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Ecuador: El hip-hop y el arte urbano se reafirman como ‘cultura de paz’ en un festival en la Garza Roja

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artíclo en El Universo

Dado que en Ecuador el movimiento del hip-hop y sus valores culturales se encuentra en crecimiento, gracias a las iniciativas diversas de artistas, gestores, comunicadores y activistas, este sábado 21 de mayo se celebrará el primer encuentro de arte y cultura urbana local, denominado Hip-hop a la Garza.

El evento se enraíza en la Declaración de Paz del Hip-Hop, que Temple of Hip Hop, Ribbons International, UNESCO y 300 activistas pioneros de la cultura hip hop firmaron en mayo del 2001. El tratado reconoce al movimiento como una cultura de paz, desarrollo personal y prosperidad internacional al servicio de las comunidades ya que el género se caracteriza por describir lo que pasa en la sociedad, los gobiernos y demás realidades de inequidad y desigualdad social. Desde ese momento, mayo se convirtió también el mes de este género.

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Question for this article:

Do the arts create a basis for the culture of peace?

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La iniciativa es un desarrollo de los colectivos Música en Casa, Casa Impro, Wide Mixer y la Fundación Cultural Garza Roja.

“La mayoría de las zonas urbanas en Guayaquil son gobernadas por el hip hop, por la cultura urbana. Queremos mostrar que la cultura urbana no solo encierra a los cantantes, a los grafiteros, sino también a muchas personas que hacen otros tipos de arte, y por eso es importante este evento para que todos esos actores puedan también conocerse y que el público pueda identificarse con ellos”, explica Sara Arana, autora conocida como la Abogada del rap y portavoz del encuentro.

“No necesitamos cantar rap o vestirnos de una forma estereotipada, el arte urbano lo vivimos todos los días”.

El festival se proyecta como una experiencia urbana al aire libre con los cuatro elementos del hip hop: el MC (maestro de ceremonias), el Dj (beats), el break dance y el graffiti. Acompañado de comedia, poesía, artes circenses, emprendimientos culturales y freestyle, con invitados especiales como Junox Mc, A2H+, De Jota El Máximo Exponente, Las Ratas, Juliana Solís, Lucky Luciano, Dj Mandy, La Abogada del Rap. Graffiteros como Kamikaze Mc, desde Quito y representando el power femenino, Hans Knopf de Guayaquil y más de 20 artistas en escena.

Además es un evento familiar y apto para todo público, que se desarrollará en instalaciones del Parque Cultural Garza Roja (km 37 vía Daule – Nobol), de 16:00 a 19:00. La entrada es gratuita, con previo registro.

Brasil: A cultura de paz e não violência é tema do III Festival de Graffiti

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artigo de Dourado News

De 25 de abril a 12 de junho de 2022, a UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) receberá as inscrições dos artistas interessados em participar da terceira edição do Festival de Graffiti, que terá como tema “A cultura de paz e não violência”, integrante da Meta 4.7 (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS 16) da agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).


A edição de 2017 grafitou os muros da Unidade 1 – Crédito: Divulgação

Como parte do objetivo 16 estão alguns pilares para a promoção da cultura da paz como: o desarmamento, os direitos humanos, a solidariedade, a alteridade, o respeito, a tolerância, o direito de ser e pertencer, o desenvolvimento sustentável, a igualdade entre gêneros e a participação democrática. 

A Universidade irá selecionar cinco intervenções artísticas com essa temática, duas na categoria nacional e três na categoria regional (MS), com premiações de R$ 5 mil e R$ 3,3 mil, respectivamente. Para cada intervenção selecionada será destinado um espaço de 10 metros de comprimento por 1,94 metro de altura. Como contrapartida, os artistas premiados oferecerão uma oficina gratuita à comunidade.

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Question for this article:

Do the arts create a basis for the culture of peace?

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O grafite será realizado nos muros da UFGD, de 24 a 27 de agosto, durante o evento III Festival de Graffiti. As oficinas serão ministradas em local, dia, horário e público atendido definidos pelo proponente e a Coordenadoria de Cultura. 
O formulário de inscrição está disponível em: https://forms.gle/hz2ntCV6oSziPb5J8.

Entre os documentos que os candidatos deverão anexar no formulário estão: projeto contendo identificação, texto conceitual e técnicas a serem utilizadas; esboço em formato digital, no tamanho A4 Colorido, do projeto “intervenção artística”; currículo; portfólio artístico; proposta da oficina a ser ministrada e; Declaração de Cessão dos Direitos Autorais e Patrimoniais (anexo I do edital). Para ser proponente é necessário ter mais que 18 anos. Servidores da UFGD estão impedidos de inscrever propostas.

De acordo com o cronograma, após a fase de inscrição e seleção de candidatos, o resultado preliminar será divulgado em 5 de julho e o resultado final em 22 de julho, com os prazos para recurso em cada etapa. 

Sobre os custos de participação, a UFGD não se responsabilizará pelo transporte, hospedagem e alimentação do artista/grupo que for selecionado. Também não se responsabilizará pelos materiais utilizados para as intervenções e oficinas, ficando as despesas sob a responsabilidade dos premiados.

O edital do III Festival de Graffiti da UFGD poderá ser acessado em: https://editais.ufgd.edu.br/processo/420/PROEX .

Informações adicionais poderão ser obtidos na Coordenadoria de Cultura da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (COC/PROEX) pelo e-mail: cultura@ufgd.edu.br.

Fórum do Brasil: Paz, como se faz?

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Uma atividade de Palas Athena

Um fórum com Marlova Noleto, Laura Roizman e Lia Diskin será transmitido no dia 10 de maio às 19h (horário de São Paulo) no facebook e youtube

“Quando a UNESCO direciona seus esforços para a busca da cultura de paz, percebe-se logo que a âncora de tal busca é a educação. Isso ocorre porque a conquista da paz pressupõe, entre outros, o direito à educação, um fundamento de sociedades mais justas, equitativas e inclusivas, e um dos pilares do desenvolvimento sustentável. O desafio consiste em encontrar os meios para transformar atitudes, valores e comportamentos a fim de promover a paz e a justiça social, a segurança e a solução não violenta de conflitos.”

Marlova Jovchelovitch Noleto
Diretora e Representante da UNESCO no Brasil

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Questions for this article:

 
What is the relation between peace and education?

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“Todos procuramos a paz e ninguém em sã consciência pode se colocar a favor das guerras, das desigualdades sociais, da destruição do meio ambiente. Mesmo assim, nossas escolas, universidades e famílias não educam para a paz. Respondendo a estes desafios escrevemos, Lia Diskin e eu, o livro Paz, como se faz? Semeando cultura de paz nas escolas, fruto da parceria entre a UNESCO e a Associação Palas Athena. Está em sua 4º edição e é de distribuição gratuita em escolas públicas e estabelecimentos educacionais. Disponível também para download em diversos sites.”

Laura Gorresio Roizman
Bióloga, doutora em Saúde Ambiental pela Universidade de São Paulo

“Em tempos incertos há transformações sendo gestadas no silêncio e na escuridão, mas de quando em quando irrompem na superfície provocando um clarão, um estrondo: pedindo reflexão, pausa para checar informações, verificar fontes e descobrir as intenções que as sustentam. Anos atrás vimos uma garota, Greta Thunberg, às portas do Parlamento sueco para pedir que fossem tomadas medidas para mitigar as consequências das emergências climáticas. Hoje, acompanhamos pela imprensa livre à jornalista russa Marina Ovsyannikova que, apesar dos riscos à sua própria vida, denuncia a barbárie da guerra. Cultura de paz demanda ação, coragem, insistência e persistência.”

Lia Diskin
Comitê da Cultura de Paz e Não Violência
www.palasathena.org.br • comitepaz.org.br

Puerto Rico : Educar para una cultura de paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un article d’opinion de Dra. Matilde García Arroyo y Hilda E. Quintana en
El Vocero de Puerto Rico

En la pasada semana hemos visto muchísimos mensajes en las redes sociales sobre el valor y la importancia de la paz. Hay dos mensajes que nos han impactado y motivado a escribir de nuevo sobre la necesidad imperiosa de educar para la paz. Queremos compartir esos dos mensajes, ya que nos invitan a reflexionar no solo sobre la guerra en Ucrania, sino sobre las muchas otras guerras que están ocurriendo en el mundo, algunas no necesariamente con tanques de guerra, misiles y balas.

Uno de los mensajes es una cita de María Montessori: “Todo el mundo habla de paz, pero nadie educa para la paz, la gente educa para la competencia y este es el principio de cualquier guerra. Cuando eduquemos para cooperar y ser solidarios unos con otros, ese día estaremos educando para la paz”. Sin lugar a duda, cuando leemos las palabras de Montessori, pensamos en si será posible que se comiencen a modificar los sistemas educativos para que dejemos atrás tanta competencia y deseo de ser mejor que “el otro”. Esto no solamente ocurre entre los niños y jóvenes, ya que lo vemos también entre los maestros y administradores. Hay siempre esa necesidad de destruir al “otro” o de opacarlo para que nos veamos mejor y más poderosos. ¿Están de acuerdo con nosotras? Les dejamos esa pregunta para que reflexionen sobre la cita de esta gran educadora.

Por otra parte, unos días después nos encontramos con una cita de Malala Yousafzai, baleada a quemarropa por los talibanes cuando volvía a su casa de la escuela en Pakistán el 9 de octubre de 2012. Este ataque fue en represalia por su valiente activismo en favor de la educación de todos los niños, y muy especialmente por el de las niñas del mundo que no gozan de los mismos derechos a la educación que los varones. Hoy día sigue muy activa luchando por la paz y la educación.

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Questions for this article:

 
What is the best way to teach peace to children?

What is the relation between peace and education?

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Estas son sus palabras que circulan por las redes en estos días: “Si se quiere acabar la guerra con otra guerra nunca se alcanzará la paz. El dinero gastado en tanques, en armas y soldados se debe gastar en libros, lápices, escuelas y profesores”. ¿No les parece que Malala dice una gran verdad? Sin embargo, hoy día parece que muchas personas, no solo los políticos, prefieren la guerra. Lo vemos en mensajes por doquier, donde se expresa que “esta nueva guerra” se puede acabar de una manera muy sencilla: atacando al país invasor. ¿Será que los que están a favor de acabar la guerra con otra guerra no piensan en las consecuencias de esa acción?

Los reclamos de paz de muchos ciudadanos en el mundo nos hacen reflexionar sobre en qué hemos fallado. Tememos que mucho comienza en nuestros hogares, donde se promueve la competencia y “el quítate tú pa’ ponerme yo” y por ahí sigue ese mismo mensaje en la escuela, como dice Montessori. Por eso, se hace imperativo que comencemos a reflexionar sobre nuestras actitudes y visiones sobre la educación en el hogar y en la escuela. A nosotras, como educadoras, nos preocupa el rol que juegan los maestros en desarrollar una cultura de paz.

Recordemos que en el año 1997 la Asamblea General de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) proclamó el año 2000 como el Año de la Cultura de Paz (MANIFIESTO 2000 PARA UNA CULTURA DE PAZ Y DE NO VIOLENCIA, encuentros-multidisciplinares.org). Para celebrar tan importante ocasión, un grupo de Premios Nobel redactó un manifiesto que contiene una serie de principios claves con los cuales es necesario que todo ciudadano se comprometa en la vida cotidiana, en la familia, en el trabajo, la comunidad, el país y la región para lograr la cultura de paz. Destacamos los siguientes:

1. Practicar la no violencia activa, rechazando la violencia en todas sus formas: física, sexual, sicológica, económica y social, en particular hacia los más débiles y vulnerables, como los niños y los adolescentes.

2. Defender la libertad de expresión y la diversidad cultural: privilegiando siempre la escucha y el diálogo, sin ceder al fanatismo, la maledicencia y el rechazo del prójimo.

México : Reconocidos investigadores comparten su experiencia de las Cátedras UNESCO de la Región de América Latina y el Caribe

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de ZHN Zacatecas Hoy

Con el propósito de indagar en las alternativas y estrategias para implementar un programa de la cultura de paz en los sistemas educativos, catedráticos integrantes de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura, por sus siglas en Ingles (UNESCO), comenzaron con los conversatorios titulados “Experiencias de las Cátedras UNESCO de la Región de América Latina y el Caribe”.


Adolfo Rodríguez Guerrero

Para iniciar estas actividades, el coordinador del programa del sector educación de la UNESCO en México, Adolfo Rodríguez Guerrero, indicó que la función de estas cátedras es apoyar en las soluciones de las problemáticas del desarrollo sostenible que se están presentando desde los últimos 20 o 30 años.

En este sentido, el integrante informó que las cadenas UNESCO, es un programa central que aporta acciones y reflexiones, producto de lo que se le denomina la inteligencia, el saber y la innovación colectivas que generan las universidades en busca de una ciudadanía global.

Para este fin, Rodríguez Guerrero destacó que este organismo especializado de las naciones unidas en nuestro país está trabajando para que se dé un desarrollo sostenible por medio de dos elementos: una cultura de paz mundial y una sostenibilidad por medio de una reinvención educativa, es decir, un cambio en la educación superior que fomente conocimiento y aprendizaje digital a través de las nuevas tecnologías de la información.

La intervención de la coordinadora de la Cátedra UNESCO de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), Gloria Ramírez Hernández, versó en explicar la importancia de los derechos humanos en el trabajo que se ha realizado en estas cátedras desde el año de 1992, fomentando valores, actitudes y comportamientos que reflejen el respeto de vida y erradiquen la violencia en todos sus tipos.

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Questions for this article:

How can we promote a human rights, peace based education?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

Will UNESCO once again play a role in the culture of peace?

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Al respecto, la especialista señaló que estas acciones buscan que se fortalezca la prevención en los derechos humanos y las libertades fundamentales de cada persona, visualizando la cultura de la paz como una acción preventiva mediante la construcción de la democracia y el manejo de los conflictos, resolviéndolos con medios pacíficos.

En el caso de la UNAM, al explicar su experiencia como coordinadora de esta cátedra, la ponente resaltó que su labor de hacer conciencia sobre la aplicación de los derechos humanos se ha dado a través de las funciones sustantivas de esta institución: investigación, docencia y difusión por medio de campos de conocimiento, líneas de investigación y proyectos que buscan prevenir cualquier actitud violenta.

Dentro de estos proyectos, se encuentra el Programa Nacional de Educación en Derechos Humanos, el cual tiene el objetivo de promover una cultura de defensa, promoción y respuesta en derechos humanos en todos los tipos, niveles y modalidades desde un enfoque integral que favorezca la gobernabilidad, democracia y la paz.

Finalmente, la catedrática expresó que “la paz sin mujeres no va”, y mencionó que “el conflicto y las crisis humanitarias impiden el acceso de las mujeres y niñas al progreso, lo que incluye el derecho a los alimentos, la educación, la seguridad y la salud, al verse inmersas en un colapso social y económico, sobre todo en un contexto post- pandemia”.

Por su parte, el coordinador de la Cátedra “Universidad e integración regional” de la UNESCO, Axel Didriksson Takayanagui, habló sobre la transformación que setiene que dar en la universidad pública de la Región de América Latina y el Caribe, ya que el accionar, es una curricula en una cultura de paz y en un pensamiento crítico y analítico. 

El catedrático enunció que el desarrollo de las Cátedras UNESCO, brindará bases para que el próximo mes de mayo del presente año en la Conferencia Mundial de Educación Superior de la UNESCO se presente un posicionamiento que muestre la importancia de implementar una cultura de la paz, considerando ese como un derecho humano prioritario para la inclusión, la equidad y la transformación educativa.

A propósito de esta conferencia de carácter internacional, el reconocido investigador comentó que ésta es la tercera edición de este tipo de actividades académicas, la cual también se llevará a cabo en la Universidad de Barcelona en España. “Este será un espacio en el que se analizarán modelos innovadores y visionarios en la respectivo a la educación superior y su resiliencia con el panorama global”.

En estos conversatorios estuvieron presentes por parte de la Universidad Autónoma de Zacatecas, como coordinadores de esta actividad, los docentes universitarios Juana Elizabeth Salas y Oscar Padilla. Cabe mencionar que estas cátedras analizan temas como derechos humanos, la educación como camino hacia el desarrollo sostenible y la manera de integrar todos los trabajos que realizan las universidades que conforman este plan de la Asociación Nacional de Universidades e Instituciones de Educación Superior

El Salvador : MUPI promueve talleres sobre Cultura de Paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Diario Co Latino

El Museo de la Palabra y la Imagen continua los talleres de Cultura de Paz «Sé auténtico, no violento» metodología participativa para la prevención de violencia y educación para la paz, dirigido a docentes de nivel básico-bachillerato, promotores comunitarios, técnicos de trabajo social y gestores culturales.

Question for this article:

Where is peace education taking place?

En este curso de modalidad presencial y gratuito iniciado el 15 de noviembre del año pasado, es realizado a través de convocatoria pública, se encuentran participando 20 personas, 3 hombres y 17 mujeres. Cada participante ha obtenido un cómic, manual teórico y manual práctico; y se encuentran trabajando en la validación de nuevos temas que se incorporarán en estos materiales. En marzo se realizará la presentación de trabajos prácticos y la entrega de diplomas.
 
El Curso de Cultura de Paz «Sé auténtico, no violento» es facilitado por Claudia Anay García y la antropóloga Anna Theißen cooperante del Servicio Civil Para la Paz-SCP Alemania, en el marco del proyecto INTERPAZ-AGIAMONDO.

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Argentina : Red Federal de Centros de Mediación Comunitaria y de Formación en Mediación Escolar y un Ejemplo de la Provincia de Buenos Aires.

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Artículos de Gobierno de Argentina y Colegio de Escribanos, Provincia de Buenos Aires

El dia 16 de diciembre, la Dirección Nacional de Mediación y Métodos Participativos de Resolución de Conflictos, realizó el “Encuentro Nacional de Red Federal de Centros de Mediación Comunitaria y de Formación en Mediación Escolar”.


Participaron funcionarios del Poder Judicial de las provincias; de los poderes ejecutivos nacionales, provinciales y municipales; Presidentes de Asociaciones y fundaciones; Universidades Nacionales y Provinciales, siendo todos miembros de la Red.

Fue un encuentro enriquecedor, donde se compartieron experiencias y desarrollos de políticas públicas para el fortalecimiento de la Red.


Para el año 2022, se proyecta una agenda de sucesivas reuniones regionales y un evento de cierre anual para el mes de septiembre.

El Centro Institucional de Mediación “Juan José Cinqualbrez” tiene como objetivo realizar mediaciones voluntarias (Ley 13951) difundir la mediación, sus principios y características, formar personas mediadoras, crear los Centros en cada una de las Delegaciones del Colegio de Escribanos, organizar congresos, foros, jornadas, talleres,cursos, firmar convenios de colaboración con entidades nacionales y extranjeras.

Nuestra visión es propiciar la participación social activa en la gestión de los conflictos, que permitirá la co-construcción de una convivencia pacífica, y nuestra misión es contribuir a través de procesos de consenso y diálogo al acceso a justicia de todos los componentes sociales.

¿Quiénes son las personas mediadoras?

Personas formadas y capacitadas en recursos y técnicas en el arte de gestionar los conflictos, y de comunicación efectiva. Sus funciones son: 
° Acompañar a las partes en el marco de un espacio confiable.
° Guiar el proceso. 
° Facilitar el diálogo entre las partes. 
° Equilibrar las diferencias. 
° Promover la escucha activa.
° Mantener un clima de respeto. 
° No juzgar ni decidir por las partes.

Question for this article:

Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

Ventajas
° Brinda un espacio confiable para el diálogo.
° Es un procedimiento breve y económico. 
° Las partes acuerdan la solución a su conflicto en forma cooperativa. 
° Asegura el secreto de lo manifestado.
° Ayuda a consolidar los vínculos y equilibrar el poder.

Las partes
° Son las protagonistas del proceso de mediación.
° Pasarán a ser de dos partes en conflicto a ser dos partes frente al conflicto.
° Pueden acudir a la mediación por sí mismas o acompañadas de sus abogados.

¿Qué es la cláusula de mediación?

Es una disposición sugerida por el Colegio de Escribanos para que se incorpore en todos los contratos y reglamentos en las que el notario intervenga. Se trata de agregar una leyenda donde se estipule que “para el caso de que entre las partes del contrato se suscitaren divergencias o situaciones conflictivas adversariales (…), los otorgantes acuerdan voluntariamente someterse para su solución al procedimiento de Mediación Voluntaria (Ley 13951), mediante la intervención de las personas mediadoras del ‘Centro Institucional de Mediación del Colegio de Escribanos de la Provincia de Buenos Aires’ con sede en Avenida 13 N° 770 de la ciudad de La Plata (o a su Centro de Mediación de la Delegación… de dicha Institución, con domicilio en…”

¿Dónde puede estar inserta esta cláusula?

Esta cláusula podrá estar, por ejemplo, en: boletos de compraventa; contratos de locación; contratos de comodato; constitución de hipotecas; contratos de sociedades comerciales; constitución de uso; habitación, servidumbre; constitución de usufructo; constitución de sociedades civiles; constitución de clubes deportivos; estatutos de asociaciones; estatutos de sociedades barriales y de fomento; constitución de fundaciones; reglamentos de propiedad horizontal; constitución y disolución de condominios, entre otros.

Centros de mediación en Delegaciones:

Para conocer los Centros de mediación haga click aquí.

Cláusula sugerida

Para acceder a la cláusula sugerida de mediación haga click aquí.

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Granada, España : El Grupo de Mediación muestra a los colegiados cómo poner en práctica el modelo transformativo

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Illustre Colegio de Abogados de Granada

En el ámbito de la Mediación existen diferentes escuelas que ofrecen dinámicas procedimentales diversas según el tipo de conflicto de que se trate. Una de ellas es la perspectiva transformativa, donde se pone el foco en el proceso, y no tanto en el acuerdo. Un modelo sobre el que versó la última sesión del ciclo ‘Tardes de Mediación’ organizada por el Grupo Especializado de Mediación del Colegio de Abogados de Granada el pasado 15 de diciembre.

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Question for this article:

Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

El encargado de ilustrar a los letrados sobre esta materia fue el abogado y mediador internacional Gustavo Fariña, presentado por la presidenta de la agrupación, Margarita Manzano Enríquez de Luna. El experto comenzó explicando que el método más eficiente para la resolución del conflicto es aquel donde se utiliza como base el interés de las partes, seguida por la aplicación del Derecho y, por último, el uso del poder, y cómo la mediación facilita la autodeterminación de las partes y el poder humanizante del diálogo.

A continuación, el ponente argumentó por qué este sistema de resolución de conflictos debe normativizarse, instalarse y promocionarse, ya que favorece en la sociedad una cultura más democrática y pacífica en la resolución de los conflictos, devuelve el protagonismo a las partes en la toma de decisiones en los conflictos, permite que las partes puedan desarrollar habilidades comunicacionales, posibilita la descongestión de la Administración de Justicia, brinda a la sociedad un mayor acceso a la Justicia y consigue que las personas sientan que recuperan su voz.

Asimismo, Fariña también compartió con los asistentes a esta jornada online el abordaje transformativo, donde el foco se pone en la transformación de la interacción en el conflicto, más que a la resolución del mismo, lo que ayuda a aliviar los efectos de debilidad y ensimismamiento que provoca el problema produciendo un cambio hacia la fortaleza y empatía.

Por último, el mediador explicó las prácticas transformativas, que van desde reorientar la misión y el compromiso del interviniente hacia la transformación del conflicto, maximizar la elección y el control de las partes en cuanto al contenido y el proceso, hasta aumentar la transparencia del interviniente, evitando la utilización de presión, manipulación y sobreactuación e impulsando la conversación entre las partes.

Panama : Resultados de gestión de la Oficina de Coordinación del Programa de Mediación Comunitaria

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de la Procuraduría de la Administración

La Oficina de Coordinación del Programa de Mediación Comunitaria, presentó los principales resultados alcanzados durante el período de gestión correspondiente al año 2021, a fin de hacer visible los esfuerzos y el trabajo colaborativo realizado por cada uno de los integrantes del equipo.

La presentación estuvo a cargo de Thaiska T. Tuñón Solano, jefa de la Oficina de Coordinación y participaron los mediadores comunitarios de la Procuraduría de la Administración.

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Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

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Tuñón destacó que, pese a las dificultades encontradas en el contexto actual generadas por la situación de salud pública, el trabajo se realizó, obteniendo importantes resultados, entre los cuales resaltó, la reanudación de convenios con distintas autoridades locales y organismos nacionales e internacionales para garantizar el funcionamiento de los Centros de Mediación Comunitaria, además de la participación en distintas actividades académicas virtuales a nivel internacional para promover la labor realizada como parte del Fortalecimiento de la política de cooperación técnica nacional e internacional.

Se resaltó las acciones realizadas colaborativamente con el Consejo Noruego para Refugiados, así como las sensibilizaciones desarrolladas en la comunidad por cada uno de los Centros de Mediación comunitaria, por otro lado,  mencionó la incidencia de los casos que han ingresados a los Centros y que fueron mediados, haciendo énfasis que se mantiene un altor porcentaje de casos que ingresan voluntariamente, es decir, que se ve reflejada la labor realizada, ya que el ciudadano asiste directamente al Centro a solicitar  el servicio de gestión del conflictos sin la intervención de un juez de paz u otra autoridad.

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Centros de Mediación, Conciliación y Justicia Restaurativa Estado de México

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Hacienda Cuautitlan

PROCESO

ETAPAS DE LA MEDIACIÓN Y LA CONCILIACIÓN

Los servicios de mediación y conciliación que brinda el Centro, pueden iniciarse por solicitud del interesado o por remisión del ministerio público o del juez que conozcan del asunto, cuando conste la voluntad de los interesados en solucionar sus controversias a través de alguno de estos métodos. Esto puede ser antes de iniciar un proceso jurisdiccional, durante el proceso o después de haber concluido el mismo.


Haga clic en la imagen para ampliarla.

1. SOLICITUD DE LA MEDIACIÓN Y LA CONCILIACIÓN

La persona interesada en resolver su conflicto a través de estas vías debe acudir personalmente o, en su caso, a través de su apoderado legal con poder notarial a la sede del Centro Estatal más cercana a su domicilio con original y copia simple de su identificación oficial, así como con los datos de localización de la persona a la que desea invitar (nombre completo, dirección y teléfono, si lo conoce).

Si usted desea agilizar este servicio puede llevar impreso con los datos solicitados el Formato de Solicitud de Servicio.

2. INICIO DEL TRÁMITE DE MEDIACIÓN O CONCILIACIÓN

Cada Centro cuenta con Secretarias o Secretarios Operativos, quienes le
asistirán para verificar si su conflicto es susceptible de mediarse, conciliarse o someterse a un proceso restaurativo, de acuerdo con la ley. De ser así se inicia un expediente en el que se incluyen los datos de ambas partes.

Finalmente se le proporcionará la fecha para la sesión inicial de mediación o conciliación, el número de expediente que le corresponde y el nombre del Mediador-Conciliador o Facilitador que le atenderá.

El Secretario y/o Secretaria Operativa realizará la invitación y la turnará al Trabajador Social para que éste invite a la otra u otras personas a que acudan en la fecha prevista; además informa del asunto al Mediador-Conciliador y Facilitador al que le corresponderá atenderle.

3. INVITACIÓN

Un Trabajador Social acude al domicilio
de la persona invitada y le hace saber que hay una persona interesada en
dialogar sobre el conflicto en común para buscar alternativas de solución, a través de la mediación o conciliación, entregándole la invitación.

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Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

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4. SESIONES DE MEDIACIÓN Y/O CONCILIACIÓN

En la fecha y hora señalada a las partes, el Mediador-Conciliador asignado al asunto espera a las partes.

Si ambas partes se presentan, se dará inicio a la sesión, la cual se desarrolla en un espacio privado y confortable. En la primera ocasión, el Mediador Conciliador explica los fines del procedimiento, las reglas que permiten un diálogo respetuoso y se cerciora de la voluntad de las partes para buscar una solución a su controversia.

Las sesiones de Mediación o Conciliación son orales y se realizan todas las que sean necesarias para la resolución del conflicto.

En cada sesión, las personas involucradas tendrán la oportunidad de
intervenir activamente, mediante la expresión de sus necesidades, emociones, sentimientos y propuestas, en un ambiente de confianza, cordialidad y respeto guiado por el Mediador-Conciliador asignado.

Si las partes llegan a uno o varios puntos de acuerdo, se hará constar en un convenio del cual se les entrega una copia a los involucrados.

5. CONCLUSIÓN DE LA MEDIACIÓN O LA CONCILIACIÓN

De acuerdo con el Reglamento de la Ley de Mediación, Conciliación y Promoción de la Paz Social para el Estado de México, se puede inadmitir la solicitud o dar por concluido el procedimiento de mediación, conciliación o de justicia restaurativa, en caso de advertir alguna simulación en el trámite del método alterno.

6. AUTORIZACIÓN DEL CONVENIO

El titular del Centro de Mediación y Conciliación respectivo, debe asegurarse que el convenio no contenga vicios del consentimiento, que no contravenga la moral o disposiciones de orden público, como requisitos previos a su autorización.

Los convenios se firman por todos los interesados, incluyen las huellas
digitales de los firmantes, la firma del Mediador-Conciliador que intervino y, finalmente, la firma del titular del Centro de Mediación y Conciliación
respectivo y el sello institucional.

7. EFECTOS DE COSA JUZGADA

Una vez autorizado el convenio o el acuerdo, surtirá entre las partes la misma eficacia que la cosa juzgada, pudiéndose ejecutar, en caso de incumplimiento, en la vía de apremio, prevista en el Código de Procedimientos Civiles del Estado de México.

8. INCUMPLIMIENTO DE CONVENIO

En caso de incumplimiento del convenio, las partes tienen el derecho de elegir si proceden a su ejecución en la vía de apremio ante el juez competente; o bien, inician un nuevo proceso de mediación o conciliación.

http://www.pjedomex.gob.mx/conciliacion/#