mayor incidencia, nos comprometemos a sumar y compartir esfuerzos para que la política de Educación Superior Rural no sea un resultado ajeno al interés de las comunidades, si no que se construya siguiendo los propósitos de implementar los acuerdos de paz promoviendo el dialogo de saberes entre universidades y comunidades.

5. Expresamos nuestra voluntad para que las universidades publicas sean reconocidas como los escenarios privilegiados para promover el dialogo y la tolerancia para que la guerra no vuelva a ser la alternativa escogida para solucionar diferencias, ni resolver los conflictos.

6. Llamamos a fortalecer las capacidades del Pacto Universitario por la Paz y a que cada universidad desde sus estamentos y directivas apoye, respalde y se comprometa con el pacto para posicionar su existencia como una estrategia de interlocución para tratar los asuntos de Paz y Educación Superior especialmente las que atienden a formular políticas y programas.

7. En el marco de esta iniciativa del pacto, los aquí presentes delegamos al Centro de Pensamiento para la Paz de la Universidad Nacional, para que acepte y realice la Secretaria Técnica con miras a mantener la coordinación e intercambio de ideas, propuestas y esfuerzos.

Firmado por representantes de los rectores de 25 universidades publicas que trabajan desde las regiones tales como: Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia (UPTC); Universidad del Cauca; Universidad de Nariño; Universidad Tecnológica del Choco; Universidad Popular del Cesar; Universidad de la Guajira; Universidad Surcolombiana; Universidad de la Amazonia; Universidad Nacional en sus sedes, entre otras.

Brasil: Fórum Social Mundial é finalizado em Salvador

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artigo escrito por  Comunicação CUT no Fórum

A décima terceira edição do Fórum Social Mundial chegou ao fim neste sábado (17), atraindo mais de 60 mil pessoas para as diversas atividades e debates realizados nos cinco dias de evento.


(Foto: Alan Alves/ G1)

A concentração principal foi no campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Ondina, mas outros espaços da capital baiana como; o Parque de Exposições, o Teatro Isba e o estádio de Pituaçu registraram atividades.
 
Temas como democratização da comunicação, sistema financeiro, trabalho, educação e juventude, futuro do trabalho, ciência e tecnologia, emprego e renda, direitos para migrantes e refugiados, soberania nacional e ciência e tecnologia deram tom ao Fórum que pela primeira vez está sendo realizado em uma cidade nordestina. “Esse é o meu primeiro fórum e os debates estão sendo muito ricos e complementares e mostram a importância de travarmos nossas lutas e enfrentamentos contra o avanço do neoliberalismo”, afirma a estudante chilena Maribel Diaz.
 
O presidente da Central Única dos Trabalhadores da Bahia, destacou a importância do evento realizado na capital baiana. “A CUT Bahia está orgulhosa por organizar o Fórum Social Mundial aqui em Salvador. O saldo positivo é que temos a certeza que pessoas de outros estados, de outros países, voltem para seus locais de origem cheios de energia e possíveis resoluções de uma sociedade possível, que respeita os direitos de todos (as)”,  presidente da CUT Bahia, Cedro Silva.
 
Confira um balanço do que foi promovido durante os 5 dias de atividades no FSM 2018
 
Geração de Renda
 
Espaço democrático e construído de forma coletiva entre organizações sociais; o Fórum Social Mundial foi a oportunidade também para muitas famílias ganharem um dinheiro extra e garantir o sustento. É o caso de Maria Andrezina, artesã do Tocantins. Ela percorreu uma distância de mais de 1500 km em três dias de viagem para expor e vender os artesanatos que desenvolve com o capim dourado. O trabalho é desenvolvido pela família  há gerações e é a única fonte de renda da família. “Com o dinheiro das vendas pago as contas e mantenho as despesas da casa. O Fórum é uma excelente oportunidade”, conta.
 
Garantir a renda também é um dos objetivos de Thais Maciel, do coletivo de mães. Natural de Brasília, Thais viaja o Brasil com o filho Davi, de um ano e seis meses e com outras mães levando o artesanato de peças exotéricas. “Viajo esse país e o Davi me acompanha desde os dois meses de vida. Com a venda desses artesanatos mantenho as minhas despesas e as dele. É o que me importa. Não quero ficar rica, quero sustentar minha família e participar de momentos como esse”, relata.
 
Produtos da agricultura familiar, roupas, e artigos ecológicos de cama, mesa e banho também eram encontrados por toda a extensão do Campus da Universidade Federal, aquecendo a economia solidária.
 
O Futuro do Trabalho
 
O Futuro do Trabalho foi tema prioritário na Tenda da CUT durante os cinco dias do Fórum Social Mundial.
 
Na edição deste ano, os eixos temáticos e as prioridades da CUT foram: 1) democracia e trabalho, 2) o futuro do trabalho, 3) produção de alimentos/soberania alimentar; e, 4) migrações.
 
As atividades reuniram centenas de participantes de diversas categorias nas duas Tendas (Margarina e Chico).
 
Para essas atividades realizadas na Tenda, a CUT trouxe convidados especiais como; Márcio Porchman, da Fundação Perseu Abramo; João Felício, da CSI; Vitor Baez, da CSA; o embaixador Celso Amorim, ex-ministro de Relações Exteriores; e Valter Sanches, da Industrial, entre outros.
 
Participação dos Sindicatos
 
A participação dos sindicatos foi decisiva para o sucesso do Fórum Social Mundial 2018 na Bahia.
 
Com suas bandeiras de luta e temáticas em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras do Bahia e do Brasil, os sindicatos contribuíram para a construção de um mundo melhor.
 
Ao longo dos 5 dias de debates mais de 100 atividades foram inscritas e  debatidas na Tenda O Futuro do Trabalho. Reconhecimento, unidade e compromisso com os trabalhadores resumem a participação dos sindicatos.
 
Forinho
 
Pela primeira vez em todas as edições de realização do Fórum Social Mundial as crianças tiveram seu espaço reservado. Enquanto a mãe do Davi vendia o artesanato, ele participa, ao lado de outras crianças, do Forinho.
 
O Fórum mirim inseriu os pequenos na programação com atividades lúdicas e recreativas. “Enquanto eu estou nos debates, na luta, ela está se divertindo”,diz a mãe do Davi.

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Question related to this article:

World Social Forums, Advancing the Global Movement for a Culture of Peace?

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Intervenções artísticas e culturais
 
Artistas de expressão nacional como Tulipa Ruiz, Ilê Aiyê e Ana Cañas participaram do Fórum Social Mundial. A paulista Ana Cañas participou do Assembleia Mundial das Democracias, realizado no estádio de Pituaçu com a participação de diversos líderes desenvolvimentistas como o ex-presidente Lula e o ex-líder de Honduras Manuel Zelaya, e prestou uma homenagem a vereadora Marielle Franco, do PSOL, executada no Rio de Janeiro na noite da última quarta-feira(15). No mesmo evento, o bloco afro Ilê Aiyê realizou uma apresentação, valorizando a cultura negra e rechaçando o racismo e todas as formas de preconceito. Já a cantora Tulipa Ruiz fez uma apresentação para as juventudes que estavam acampadas no Parque de Exposições.
 
Defesa do Lula e das Democracias
 
Os pontos altos do Fórum aconteceram na quinta-feira e contou com a participação do ex-presidente Lula, da ex-presidenta Dilma Rousseff e do ex-líder de Honduras, Manuel Zelaya. A presidenta foi aclamada no evento de Lançamento do Comitê de Solidariedade Internacional em Defesa de Lula e da Democracia no Brasil, realizado na Tenda Futuro do Trabalho. O Comitê tem como objetivo iniciar uma articulação com apoio mundial para derrubar o golpe e o sistema de recessão instaurado no Brasil. Organizado pela Central Única dos Trabalhadores e Fundação Perseu Abramo, o lançamento do Comitê contou também com a presença do embaixador e ex-ministro da defesa, Celso Amorim, e do professor da Universidade de Coimbra, em Portugal, Boaventura de Sousa Santos.
 
A noite, foi o momento mais aguardado de toda a programação e foi também o de maior adesão. Milhares de pessoas se reuniram no Estádio de Pituaçu para participar da Assembleia Mundial em Defesa das Democracias e para ver de perto os grandes expoentes dos movimentos e partidos de esquerda. O  convidado mais aguardado  foi o ex-presidente Lula, mas o público pôde vibrar se emocionar e imaginar um futuro melhor para o nosso país com discursos do governador da Bahia Rui Costa, da senadora Gleisi Hoffman, da deputada federal e candidata à presidência Manuela D’ávila, do ex-presidente de Honduras, Manuel Zelaya, além de lideranças sindicais e representantes de movimentos sociais e estudantis. Todos unidos para exaltar a preservação do estado democrático de direito que vem sendo constantemente ameaçado pelo governo golpista de Michel Temer.
 
Assembleia das Mulheres
 
Durante o evento realizado no Pelourinho, as mulheres aprovaram o documento que expressa toda a indignação pela situação a que estão submetidas. O documento propõe caminhos para superar todas as questões em defesa das mulheres em todo o mundo todo.
 
O documento inclui 11 propostas que farão parte da agenda internacionalista. Dentre as exigências das mulheres estão: políticas públicas que garantam o trabalho produtivo e reprodutivo; pelo reconhecimento da identidade de expressão e de gênero e  pelo reconhecimento dos direitos das mulheres; pelo fim do feminicídio, transfeminicídio e de todas as formas de violências contra as mulheres praticadas em todos os âmbitos sejam público e privado; pelo acesso ao poder político; pelo fim da perseguição e o assassinato das defensoras dos direitos humanos das mulheres; pelo acesso à educação universal emancipatória, transformadora e não sexista nem racista; pelo fim das prisões de negros, indígenas, imigrantes e pessoas pobres; pelo desmantelamento da estrutura patriarcal dos meios de comunicação. As mulheres se manifestam contra o racismo, xenofobia, genocídio e todas as formas de discriminação; contra o capitalismo, o colonialismo e o imperialismo que explora e se apropria das mulheres por todo o planeta.
 
As mulheres aprovaram uma moção de repúdio pela morte da vereadora Marielle Franco e outra de solidariedade a luta das mulheres da Venezuela.
 
Ao final da Assembleia, as participantes saíram em marcha ao som da Banda Didá do Terreiro de Jesus até a Praça Municipal.
 
Acampamento da Juventude

– A partir de hoje (17), uma nova fase de confrontos sociais e políticos entram em cena para centenas de jovens do país.  O Acampamento da Intercontinental da Juventude reuniu jovens de todo o país para falar de política e direitos da juventude no Brasil e no mundo.
 
Foram três dias de debates, integração e muita diversão protagonizada pelos jovens no Parque de Exposições em Salvador. 
 
Ágora dos Futuros

Na manhã do último dia (17), foram apresentados os resultados e desdobramentos de variadas atividades.
 
O último dia do Fórum Social Mundial reservou um momento importante de convergência entre os 19 eixos de discussão que fizeram parte do evento. Integrantes de várias partes do mundo transformaram a Biblioteca Central da UFBA na “ Ágora dos Futuros”, um espaço destinado para  exposição de ações que vão manter acesa a chama de conhecimento que foi criada durante a 13ª  edição do Fórum Social Mundial em Salvador.
 
Participaram das atividades mais de 60 mil pessoas de 120 países e 1500 coletivos, organizações e entidades foram  cadastrados.
 
Cerca de  1400 atividades autogestionadas foram realizadas com a  participação de representantes de países do mundo inteiro, como: Canadá, Marrocos, Finlândia, França, Alemanha, Tunísia, Guiné, Senegal, além de países Panamazônicos e representações nacionais.

México: Tlalnepantla realiza el ‘encuentro de mujeres por La Paz’

. IGUALDAD HOMBRES/MUJERES .

Un artículo de  Lauro Galicia pour Acustiko Noticias

Se llevó a cabo el ‘Encuentro de mujeres por la paz’, en el que mujeres exitosas participaron en la construcción de paz en Tlalnepantla, Estado de México, en donde compartieron experiencias locales e internacionales ante escenarios de violencia e inseguridad.


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Al encabezar este encuentro, la alcaldesa Denisse Ugalde Alegría reconoció la labor de Rosa Cristina Parra Lozano, especialista en comunicación para el desarrollo y activista ciudadana, así como de Margarita Solano Abadía, promotora del periodismo de paz, quienes participaron como ponentes y han sido líderes en sus respectivos rubros.

Enfatizó que así como ellas, cada una de las mujeres de este municipio desde el ámbito en el que se desenvuelven, ya sea político, empresarial, restaurantero, deportivo y social, puede sentar las bases para la construcción de paz y hacer la diferencia en su comunidad.

Recordó que para hacer un frente común contra la violencia y la delincuencia, en Tlalnepantla se puso en marcha el programa Redes Vecinales de Seguridad, iniciativa que está moviendo a la ciudadanía en la construcción de ambientes seguros y en paz.

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

Do women have a special role to play in the peace movement?

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Informó que a una semana de la instalación del primer sistema de alarma en el municipio, cerca de 14 mil tlalnepantlenses ya se han organizado en redes vecinales de seguridad y se definieron 199 puntos de instalación de las 324 alarmas, lo que significa un avance del 61.5 por ciento.

Puntualizó que diariamente se efectúan reuniones para la conformación de dichas redes, mismas que están integradas por 70 vecinos en promedio y mediante las cuales se pretende fortalecer las capacidades de organización, colaboración y solidaridad, para promover y atender la violencia e inseguridad que aquejan al municipio.

Ugalde Alegría añadió que cerca de 500 servidores públicos de todas las áreas de la administración, ya han sido sensibilizados y capacitados en estos temas de atención a la ciudadanía, además de que han sostenido reuniones de trabajo encaminadas a la recuperación de la confianza ciudadana.

Detalló que entre las comunidades que ya definieron los puntos exactos de instalación de los sistemas de alarmas, se encuentran Santa María Tlayacampa, Jardines de Santa Mónica, Electra, Cuauhtémoc, Unidad Habitacional El Tenayo, Lázaro Cárdenas, San Juan Ixhuatepec, Leandro Valle, Los Pirules y Prensa Nacional, por mencionar algunas.

En este encuentro de mujeres que fue moderado por Angélica Garnica Sosa, integradora de Cultura de Paz; la periodista colombiana Margarita Solano compartió su experiencia de lo que vivió en Ciudad Juárez, considerada en determinado momento como la ciudad más peligrosa y violenta del mundo.

En tanto, la activista Rosa Cristina Parra narró su experiencia como coordinadora de la movilización mundial contra las FARC y el trabajo que impulsó para que Colombia recupere la tranquilidad.

Mujeres tlalnepantlenses que intercambiaron puntos de vista con las ponentes, manifestaron su interés en que en este municipio se continúe trabajando para consolidar una cultura de paz y con ello construir un lugar seguro para sus familias.

Boletín español: el 01 de marzo 2018

SOLIDARIDAD, EN VEZ DE INTIMIDACION .

El tema de ese mes es solidaridad en vez de intimidación militar; comenzamos por las palabras de Antonio Guterres, Secretario General de las Naciones Unidas.

En los Juegos Olímpicos de Invierno en PyeongChang, República de Corea, Guterres dijo: “Que la llama olímpica brille como un faro de solidaridad humana y que la tregua olímpica ayude a difundir una cultura de paz”.

Hablando en la reunión sobre la amenaza transnacional del terrorismo en África, organizada por el Consejo de Paz y Seguridad de la Unión Africana, concluyó que: “Nos enfrentamos a un desafío serio, pero creo que es un desafío que podemos ganar a través de la solidaridad, la acción conjunta y la determinación compartida”.

En Corea, los Juegos Olímpicos han inspirado el primer contacto pacífico entre el Norte y el Sur durante muchos años. Esto marcado por la amenaza de una acción militar en Corea por parte de los Estados Unidos.

Mientras los atletas de Corea del Norte y Corea del Sur caminaban juntos, el presidente del Comité Organizador de los Juegos Olímpicos, Lee Hee-beom, dijo en la ceremonia de encerramiento que “la presencia de las dos Coreas en estos Juegos Olímpicos ha establecido una base sólida para el futuro de las dos Coreas. La semilla de paz que ha plantado aquí en PyeongChang crecerá como un gran árbol en un futuro próximo.  La esperanza y las aspiraciones de los atletas de Corea del Sur y del Norte junto con la de los porristas definitivamente servirán como piedra angular para la unificación de la Península Coreana”.

En África, el llamado de solidaridad de Guterres hace eco de las acciones de la UNESCO para una cultura de paz, diseñadas para “aprovechar las fuentes de inspiración y el potencial de los recursos culturales, naturales y humanos de la continente para identificar líneas de acción concretas para construir una paz sostenible, la piedra angular del desarrollo endógeno y panafricanismo.”  Estos pueden considerarse como una alternativa no solo a la amenaza terrorista, sino también a la amenaza que representa la expansión militar de los EE. UU. en este continente.

Algunas acciones en el contexto de la solidaridad. . .

América Latina presenta dos buenos ejemplos de solidaridad este mes.
Escribiendo desde México, Leonardo Boff, el teólogo y escritor brasileño, recuerda el notable espíritu de solidaridad y cooperación del pueblo mexicano en respuesta al terremoto del año pasado. Y escribiendo en el sitio web de la organización Tikkun en los EE.UU., David Sylvester, recuerda cómo la presencia de una delegación de unos 50 activistas interreligiosos y de paz impidió la violencia contra las protestas pacíficas del pueblo de Honduras.

* En Europa, los activistas de Amnistía Internacional y Anafé (Asociación Nacional de la Asistencia Fronteriza para Extranjeros) continúan ayudando a los refugiados en la frontera a pesar de la persecución de las autoridades francesas.

* En Medio Oriente, a pesar de la presión del gobierno israelí, el Movimiento Internacional “Boicot, Desinversión y Sanciones”, que busca poner fin a la ocupación de Palestina y las violaciones a los derechos humanos por Israel, continúa sus actividades, y él está nominado para el Premio Nobel de la Paz.

* En los Estados Unidos, el movimiento de solidaridad y resistencia para proteger a los inmigrantes de la amenaza de deportación por parte del gobierno de Donald Trump continúa ganando impulso, como lo demuestra la declaración de Toni Harp, alcalde de New Haven.

Finalmente, a nivel mundial, publicamos las últimas noticias del Fondo de Solidaridad Juvenil de la Alianza de Civilizaciones de las Naciones Unidas, que hemos estado siguiendo desde su creación hace más de una década. Un antiguo director de la Alianza, Shamil Idriss, ahora director de Search for Common Ground, nos da su visión de la organización en 2018, según sus actividades del año pasado.

      

TOLERANCIA Y SOLIDARIDAD



El Pueblo de México Dio Exemplo al Mundo

LIBERTAD DE INFORMACIÓN


La Segib Lanza el Laboratorio de Innovación por la Paz en Colombia

PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA



España: Junta de Andalucía destaca compromiso de la comunidad con el diálogo y solidaridad en el ‘Día Escolar de la Paz’

DESAROLLO SUSTENTABLE



China Reassigns 60,000 Soldiers to Plant Trees

DESARME Y SEGURIDAD


First National Bank dumps NRA, will no longer issue NRA Visa card

DERECHOS HUMANOS



Pakistan: Asma Jahangir, Champion Of Human Rights, Critic Of Pak Army, Dies At 66

IGUALDAD HOMBRES/MUJERES


India: ’Life: A Mystical Journey’- A Gathering of 500 Women Leaders To Explore Spirituality as Tool For Peace And Empowerment

EDUCACIÓN PARA PAZ



Search for Common Ground: Vision for 2018

La Segib Lanza el Laboratorio de Innovación por la Paz en Colombia

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Un artículo de Iberoeconomia

La Secretaria General Iberoamericana organiza el Laboratorio de Innovación Ciudadana por la Paz. Un evento que se celebrará entre el 13 y 24 de febrero con el apoyo de la Alta Consejería para el Postconflicto de la presidencia de Colombia, la Gobernación de Nariño, y Nansen Center for Peace and Dialogue con el apoyo de la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo.

Los Laboratorios de Innovación Ciudadana, que se celebrarán anualmente en Iberoamérica, hacen posible que cientos de ciudadanos de todos los países de la región trabajen juntos desarrollando proyectos innovadores para mejorar la sociedad. El Laboratorio de Innovación Ciudadana para la Paz en Colombia será la primera vez que la innovación ciudadana y las soluciones que los ciudadanos de toda Iberoamérica propongan formen parte de la construcción de la paz.

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Question related to this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

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A partir del 13 de febrero y durante 12 días, 100 ciudadanos procedentes de Colombia, Argentina, Brasil, Chile, Ecuador, España, Honduras, Italia, México, Noruega, Panamá, Perú, Portugal, Uruguay y Venezuela trabajarán juntos en 10 proyectos de innovación que proporcionarán soluciones a retos clave del postconflicto en Colombia en el ámbito de los derechos humanos, convivencia, desarrollo local alternativo, cultura de paz y reconciliación.

En el Laboratorio de Innovación Ciudadana para la Paz se trabajarán soluciones de innovación y tecnología para problemas que se plantean en Colombia en esta etapa de postconflicto, por ejemplo: fabricación de prótesis en 3D para víctimas del conflicto, sistemas sostenibles de aprovechamiento del agua de la niebla como recurso hídrico en zonas rurales, plataformas digitales para organizar el activismo ciudadano y documentar la experiencia de un pueblo indígena que resistió al narcotráfico.

Durante el Laboratorio se celebrarán 15 conferencias, encuentros y cursos gratuitos con expertos en procesos de paz e innovación de todo el mundo que estarán abiertos al público y se podrán seguir a través de Facebook Live.

El 24 de febrero los participantes presentarán al público todos los proyectos finalizados en el Teatro Imperial de Pasto en presencia del ministro Rafael Pardo y la secretaria general iberoamericana, Rebeca Grynspan, junto con el gobernador de Nariño, Camilo Romero.

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El Pueblo de México Dio Exemplo al Mundo

TOLERANCIA E SOLIDARIDAD .

Un editorial por Leonardo Boff en Cultura de Paz. Managua, Nicaragua • Volumen 23 • N° 73 • Septiembre – Diciembre, 2017

Los días 19 y 23 de septiembre, México fue sacudido por dos terremotos, uno de magnitud 7,1 y otro de 6,1 en la escala Richter, que alcanzaron a 5 Estados, decenas de municipios, incluida la capital, Ciudad de México, colapsando centenares de casas y produciendo grietas en otros cientos de edificios. Iglesias bellísimas, como la de san Francisco de Asís en Puebla, vieron sus torres derribadas. Todavía se acuerdan todos del terrible terremoto de 1985 que produjo más de diez mil víctimas. Este, aunque ha sido muy fuerte, mató a 360 personas.


Foto de Yucatan Times

He estado posteriormente en México y en Puebla, invitado para dar conferencias, y he podido verificar in situ los estragos y el trauma ocasionado en la gente.

Pero lo que ha llamado la atención general ha sido el espíritu de solidaridad y de cooperación del pueblo mexicano. Sin que nadie las convocase, miles de personas, especialmente los jóvenes, se pusieron a remover escombros para salvar a las víctimas enterradas. Se organizaban grupos espontáneamente y este espíritu de solidaridad pudo salvar muchas vidas.

Inmediatamente se crearon centros de recogida de ayuda a las víctimas, ya fuera con mucha agua, víveres, ropa, mantas y todo tipo de utensilios importantes para una casa. En el momento en que escribo este artículo (13/10/17) todavía se ven muchos lugares de acopio. La
cooperación no conoce límites.

Narro solamente dos hechos que son conmovedores. El primero: el edificio de una escuela se derrumbó lentamente con muchos niños dentro. Un joven, viendo que en medio de las ruinas se había formado una especie de canal, penetró rápidamente por el agujero y sacó a varios niños de 5-7 años. Apenas había sacado al último cuando detrás de él cayó otra parte de la escuela, salvándose por segundos.

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Question for discussion

Is there a renewed movement of solidarity by the new generation?

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Segundo hecho: una joven señora, de unos 30 años de edad, estuvo 34 horas debajo de los escombros. Concedió una conmovedora entrevista por la televisión, narrando las distintas fases de su tragedia. Aprisionada entre los escombros, una plancha de concreto quedó fijada a un palmo de su rostro. Durante 30 horas no oía ninguna voz, ni pasos, ni ningún ruido que significara la aproximación de alguien que pudiese rescatarla.

Entonces narró los distintos estadios psicológicos, semejantes a los que conocemos cuando un enfermo recibe la noticia del carácter incurable de su enfermedad y de la proximidad de la muerte.

En un primer momento, esta señora se preguntaba: ¿por qué precisamente yo debo pasar por esta desgracia? Después, casi desesperada, se puso a llorar hasta quedarse sin lágrimas. En el momento siguiente, se puso a rezar y a suplicar a Dios y a todos los santos y santas, especialmente a la Virgen de Guadalupe, la de mayor devoción de los mexicanos. Finalmente, se resignó y confiadamente se entregó a la voluntad misteriosa de Dios. Pero no perdió la esperanza.

Por fin, oyó pasos y después voces. La esperanza se fortaleció. Después de 34 horas, literalmente sepultada bajo una montaña de escombros, pudo ser rescatada. Y he aquí que, alegre y entera, acompañada por una sicoanalista especializada en tratar traumas psicológicos
como los causados por un repentino terremoto, allí estaba ella dando testimonio de su terrible experiencia.

México es una región marcada geológicamente por terremotos, dada la configuración de las placas tectónicas de su subsuelo. El ser humano no tiene poder sobre estas fuerzas telúricas. Lo que puede hacer es precaverse, aprender a construir sus edificaciones, resistentes a terremotos al modo de los japoneses y, sobre todo, acostumbrarse a convivir con esta realidad indomable. De manera semejante lo hace la población de nuestro semiárido nordestino, que debe adaptarse y aprender a convivir con la sequía que puede durar largos años, como ocurre actualmente.

En el debate tras una conferencia en la Universidad Iberoamericana, en la ciudad de México, una señora declaró: “si nuestro país y si la humanidad entera viviesen ese espíritu de solidaridad y de cooperación, no habría pobres en el mundo y habríamos rescatado una parte del paraíso perdido”.

Yo reforcé esta desiderata suya y le dije que fue la cooperación y la solidaridad de nuestros antepasados antropoides, que comenzaron a comer juntos, lo que les permitió dar el salto de la animalidad a la humanidad. Lo que fue verdad ayer, debe ser verdad todavía hoy. Sí, la solidaridad y en general la cooperación de todos con todos podrá rescatar la esencia hacernos plenamente humanos. En estos días recientes el pueblo mexicano nos ha dado un espléndido ejemplo de esta verdad fundamental.

(Gracias a Marcos Estrada, el reportero de CPNN por este articulo.)

España: Junta de Andalucía destaca compromiso de la comunidad con el diálogo y solidaridad en el ‘Día Escolar de la Paz’

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de 20 Minutos (reproducido según los términos de Creative Commons)

Los 271 centros educativos de la provincia de Almería integrados en la Red ‘Escuela: Espacio de Paz’ han celebrado este martes [30 de enero] el ‘Día Escolar de la Paz y de la No Violencia’ con un programa de actividades lúdicas y culturales de promoción de los valores democráticos de la igualdad, el respeto a la diversidad y la tolerancia.

Más de 100.000 alumnos y 6.000 docentes participan en Almería en estas iniciativas de mejora de la convivencia entre la comunidad educativa. La delegada de la Junta, Gracia Fernández, que ha destacado el compromiso de la comunidad educativa con la solidaridad y el diálogo, ha compartido con los estudiantes de Las Norias de Daza y del IES Aguadulce los actos que han organizado para conmemorar esta efeméride internacional.

Una treintena de ONG han participado en la ‘VII Jornada de Voluntariado, Participación y Solidaridad’ en el IES Aguadulce. El encuentro, que pone en contacto directo a los estudiantes con la labor que realizan las asociaciones en distintos ámbitos, ha sido inaugurado por la delegada del Gobierno de la Junta, Gracia Fernández, que ha recorrido las mesas informativas de los diferentes colectivos instaladas en el centro acompañada por la delegada de Educación, Francisca Fernández, y por la directora del instituto, Amparo García.

En su visita, Gracia Fernández ha señalado que esta jornada pone de manifiesto “el trabajo conjunto de la comunidad educativa del IES Aguadulce en el fomento de los valores de la solidaridad, la justicia social y la igualdad de oportunidades y su promoción entre el alumnado”.

La jornada, que celebra su séptima edición, incluye una zona de exposición situada en unos de los patios cubiertos del centro donde, desde las 9 de la mañana y hasta las 13.30, las asociaciones han mostrado la labor que realizan a través de folletos, paneles y demás material informativo.

El programa se completa con una serie de charlas y talleres impartidos por las diferentes ONGs participantes, dirigidas a alumnos y alumnas de ESO, de Bachillerato y de los Ciclos Formativos de Informática. 

La delegada del Gobierno ha explicado que este tipo de encuentros “contribuyen a hacer visible ante la sociedad la figura del voluntario y su compromiso altruista y solidario y refuerzan los contenidos que sobre estos temas se incluyen en el currículo educativo andaluz”.

Fernández se ha referido al papel del voluntariado “como instrumento de participación de la sociedad y como espacio desde el que se construye la ciudadanía y se fortalece la democracia”. “La solidaridad, la responsabilidad social, la justicia y la igualdad de oportunidades son valores que la acción voluntaria y el sistema público de educación andaluz comparten”, ha explicado la delegada.

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( Haga clic aquí para una traducción en Inglés)

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How important in community development for a culture of peace?

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Ante la comunidad educativa del IES Aguadulce, Gracia Fernández, ha animado a los jóvenes a participar en el movimiento asociativo “para combatir la exclusión, luchar por la igualdad, por la educación, por la integración de las personas con discapacidad, por la cultura o el medioambiente, en definitiva, por una sociedad más justa”.

Amnistía Internacional, Proyecto Hombre, Greenpeace, Posidonia, Manos Unidas, Asalsido, Colega, Cáritas, Posidonia o A Toda Vela son algunas de las treinta asociaciones que participan, junto al Instituto Andaluz de la Juventud (IAJ) en esta VII Jornada de Voluntariado del IES Aguadulce, un centro con 1.630 estudiantes y 75 docentes, que desarrolla entre otros programas los de Forma Joven y Escuela Espacio de Paz.

CARRERA SOLIDARIA EN LAS NORIAS

Las delegadas del Gobierno y de Educación, Gracia Fernández y Francisca Fernández, también han visitado esta mañana Las Norias de Daza para compartir con los estudiantes de los centros educativos de esta barriada ejidense las actividades organizadas por la Mesa Local de Educación y Comunidad con motivo del ‘Día Escolar de la Paz’, entre ellas, una carrera solidaria a favor de la ONG ‘Save the Children’.

Gracia Fernández ha agradecido a la comunidad educativa y a los integrantes de la Mesa Local “su colaboración generosa en el proceso de mejora permanente del sistema educativo público”.

La Mesa Local de Educación y Comunidad de Las Norias se creó en 2012 enmarcada en el Proyecto de Intervención Intercultural que impulsa la Obra Social de La Caixa y a iniciativa de la asociación de Cooperación y Desarrollo con el Norte de África (Codenaf) con el apoyo de la Junta y del Ayuntamiento de El Ejido.

Cuenta con la participación de los cinco centros educativos de Las Norias y con un grupo mixto de técnicos y profesionales de los servicios sociales, de la salud, de los deportes y la educación.

Su objetivo es ser un foro de reflexión desde el que gestionar, de forma colectiva, la diversidad cultural de Las Norias y favorecer la cohesión social y la convivencia.

La delegada de Educación ha destacado que “el trabajo de la Mesa Local ha dado sus frutos en la mejora de los resultados académicos de todo el alumnado y en el desarrollo de un proyecto educativo que se enrique con la multiculturalidad y la diversidad”.

DÍA ESCOLAR DE LA PAZ

El Día Escolar de la Paz y de la No Violencia se celebra el 30 de enero desde 1964, cuando surgió como una iniciativa del profesor español Llorenç Vidal para la difusión de la educación en y para la tolerancia, la solidaridad, la concordia y el respeto a los derechos humanos. En 1993 recibió el respaldo de la UNESCO que convirtió esta celebración en Día Mundial. La efeméride coincide con la fecha de la muerte de Mahatma Gandhi, asesinado en 1948.

La delegada de Educación, Francisca Fernández, ha destacado que “la cultura de la paz no es sólo un contenido transversal sino que es una de las finalidades últimas del sistema público educativo en Andalucía que se concreta en el Plan Andaluz de Educación para la Cultura de Paz y que supuso la creación en el curso 2002-2003 de la Red Escuela: Espacio de Paz”.

Boletín español: el 01 de febrero 2018

MEDIOS DE COMUNICACIÓN PARA PAZ .

Desde el principio, ha sido el sueño en CPNN que nuestro sitio web y otros como nosotros puedan atraer a tantos lectores que los medios de comunicación necesitarían retomar el tema de la cultura de la paz para competir con nosotros.

No sé si hemos jugado un papel en esto, pero de hecho vemos cada vez más, al menos en América Latina y África, que los medios comerciales están retomando el tema de la cultura de la paz.

El último ejemplo proviene de México, como se describe en el artículo del CPNN, “Modificará Sizart sus contenidos para introducir como eje ‘la cultura de paz’

Las muchas decisiones tomadas en su manifiesto “La radio pública como constructora de discursos para la paz en México” incluyen:

* Cada programa de noticias debe iniciar y terminar con una noticia positiva y debe incluir al menos una historia relacionada con “hechos de paz.”

* Cada estación de radio debe realizar una competencia al menos cada trimestre con lecturas, versos, canciones y poemas relacionados con hechos de paz y perfiles de personas que han contribuido a la paz.

* Un programa de radio de 30 capítulos, 15 minutos de duración, será transmitido por todas las emisoras públicas en México con contenido derivado del manifiesto

El manifiesto fue desarrollado con el aporte de periodistas colombianos que explicaron cómo los medios juegan un papel positivo en la transición hacia la paz en su país.

En Colombia, por ejemplo, la iniciativa “Radios Comunitarias para la Paz y la Convivencia“, lanzada a mediados de 2016 con el apoyo de la Unión Europea, apoya a 400 de las 627 estaciones de radio comunitarias en el país para generar una cultura de la paz en las zonas rurales más remotas, las más afectadas por el conflicto armado. La iniciativa no solo abre micrófonos al público, sino que también incluye talleres en los que 200 periodistas de la radio comunitaria han sido capacitados en el desarrollo de contenido educativo sobre consolidación de la paz.

El año pasado en Colombia, la Oficina del Alto Comisionado de Paz empezó a preparar a informadores que trabajan en emisoras comunitarias, las cuales, en muchas ocasiones son el único medio que existe en cientos de poblados alejados de las grandes ciudades.

En África, ahora hay tantas iniciativas mediáticas para una cultura de paz que hemos comenzado una sección de CPNN dedicada a la pregunta “¿El periodismo africano y la cultura de paz, un modelo para el resto del mundo?” Se proporcionan enlaces a artículos de la CPNN de Uganda, Tanzania, Senegal, República Democrática del Congo, Mali y Somalia.

En Uganda, desde el final de la guerra civil con el Ejército de Resistencia del Señor, las estaciones de radio de la comunidad local han estado informando al público a través de informes sobre la paz con un enfoque en el desarrollo. Las agencias internacionales han entrenado a cientos de periodistas locales sobre informes de paz. Se han creado varias radios comunitarias con un compromiso con el periodismo de paz y todavía están activas en la actualidad.

El proyecto de la UNESCO “Empoderando la radio local con las Tecnologías de la Información y la Comunicación” está ayudando a las estaciones de radio a inspirar intolerancia a la violencia de género y responsabilizar a los perpetradores en Tanzania, la República Democrática del Congo, Uganda y Burundi.

En Senegal, el año pasado, periodistas y expertos de los países de África Occidental y el Sahel se reunieron en un seminario sobre “El papel de los periodistas y los medios de comunicación en la prevención de la violencia.

“Es responsabilidad de cada persona difundir contenidos positivos y experiencias útiles que participen en la construcción del mundo y, por lo tanto, a una cultura de paz. Por lo tanto, depende de nosotros hacer que los medios sean una herramienta positiva para la construcción de la sociedad,” según Patrick Busquet, el jefe de la Fundación Hirondelle (República Democrática del Congo). En pos de este ideal, a partir de 2014 la Fundación Hirondelle instaló varios medios en África: Radio Okapi en Kinshasa, Radio Ndeke Luka en Bangui, los estudios Tamani en Mali, Mozaik en Costa de Marfil e Hirondelle en Guinea.

En 2011, la Red de Periodistas por la Paz y la Seguridad (NetPeace) se lanzó oficialmente en la sede de la Unión Africana bajo el lema “Promover una cultura de paz a través de los medios de comunicación”. Se establecieron coordinadores regionales en Mauritania, Malí, Liberia, Djibouti, Kenya, Burundi, Guinea Ecuatorial, Zimbabwe y Sudáfrica.

En los Estados Unidos el año pasado, CPNN participó en un panel en Southern Oregon University titulado “Cultivar una cultura de paz en la era de Trump: ¿qué papel juegan los medios? ” Entre los panelistas se encontraban Jeff Golden de Southern Oregon Public TV y Bert Etling, un miembro de la Comisión de Cultura de Paz de Ashland y editor del periódico Ashland Daily Tidings. Los artículos sobre la cultura de la paz de Daily Tidings son reimpresos frecuentemente por CPNN.

Esperemos que veamos más desarrollo de los medios para una cultura de paz en el Norte, pero por el momento, es África y América Latina a la cabeza.

      

LIBERTAD DE INFORMACIÓN


México: Modificará Sizart sus contenidos para introducir como eje “la cultura de paz”

TOLERANCIA Y SOLIDARIDAD



Brasil: Londrina terá encontro em prol da paz e tolerância religiosa

PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA



Honduras: Fomentan cultura de paz en 200 jóvenes de zonas “calientes”

DESAROLLO SUSTENTABLE



‘World’s First Solar Highway’ Opens in China for Testing

DESARME Y SEGURIDAD


Baltimore, USA: Conference on US foreign military bases

DERECHOS HUMANOS


Uruguay: PIT CNT plantea realizar una movilización “masiva” para construir “una cultura de paz”

IGUALDAD HOMBRES/MUJERES


Women’s March protests across America against President Trump

EDUCACIÓN PARA PAZ



Afirman que El Salvador prioriza en escuelas la cultura de paz

Venezuela: Sector educativo plantea capacitar a docentes en cultura para la paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo del Correo del Orinoco

La formación de los docentes en valores vinculados al pensamiento y práctica de la paz es la premisa que el sector educativo plantea desarrollar en los debates que este fin de semana [20 enero] se realizan en todo el país para la elaboración del Plan de la Patria 2019-2025.

“Los espacios educativos queremos que se conviertan en espacios para la paz; unas instituciones educativas que funcionen como ejemplo de cultura para la paz y donde no sólo se piense, sino que se practique la paz”, explicó el profesor de Física José Azuaje, en un programa especial transmitido por VTV.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página.)

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Questions for this article:

Where is peace education taking place?

(Artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Por su parte,la viceministra para le Educación, María Eugenia Piñero, en su intervención en el espacio televisivo, resaltó la unión que se ha afianzado en pro de una formación con conciencia de libertad en todo el gremio educativo que incluye al personal administrativo, docentes, consejos educativos y estudiantes.

“Ahora más que nunca tenemos un magisterio unido, que apuesta por una educación liberadora, por eso llamo a todos los docentes a seguir sumando propuestas en estas asambleas para consolidar un importante nivel de conciencia en la educación”, refirió Piñero.

El propósito de promover la cultura de paz es promover valores de aceptación y convivencia entre los estudiantes con miras a construir un futuro para la sociedad venezolana al margen de la violencia.

Este sábado el ministro para la Educación, Elías Jaua, se reunió con el sector educativo del país para debatir sus aportes al Plan de la Patria 2019-2025, desde la Unidad Educativa Bolivariana Pedro Fontes en la parroquia La Vega de Caracas, donde agradeció la atención de la comunidad educativa al debate que continuará este domingo en 3.500 espacios del país.

Honduras: Fomentan cultura de paz en 200 jóvenes de zonas “calientes”

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de La Tribuna

Habilidades para la vida y liderazgo, a partir de actividades lúdicas al aire libre, aprendieron 200 jóvenes de distintos barrios y colonias del Distrito Central que llegaron hasta la sede del Movimiento Scout, para participar en el evento “Honduras Motívate”.

La actividad se desarrolló en el marco de la estrategia integral de seguridad ejecutada por el gobierno, a través de la Secretaría de Seguridad en el Despacho de Prevención y el Gabinete de Prevención, Paz y Convivencia.

Durante las actividades, de 9:00 de la mañana hasta las 12:00 del mediodía, los jóvenes practicaron y desarrollaron diferentes actividades grupales para aprender a participar y crear objetivos compartidos en la construcción de una cultura de paz, armonía y convivencia.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página.)

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can sports promote peace?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Estas actividades se realizan en colonias estratégicas para ayudar a los jóvenes y tratar de sacarlos de la situación de riesgo que los arrastra a caer en manos de grupos criminales organizados.

La viceministra de Seguridad, Alejandra Hernández, dijo que “Honduras Motívate es un proyecto que promueve el gobierno del Presidente Hernández, en el marco de la estrategia integral de seguridad”.

En distintos parques para una vida mejor se realiza este tipo de actividades para que los jóvenes y la niñez puedan mantenerse ocupados y sobre todo desarrollar hábitos de convivencia.

Los jóvenes participan en juegos tradicionales para tratar de recuperar la cultura que se ha perdido por estos juegos, que ya poco se conocen y poco se practica entre los niños, adolescentes y jóvenes, explicó Hernández.

También realizan competencias donde aprenden y comprenden que no existe la superioridad entre hombres y mujeres, al valorar y ver que cada uno posee habilidades y fortalezas distintas de los demás.

Hernández agregó que “hace falta mucho por hacer, el país debe avanzar, y armonizar en la construcción de una cultura de paz, no vamos a retroceder porque estamos en lo correcto y seguiremos luchando”.