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Brasil: Especialistas defendem formação de professores para a cultura da paz

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Un artigo da Agência Câmara Notícias

Especialistas ressaltaram a necessidade de políticas públicas para a formação de professores para promover a cultura da paz nas escolas, em audiência pública nesta quarta-feira (14). O debate foi promovido pela comissão especial destinada a elaborar propostas legislativas para desenvolver a cultura da paz.


A presidente da comissão, deputada Keiko Ota (centro), defendeu leis mais duras para coibir a violência, mas reconheceu que é preciso pensar em políticas de prevenção para ensinar às crianças e jovens a cultura da paz nas escolas

A Organização das Nações Unidas (ONU) define a cultura da paz como um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados no respeito à vida, no fim da violência e na promoção e prática da não-violência por meio da educação, do diálogo e da cooperação.

Conforme o coordenador do Núcleo de Estudos e Formação de Professores em Educação para a Paz e Convivências da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR) Nei Salles Filho, o principal passo para a promoção da cultura de paz é a formação de professores. “Essa formação envolve conhecimento das áreas de valores humanos, direitos humanos e mediação de conflitos fundamentalmente”, citou. Segundo ele, desenhar políticas públicas nesse sentido é a melhor forma de manter projetos continuados de cultura da paz nas escolas.

De acordo com o especialista, os professores têm que entender que muitas vezes a violência cultural do aluno é resultado de violência direta (física, psicológica, sexual, midiática) e violência estrutural (pobreza, miséria). “Se o aluno aprende a reproduzir a cultura da violência, pode aprender a paz”, observou. Ele salientou ainda que a paz não significa a ausência de conflitos, mas uma forma de lidar com os conflitos. Além disso, ressaltou que a promoção da cultura de paz nas escolas foi incluída como meta do Plano Nacional de Educação (2014-2024).

(Artigo continuou na coluna à direita)

(Clique aqui para a versão inglês.)

Question for this article:

How do we promote a human rights, peace based education?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Desigualdade social
Já o professor da Escola Municipal de Ensino Fundamental João Amós Comenius, de São Paulo (SP), Samuel de Jesus, destacou a dificuldade de se construir uma cultura de paz em meio à desigualdade social e outras mazelas sociais. Ele concorda que a formação dos professores para a cultura da paz deve ser uma política pública. Conforme ele, é preciso se passar de cultura punitiva para uma disciplina restaurativa das relações. E apontou ainda que a autorreflexão sobre as próprias formas de produzir violência é essencial para a promoção da cultura da paz.

O relator da comissão, deputado Aliel Machado (PSB-PR), informou que a ideia do colegiado é propor leis para potencializar as experiências positivas com a cultura da paz. “Se não trabalharmos a formação de cidadãos na base, teremos muito mais tragédias”, disse. Ele observou que três milhões de pessoas voltaram a viver em estado de pobreza no Brasil no ano passado e isso potencializa a violência. Na visão dele, a promoção da cultura da violência e do ódio se dá também na própria Câmara, por exemplo, com discussões sobre o fim do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), e sobre a redução da maioridade penal.

Já a presidente da comissão, deputada Keiko Ota (PSB-SP), defende leis mais duras para coibir a violência. Mas, na opinião dela, para a prevenção, é preciso ensinar a cultura da paz às crianças e jovens, sobretudo na escola. A parlamentar ressaltou que países como Japão foram bem-sucedidos nesse caminho.

Envolvimento dos pais
A diretora da Escola Estadual Professor Salvador Rocco, de São Paulo, Carla Pietro Contieri, afirmou que muitos fatores externos influenciam a vida escolar, como o ambiente violento, a falta de sono e a má alimentação, entre outros. Segundo ela, a escola promove, desde 2015, a semana da cultura da paz e tem tido bons resultados na formação de valores positivos nos alunos. Para ela, um dos principais fatores que podem proporcionar bons resultados nesse sentido é o envolvimento dos pais.

Professora da mesma escola, Florisa Navarro explicou que o projeto da cultura de paz proporciona aos alunos momento de reflexão sobre o comportamento com o outro, desenvolvendo tolerância e capacidade de diálogo. Para ela, o projeto ajuda, por exemplo, a por fim ao bullying e a promover a solidariedade e a esperança no futuro.

“Fazer a criança se colocar no lugar do outro” é uma das habilidades sócio emocionais que a Escola Estadual Professor Alvino Bittencour, também de São Paulo, tenta promover, segundo o diretor Denys Munhoz. Exercícios de respiração e projetos em que a criança seja protagonista são algumas das estratégias utilizadas.

(Obrigado a Helena Lorenzo, a repórter da CPNN deste artigo.)

Carta de la No-Violencia: Informe de Progreso 12 (abril 2018)

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Un articulo por Robert J. Burrowes, Anita McKone & Anahata Giri para Pressenza

Este es el último informe semestral sobre el progreso en relación con “La Carta de los Pueblos para Crear un Mundo No Violento” junto con una muestra de noticias sobre los signatarios y organizaciones de la Carta.


Robert J. Burrowes, Anita McKone & Anahata Giri

Nuestro esfuerzo colectivo para construir un consenso mundial contra el uso de la violencia en todos los contextos continúa progresando, ¡incluso en contra de obstáculos abrumadores!

Nuestro último informe el 5 de octubre de 2017 fue amablemente publicado por Antonio C. S. Rosa en el TRANSCEND Media Service Weekly Digest. En el momento de redactar el informe de hoy, tenemos signatarios en 104 países con nuestros primeros signatarios en Bolivia, Rwanda y Eslovaquia desde el último informe. También tenemos 114 organizaciones/redes de 36 países con nuestra primera organización en Ruanda. Si lo desean, pueden ver la lista de los apoyos de la organización en el sitio web de la Carta.

Si desean ver los firmantes individuales, hagan clic en el elemento “Ver firmas” en la barra lateral. Pueden utilizar la función de búsqueda si desean buscar un nombre específico.

El último artículo del informe de progreso “¿Noviolencia o no existencia? El Legado de Martin Luther King Jr.” se distribuyó recientemente a muchos sitios web de noticias progresistas: fue publicado por varios medios de comunicación en 15 países, gracias a editores muy solidarios (varios de los cuales son signatarios de la Carta: especialmente gracias a Antonio Rosa, Gifty Ayim-Korankye, Korsi Senyo y Pía Figueroa). Si lo desean, pueden leer el artículo (en inglés y español), publicado en el aniversario del asesinato del Rev. Martin Luther King Jr. aquí: “¿Nonviolence o Nonexistence? The Legacy of Martin Luther King Jr.” y “No violencia o No existencia? El legado de Martin Luther King Jr.”

Si te sientes inclinado a hacerlo, eres bienvenido a ayudar a crear conciencia sobre la Carta de la No Violencia utilizando cualquier medio que sea más fácil para ti. Dadas las recientes revelaciones sobre la corrupción de Facebook, esta cuenta de la Carta ha sido cerrada.
Y nuestra invitación y recordatorio habitual: Le invitamos a que nos envíe un informe sobre sus actividades para incluirlo en el próximo informe. ¡Nos encantaría saber de usted!

De todos modos, aquí hay otra muestra (insuficiente) de informes de las actividades de individuos y organizaciones que son sus compañeros firmantes de la Carta.

Dado que la crianza disfuncional de los hijos es, en última instancia, responsable del comportamiento de aquellos individuos -incluidos los líderes políticos, corporativos, militares y religiosos- que generan y perpetúan la violencia, una serie de signatarios de la Carta están ahora haciendo “Mi Promesa a los Niños” para que empecemos a producir una mayor proporción de individuos funcionales que sepan cómo resolver poderosamente los conflictos en sus vidas sin recurrir a la violencia. Otros signatarios están dando prioridad a su propia recuperación de la violencia infantil mediante la campaña “Poniendo los sentimientos en primer lugar“.

Algunos otros signatarios están desarrollando estrategias no violentas más sofisticadas para tratar con la paz, el medio ambiente y la justicia social de manera más efectiva, o así pueden ser más estratégicos en su lucha de liberación. Si usted está interesado en una estrategia no violenta para su campaña o lucha de liberación, estos sitios web (que incluyen fotos de varios firmantes de la Carta) le serán útiles:

Estrategia de campaña no violenta

Estrategia de Defensa/Liberación No Violenta

(Artículo continúa en el lado derecho de la página)

Question for this article:

Can peace be guaranteed through nonviolent means?

(Artículo continúa desde la parte izquierda de la página)

Si alguno de ustedes tiene fotos de alta calidad de acciones no violentas que están dispuestos a publicar en estos sitios, por favor envíenlas a Robert Todas las fotos tendrán reconocimiento donde se publicaron.

Si desea ver la traducción al español de la Carta de la No Violencia del venezolano Antonio Gutiérrez Rodero, está disponible aquí.

La profesora Kathleen Malley-Morrison, signataria de la Carta, y su colega el profesor Anthony J. Marsella, decidieron reconocer a algunos de los muchos líderes de la paz y la justicia en todo el mundo. Ellos compilaron estos nombres en una sucesión de “listas de 100” e hicieron publicar estas listas. Puede ver los nombres de las personas que decidieron reconocer, incluyendo muchos signatarios de la Carta, en las primeras tres listas aquí:

En pos de la paz y la justicia: 100 líderes y modelos de paz y justicia“.

En pos de la paz y la justicia: 100 líderes y modelos de paz y justicia (Lista #2)“.

100 Líderes y Modelos de Paz y Justicia Vivientes (Lista #3)“.

Gracias por todo su trabajo, Kathie y Tony.

La iniciativa visionaria de Daniel Dalai, Earthgardens, originalmente con sede en Bolivia y ahora en Guatemala, ofrece oportunidades para que las niñas realicen y practiquen su potencial de liderazgo inherente, particularmente como parte de los Equipos Ecológicos en la preservación de la biodiversidad natural. Su hermoso sitio web acaba de ser actualizado y las impresionantes fotos por sí solas le dirán mucho acerca de lo que estas notables chicas están haciendo. Ver Earthgardens.

Los voluntarios de paz afganos, asesorados por Hakim, continúan su trabajo visionario en “Perseguir la paz a pesar de todo” en un Afganistán devastado por la guerra. Recientemente, el 21 de marzo -que fue “Nao Roz” o “Nuevo Día”, el año nuevo afgano- se produjo un atentado suicida con bomba cerca de la Universidad de Kabul, no muy lejos del Centro Comunitario de No Violencia sin Fronteras de los Voluntarios de Paz afganos, en el que murieron 32 personas. A pesar de los complicados temores y emociones que surgen con cada incidente de seguridad, Zekerullah, Bismillah, Nisar y otros se reunieron en el Centro, construyeron un cartel de paz y lo levantaron en el aire con globos multicolores. Usted puede ver sus hermosos logros y hermosos rostros en las fotos en el enlace de arriba.

Entre sus “interminables” compromisos como activista, incluso con los Voluntarios de Paz afganos, Kathy Kelly todavía se las arregla para escribirnos regularmente para contarnos lo que ella está experimentando y, con suficiente frecuencia, lo que otros están experimentando como resultado de ser blanco de las fuerzas armadas estadounidenses. Este artículo, que invita a la reflexión, “From the Ground Up”, comienza describiendo la experiencia de madres afganas que viven en una zona de guerra permanente.

Pía Figueroa en Chile es Codirectora de “Pressenza Agencia Internacional de Noticias”, “un sitio que alimenta a los medios de comunicación todos los días de forma gratuita con noticias, opiniones, entrevistas y contribuciones sobre paz, no violencia, desarme, derechos humanos, no discriminación y humanismo en ocho idiomas diferentes, gracias al trabajo voluntario de más de 100 personas en 25 países diferentes”. Pía también es escritora; sus libros han sido publicados en varios idiomas y presentados en más de cuarenta lugares. Se especializa en las propuestas de Silo sobre el desarrollo interior y la creación de una Nación Humana Universal, donde se superarán todo tipo de violencia y discriminación. Pía vive actualmente en Santiago de Chile, donde es miembro activo del Partido Humanista y de la coalición política del Frente Amplio. Sin embargo, viaja mucho, participando en eventos públicos y foros periodísticos, así como en reuniones no violentas, ya que se considera una activista global por la paz. En un reciente y perspicaz comentario sobre la política en Chile, Pía escribió: “La era es decisiva”.

Haga clic aquí para obtener informes adicionales de Camboya, Marruecos, Papúa Occidental, Eslovaquia, Rusia, Malaysa, EE. UU., Nigeria, Ghana, Iraq, Brasil, Palestina, Australia, Canadá, Etiopía, República Democrática del Congo, Nueva Zelanda, Myanmar, India , Dinamarca, Reino Unido, Ruanda y Bolivia.

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República Dominicana: Integrar asignaturas de arte en centros ayuda crear cultura de paz

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Un artículo de Hoy digital

La antropóloga Tahira Vargas consideró ayer que expulsar de los centros educativos a los estudiantes con mala conducta no soluciona el problema, sino que lo agrava, por lo que sugirió trabajar el tema de la violencia con la integración de nuevas disciplinas como el teatro, la danza y la música, para así construir una cultura de paz.

“Para romper el círculo de violencia no se puede ser más violento, ni siendo más drásticos o excluyendo, es cambiando las relaciones al interior de los centros, es creando otro tipo de espacios, donde se pueda dialogar con los estudiantes y les establezcan responsabilidades y tareas para que participe del cambio de conducta”, expresó.

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Question for this article:

Do the arts create a basis for the culture of peace?

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Explicó que los docentes y directores de los centros no entienden el contexto de vulnerabilidad en que viven los estudiantes violentos, porque los padre tienen que salir a trabajar y por eso no están en las casas educando a sus hijos.

Vargas habló del tema al ser preguntada sobre las declaraciones de directores y profesores de liceos de Salcedo, alertando al Ministerio de Educación sobre las constantes inconductas en que incurren muchos estudiantes.

Sociabilizar. Vargas señala que las calles y los centros educativos son el principal espacio de sociabilización de los jóvenes, entonces las escuelas deben ser un espacio de construcción de cultura de paz, no un espacio de reproducción de violencia, y la exclusión es una forma de violencia.

“Lo que sugiero es que los docentes, directores y orientadores trabajen con el estudiantado en cambiar las relaciones internas del centro, y ellos sean responsables de sus conductas”.

Entiende que un tema muy importante es integrar el arte, cuyas estrategias usan muchos países para trabajar la conducta violenta por una cultura de paz.

“La música, el teatro y la danza son disciplinas que favorecen a un estudiante violento, porque los pone a trabajar o a dirigir un grupo de música, arte, actividades creativas, a dramatizar sobre la violencia; tú les cambia la situación”, sostuvo.

Según la socióloga cuando al estudiante más problemático le delegan la responsabilidad de la conducta del colectivo, cambia él, pero además colabora con su clase.

Venezuela: Sector educativo plantea capacitar a docentes en cultura para la paz

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Un artículo del Correo del Orinoco

La formación de los docentes en valores vinculados al pensamiento y práctica de la paz es la premisa que el sector educativo plantea desarrollar en los debates que este fin de semana [20 enero] se realizan en todo el país para la elaboración del Plan de la Patria 2019-2025.

“Los espacios educativos queremos que se conviertan en espacios para la paz; unas instituciones educativas que funcionen como ejemplo de cultura para la paz y donde no sólo se piense, sino que se practique la paz”, explicó el profesor de Física José Azuaje, en un programa especial transmitido por VTV.

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Questions for this article:

Where is peace education taking place?

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Por su parte,la viceministra para le Educación, María Eugenia Piñero, en su intervención en el espacio televisivo, resaltó la unión que se ha afianzado en pro de una formación con conciencia de libertad en todo el gremio educativo que incluye al personal administrativo, docentes, consejos educativos y estudiantes.

“Ahora más que nunca tenemos un magisterio unido, que apuesta por una educación liberadora, por eso llamo a todos los docentes a seguir sumando propuestas en estas asambleas para consolidar un importante nivel de conciencia en la educación”, refirió Piñero.

El propósito de promover la cultura de paz es promover valores de aceptación y convivencia entre los estudiantes con miras a construir un futuro para la sociedad venezolana al margen de la violencia.

Este sábado el ministro para la Educación, Elías Jaua, se reunió con el sector educativo del país para debatir sus aportes al Plan de la Patria 2019-2025, desde la Unidad Educativa Bolivariana Pedro Fontes en la parroquia La Vega de Caracas, donde agradeció la atención de la comunidad educativa al debate que continuará este domingo en 3.500 espacios del país.

Afirman que El Salvador prioriza en escuelas la cultura de paz

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Un artículo de Prensa Latina

El Salvador prioriza en todos sus sistemas de enseñanzas la cultura de paz, afirmó hoy [22 enero] el ministro de educación, Carlos Canjura.

De esa manera se promueve la memoria, identidad, valores y las competencias ciudadanas para que la nación salvadoreña siga su proceso de desarrollo sin olvidar de donde viene, subrayó el funcionario.

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Questions for this article:

What is the relation between peace and education?

Where is peace education taking place?

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En un texto publicado este lunes en el sitio oficial de la presidencia de este país, puso como ejemplo el denominado programa Casa Abierta, que busca formar niños, y jóvenes altamente responsables, no solo de su propio desarrollo, sino de su familia, de su comunidad, de su país.

Rememoró que por iniciativa del mandatario salvadoreño Salvador Sánchez Cerén, en la plataforma de cultura de paz participan de manera muy activa docentes y especialistas que preparan contenidos pedagógicos a todos los niveles de la educación, desde la primera infancia.

Canjura aseguró que los contenidos elaborados por su entidad junto a la secretaria de cultura resultan herramientas que dotan a los estudiantes para repensarse a sí mismos y para la vivencia diaria.

Añadió que continuará en las escuelas de manera priorizada porque su país vivió una historia dolorosa que, en muchos casos, los jóvenes no conocen y que los adultos tienden a olvidar.

Brasil: Finom participa de “Encontro do Pacto Nacional pela Promoção do Respeito à Diversidade, Cultura de paz e dos Direitos Humanos”

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Um artigo do site da Faculdade do Noroeste de Minas

O “Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, Cultura da Paz e Direitos Humanos” completou um ano em novembro de 2017. A ocasião foi marcada por um encontro, em Brasília, para que as instituições pudessem apresentar suas iniciativas e trocar experiências. O evento ocorreu entre os dias 5 e 6 de dezembro, na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), com a participação de 64 instituições de educação superior.

O pacto é uma iniciativa do Ministério da Educação, com o apoio do Ministério dos Direitos Humanos, e objetiva promover a educação em direitos humanos na educação superior e a superação da violência, do preconceito, da discriminação, além de promover atividades educativas de promoção e defesa dos direitos humanos nas instituições que aderem ao programa.

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Question for this article:

How do we promote a human rights, peace based education?

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Na condição de uma das mais de 300 instituições brasileiras inscritas no Pacto Universitário, a Finom se fez representar no encontro de um ano do Pacto pelo Diretor Acadêmico, professor José Ivan.

A dinâmica do encontro foi muito bem organizada, pois por meio da metodologia adotada, os trabalhos participantes foram divididos em grupos e todos tiveram a oportunidade de apresentar os programas de trabalho que vêm sendo executados nas instituições no âmbito do programa em pauta.

O principal objetivo desse evento foi promover a troca de experiências entre as instituições, e, a meta foi plenamente alcançada, já que o ponto de maior destaque do encontro foi exatamente a partilha de vivências institucionais.

De acordo com o professor e Diretor Acadêmico, José Ivan, “o encontro foi uma ótima oportunidade para se colher informações que enriquecem ainda mais o programa institucional de promoção da educação em direitos humanos e pela cultura de paz e pelo respeito à diversidade”.

México: Realizarán el encuentro Hip hop: convivencia para la paz

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Un artículo de Maribel Sánchez para Diario de Xalapa

Con la finalidad de contribuir a la formación de espacios que fomenten la convivencia social y comunitaria de la juventud a favor de la cultura y la paz, los próximos viernes 8 y sábado 9 de diciembre se realizarán en Xalapa proyecciones de largometrajes, una mesa de diálogo, un foro abierto de hip hop y una exposición fotográfica de arte callejero.

Titulado Hip hop: convivencia para la paz. Arte, cultura y celebración, el encuentro es coordinado por representantes del Colectivo Cinema Colecta, el Centro de Estudios de la Cultura y la Comunicación, el Seminario Música, Sociedad y Globalización y el taller Miradas Antropológicas (Ciesas-Golfo), que coinciden en que “el hip hop como cultura juvenil ha sido estigmatizado al relacionarlo con conductas de clandestinidad, ilegalidad, delincuencia y pobreza, difundiéndose una imagen negativa de las personas involucradas en él”.

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Question related to this article:

What place does music have in the peace movement?

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No obstante, aclaran que el hip hop es un movimiento artístico y cultural que integra un universo de expresiones que van de lo local a lo global. También lo ven “como una forma de vida adoptada por jóvenes para expresarse, hacerse visibles ante la sociedad y convivir con otros sectores de la población”, motivos por los que a través de él buscarán transmitir un mensaje de no violencia.

Algunas de las interrogantes sobre las que se reflexionará son: ¿Cómo tejer redes desde las juventudes en una ciudadanía diversa y heterogénea? ¿De qué manera las experiencias de las personas parten de comunidades culturales? ¿El hip hop puede orientarnos hacia posibles caminos de paz?

Salvador Ponce, Ana I. León, Mariano Báez y Homero Ávila le informan a los interesados que la primera actividad será el viernes a las 18 horas en el Aula Clavijero (Juárez 55), donde será exhibido el documental Somos Lengua, con el que la directora Kyzza Terrazas explora la relación que algunos raperos mexicanos tienen con las palabras, fuerza desde la cual viven día a día su realidad inmediata.

El sábado 9, de 12 a 21 horas en Espacio Obra Negra (calle De la Rosa 91, colonia Salud), la jornada iniciará con la mesa de diálogo Hip hop: juventud y cultura de paz, para continuar con la proyección de cortometrajes de realizadores locales, un foro abierto de hip hop y la exposición 20 años de arte callejero en Xalapa, del fotógrafo Ulises Martínez Ciprés, en colaboración con Roberto Ruiz y Amehd Villegas. En la clausura se contará con la presencia de Dj Aka y Stilo (Línea Enferma).

La entrada a cada una de las actividades será gratuita.

Peru: Se inició la campaña nacional de conciliación extrajudicial

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Un artículo de La Republica

Ayer [13 Noviembre] inició la megacampaña nacional de la “Semana de la Conciliación Extrajudicial”. El evento tiene como objetivo promocionar y difundir la conciliación extrajudicial como un mecanismo alternativo de solución de conflictos de la Dirección General de la Defensa Pública y acceso a la Justicia de Tacna.

“Esta es una herramienta que alienta y forma la cultura de paz en nuestro país”, señaló Christian Fernández, secretario general del Centro de Conciliación Gratuito del Ministerio de Justicia de Tacna.

Refirió además que la misión principal de este proceso es que las partes implicadas en un conflicto alcancen soluciones consensuadas, las mismas que quedan registradas en un acta que tiene valor similar a una sentencia judicial.

Durante la semana realizarán diversas actividades que promuevan esta campaña.

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Colombia: Unesco reconoció a colegios de Norte de Santander por su trabajo hacia la paz

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Un artículo de Compartir Palabra Maestra (Reimpreso según las reglas de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Licencia Internacional)

Durante el Foro Educativo Nacional 2017 realizado en la capital del país e incentivado por la Unesco y el Ministerio de Educación, Norte de Santander hizo presencia este año con dos propuestas las cuales quedaron entre las 12 mejores siendo exaltadas por las dos entidades organizadoras.

Una de las propuestas presentadas fue la de la Institución Educativa Cristo Obrero, ubicada en el barrio La Ermita de Cúcuta, quienes emprendieron un proyecto denominado ‘Conciliación escolar, compromiso de todos para una cultura de paz’. Una cátedra con la que fomentan la sana convivencia en la institución.

En total se presentaron 600 estrategias de toda Colombia, con iniciativas enfocadas en la búsqueda de una Colombia sin conflictos. En las presentaciones se vieron temas como reconciliación, democracia, reconstrucción de la memoria histórica, sociedad, violencia y derechos humanos.

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Peace Studies in School Curricula, What would it take to make it happen around the world?

What is happening in Colombia, Is peace possible?

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Ángel Ramiro Peñaranda, docente del colegio Cristo Obrero y quien lidera el proyecto cucuteño, indicó que ese currículum de cátedra para la paz, “no existía”. Contiene planes de asignatura, parceladores y preparadores de clase.

“Nunca pensé que esto podría servir de experiencia para el Ministerio, pero con el apoyo del rector del colegio se presentó en el foro”, expresó el docente a un medio de la ciudad de Cúcuta.

El otro centro educativo que representó al departamento nortesantandereano fue el Colegio La Salle de Ocaña, con la muestra de una estrategia pedagógica para promover la paz dentro del recinto. La institución participó con el ‘Proyecto de democracia, cultura, vivencia pacífica y juventud’.

“El proyecto básicamente parte de tres líneas de trabajo. El personero estudiantil se encarga de sensibilizar sobre el cumplimiento de los deberes y promoción de los derechos con todos los estudiantes, lográndose adoptar un manifiesto de paz escolar”, agregó.

Y añadió, “este nuevo logro de la institución es un orgullo para Norte de Santander, porque podemos dar a conocer no sólo a Colombia, sino al mundo entero, pues que los docentes fortalecemos la construcción de la paz de nuestro país, a través del que hacer pedagógico”.

Las dos instituciones hacen parte de los 40 que integran la Red Nortesantandereana por una Escuela sin Violencia que trabajan día a día por una mejor convivencia y relación entre los ciudadanos.

Colombia: Envigado inaugura centro de conciliación para la comunidad

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Un artículo de 360 Radio

La Personería de Envigado en cabeza de Virginia López Flórez, inauguró el nuevo centro de conciliación para la comunidad, con el que buscarán brindar mayores soluciones al momento de dirimir conflictos entre ciudadanos.

“El Centro contribuye a una cultura de paz y tolerancia, para que la gente solucione sus controversias de una manera pacífica y respetuosa, volviendo a la palabra y el trato digno con la ayuda de un tercero imparcial conciliador. Buscamos atender a personas de estrato 1 y 2 que no cuentan con recursos para pagar un conciliador en un centro privado”, indicó la personera de ese municipio.

En la inauguración también estuvo presente el Alcalde de Envigado, Raúl Cardona, quien apoyó la iniciativa. “Los envigadeños tienen otro sitio para conciliar totalmente gratis. Obviamente esto va a mejorar mucho las relaciones y la convivencia resolviendo problemas mucho más fácil”, le dijo el mandatario a 360 Radio.

“Somos el segundo municipio en el Valle de Aburrá que lo tiene y uno de los 8 que lo tiene a nivel nacional. Esto ayuda a que los pequeños conflictos no vayan al sistema judicial y lo retrasen. Nos guste o no el proceso de paz, el país tiene que empezar a cambiar y prevenir que los conflictos se lleven a formas de violencia”, resaltó Jorge Correa, presidente del Concejo de Envigado.

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