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Brasil: Especialistas defendem formação de professores para a cultura da paz

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Un artigo da Agência Câmara Notícias

Especialistas ressaltaram a necessidade de políticas públicas para a formação de professores para promover a cultura da paz nas escolas, em audiência pública nesta quarta-feira (14). O debate foi promovido pela comissão especial destinada a elaborar propostas legislativas para desenvolver a cultura da paz.


A presidente da comissão, deputada Keiko Ota (centro), defendeu leis mais duras para coibir a violência, mas reconheceu que é preciso pensar em políticas de prevenção para ensinar às crianças e jovens a cultura da paz nas escolas

A Organização das Nações Unidas (ONU) define a cultura da paz como um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados no respeito à vida, no fim da violência e na promoção e prática da não-violência por meio da educação, do diálogo e da cooperação.

Conforme o coordenador do Núcleo de Estudos e Formação de Professores em Educação para a Paz e Convivências da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR) Nei Salles Filho, o principal passo para a promoção da cultura de paz é a formação de professores. “Essa formação envolve conhecimento das áreas de valores humanos, direitos humanos e mediação de conflitos fundamentalmente”, citou. Segundo ele, desenhar políticas públicas nesse sentido é a melhor forma de manter projetos continuados de cultura da paz nas escolas.

De acordo com o especialista, os professores têm que entender que muitas vezes a violência cultural do aluno é resultado de violência direta (física, psicológica, sexual, midiática) e violência estrutural (pobreza, miséria). “Se o aluno aprende a reproduzir a cultura da violência, pode aprender a paz”, observou. Ele salientou ainda que a paz não significa a ausência de conflitos, mas uma forma de lidar com os conflitos. Além disso, ressaltou que a promoção da cultura de paz nas escolas foi incluída como meta do Plano Nacional de Educação (2014-2024).

(Artigo continuou na coluna à direita)

(Clique aqui para a versão inglês.)

Question for this article:

How do we promote a human rights, peace based education?

(Artigo continuação da coluna esquerda)

Desigualdade social
Já o professor da Escola Municipal de Ensino Fundamental João Amós Comenius, de São Paulo (SP), Samuel de Jesus, destacou a dificuldade de se construir uma cultura de paz em meio à desigualdade social e outras mazelas sociais. Ele concorda que a formação dos professores para a cultura da paz deve ser uma política pública. Conforme ele, é preciso se passar de cultura punitiva para uma disciplina restaurativa das relações. E apontou ainda que a autorreflexão sobre as próprias formas de produzir violência é essencial para a promoção da cultura da paz.

O relator da comissão, deputado Aliel Machado (PSB-PR), informou que a ideia do colegiado é propor leis para potencializar as experiências positivas com a cultura da paz. “Se não trabalharmos a formação de cidadãos na base, teremos muito mais tragédias”, disse. Ele observou que três milhões de pessoas voltaram a viver em estado de pobreza no Brasil no ano passado e isso potencializa a violência. Na visão dele, a promoção da cultura da violência e do ódio se dá também na própria Câmara, por exemplo, com discussões sobre o fim do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), e sobre a redução da maioridade penal.

Já a presidente da comissão, deputada Keiko Ota (PSB-SP), defende leis mais duras para coibir a violência. Mas, na opinião dela, para a prevenção, é preciso ensinar a cultura da paz às crianças e jovens, sobretudo na escola. A parlamentar ressaltou que países como Japão foram bem-sucedidos nesse caminho.

Envolvimento dos pais
A diretora da Escola Estadual Professor Salvador Rocco, de São Paulo, Carla Pietro Contieri, afirmou que muitos fatores externos influenciam a vida escolar, como o ambiente violento, a falta de sono e a má alimentação, entre outros. Segundo ela, a escola promove, desde 2015, a semana da cultura da paz e tem tido bons resultados na formação de valores positivos nos alunos. Para ela, um dos principais fatores que podem proporcionar bons resultados nesse sentido é o envolvimento dos pais.

Professora da mesma escola, Florisa Navarro explicou que o projeto da cultura de paz proporciona aos alunos momento de reflexão sobre o comportamento com o outro, desenvolvendo tolerância e capacidade de diálogo. Para ela, o projeto ajuda, por exemplo, a por fim ao bullying e a promover a solidariedade e a esperança no futuro.

“Fazer a criança se colocar no lugar do outro” é uma das habilidades sócio emocionais que a Escola Estadual Professor Alvino Bittencour, também de São Paulo, tenta promover, segundo o diretor Denys Munhoz. Exercícios de respiração e projetos em que a criança seja protagonista são algumas das estratégias utilizadas.

(Obrigado a Helena Lorenzo, a repórter da CPNN deste artigo.)

México: Exhorta Congreso a los Ayuntamientos a contribuir a la cultura de la paz

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Un artículo de Guerrero Quadratin

El Congreso de Guerrero exhortó a los 81 ayuntamientos para que apliquen acciones, programas y propuestas para crear una cultura de la paz y la no violencia en sus territorios, que coadyuve a disminuir los altos índices delictivos.

De acuerdo con un boletín, al dar lectura a la propuesta del Grupo Parlamentario de MC, el diputado Julio César Bernal Reséndiz resaltó que el 2017 fue uno de los más violentos en los últimos años, lo que hace imperante que los tres niveles de gobierno implementen acciones.

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

Dijo que a pesar de que los ayuntamientos municipales carecen de la infraestructura, presupuesto y financiamiento para contener la violencia en sus municipios, también cuentan con canales administrativos, de gestión y de participación social para crear un clima de paz en sus territorios.

Algunas de las acciones y programas que se proponen en el exhorto, son: crear políticas públicas dirigidas a los ayuntamientos para una cultura de la paz y la no violencia; difundir a través de los medios de comunicación municipales las actividades de grupos locales y elaboración de un programa anual de actividades de sensibilización para promover los valores de la cultura de paz y no violencia; y realizar publicaciones sobre temas de paz para bibliotecas y centros de documentación municipales.

También, fomentar la tarea de educación para la paz en las escuelas, ofreciendo recursos para el alumnado y facilitando la formación específica en materia de paz y derechos humanos para el profesorado, y presupuestar una aportación económica para programas, proyectos y actividades de promoción de la cultura de paz organizadas por la sociedad civil.

Bernal Reséndiz enfatizó que de realizarse todas y cada una de las acciones antes mencionadas en los municipios que integran el estado de Guerrero, se logrará crear conciencia en los habitantes para alcanzar la paz y armonía social.

España: 100 Ciudades por la Paz reconoce el esfuerzo de Coria por tener lazos con Japón

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Un artículo de Canal Sur

El movimiento internacional 100 Ciudades por la Paz ha otorgado a Coria del Río (Sevilla) el premio Pax Urbis por considerla un modelo de cultura de paz y de tolerancia por su vinculación y sus relaciones históricas con Japón.

Esta consideración se produce en el marco de la conmemoración del 150 aniversario de las relaciones diplomáticas entre España y el país nipón, ha informado el Ayuntamiento en un comunicado.

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Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

Añade que el alcalde de Coria del Río, Modesto González, ha agradecido a 100 Ciudades por la Paz este reconocimiento asegurando que “para todos los corianos no puede haber mayor orgullo que ser considerados un pueblo de paz y un ejemplo a seguir”.

“Debe servir para esforzarnos aún más en profundizar y difundir la cultura japonesa para seguir enriqueciéndonos y creciendo con sus muchos valores”, ha dicho.

El galardón Pax Urbis se concede anualmente como un premio-compromiso que aporta una dimensión de responsabilidad y continuidad en su aceptación


100 Ciudades por la Paz concede desde 2007 los Premios Internacionales Pax Urbis a las ciudades, personas e instituciones que por su labor resaltan en la participación de la Cultura de la Paz y sus valores fundamentales.

El galardón será entregado al alcalde, como máximo representante del municipio, el próximo octubre durante la celebración de la Semana Cultural Japonesa.

El galardón pretende reconocer todo el esfuerzo que desde la ciudadanía y el gobierno de Coria del Río se está haciendo por mantener e impulsar las relaciones con Japón, unas relaciones que se han intensificado especialmente en los últimos años, atrayendo todo tipo de beneficios al municipio; acuerdos turísticos, empresariales, culturales y educativos.

Carta de la No-Violencia: Informe de Progreso 12 (abril 2018)

. . EDUCACIÓN PARA LA PAZ . .

Un articulo por Robert J. Burrowes, Anita McKone & Anahata Giri para Pressenza

Este es el último informe semestral sobre el progreso en relación con “La Carta de los Pueblos para Crear un Mundo No Violento” junto con una muestra de noticias sobre los signatarios y organizaciones de la Carta.


Robert J. Burrowes, Anita McKone & Anahata Giri

Nuestro esfuerzo colectivo para construir un consenso mundial contra el uso de la violencia en todos los contextos continúa progresando, ¡incluso en contra de obstáculos abrumadores!

Nuestro último informe el 5 de octubre de 2017 fue amablemente publicado por Antonio C. S. Rosa en el TRANSCEND Media Service Weekly Digest. En el momento de redactar el informe de hoy, tenemos signatarios en 104 países con nuestros primeros signatarios en Bolivia, Rwanda y Eslovaquia desde el último informe. También tenemos 114 organizaciones/redes de 36 países con nuestra primera organización en Ruanda. Si lo desean, pueden ver la lista de los apoyos de la organización en el sitio web de la Carta.

Si desean ver los firmantes individuales, hagan clic en el elemento “Ver firmas” en la barra lateral. Pueden utilizar la función de búsqueda si desean buscar un nombre específico.

El último artículo del informe de progreso “¿Noviolencia o no existencia? El Legado de Martin Luther King Jr.” se distribuyó recientemente a muchos sitios web de noticias progresistas: fue publicado por varios medios de comunicación en 15 países, gracias a editores muy solidarios (varios de los cuales son signatarios de la Carta: especialmente gracias a Antonio Rosa, Gifty Ayim-Korankye, Korsi Senyo y Pía Figueroa). Si lo desean, pueden leer el artículo (en inglés y español), publicado en el aniversario del asesinato del Rev. Martin Luther King Jr. aquí: “¿Nonviolence o Nonexistence? The Legacy of Martin Luther King Jr.” y “No violencia o No existencia? El legado de Martin Luther King Jr.”

Si te sientes inclinado a hacerlo, eres bienvenido a ayudar a crear conciencia sobre la Carta de la No Violencia utilizando cualquier medio que sea más fácil para ti. Dadas las recientes revelaciones sobre la corrupción de Facebook, esta cuenta de la Carta ha sido cerrada.
Y nuestra invitación y recordatorio habitual: Le invitamos a que nos envíe un informe sobre sus actividades para incluirlo en el próximo informe. ¡Nos encantaría saber de usted!

De todos modos, aquí hay otra muestra (insuficiente) de informes de las actividades de individuos y organizaciones que son sus compañeros firmantes de la Carta.

Dado que la crianza disfuncional de los hijos es, en última instancia, responsable del comportamiento de aquellos individuos -incluidos los líderes políticos, corporativos, militares y religiosos- que generan y perpetúan la violencia, una serie de signatarios de la Carta están ahora haciendo “Mi Promesa a los Niños” para que empecemos a producir una mayor proporción de individuos funcionales que sepan cómo resolver poderosamente los conflictos en sus vidas sin recurrir a la violencia. Otros signatarios están dando prioridad a su propia recuperación de la violencia infantil mediante la campaña “Poniendo los sentimientos en primer lugar“.

Algunos otros signatarios están desarrollando estrategias no violentas más sofisticadas para tratar con la paz, el medio ambiente y la justicia social de manera más efectiva, o así pueden ser más estratégicos en su lucha de liberación. Si usted está interesado en una estrategia no violenta para su campaña o lucha de liberación, estos sitios web (que incluyen fotos de varios firmantes de la Carta) le serán útiles:

Estrategia de campaña no violenta

Estrategia de Defensa/Liberación No Violenta

(Artículo continúa en el lado derecho de la página)

Question for this article:

Can peace be guaranteed through nonviolent means?

(Artículo continúa desde la parte izquierda de la página)

Si alguno de ustedes tiene fotos de alta calidad de acciones no violentas que están dispuestos a publicar en estos sitios, por favor envíenlas a Robert Todas las fotos tendrán reconocimiento donde se publicaron.

Si desea ver la traducción al español de la Carta de la No Violencia del venezolano Antonio Gutiérrez Rodero, está disponible aquí.

La profesora Kathleen Malley-Morrison, signataria de la Carta, y su colega el profesor Anthony J. Marsella, decidieron reconocer a algunos de los muchos líderes de la paz y la justicia en todo el mundo. Ellos compilaron estos nombres en una sucesión de “listas de 100” e hicieron publicar estas listas. Puede ver los nombres de las personas que decidieron reconocer, incluyendo muchos signatarios de la Carta, en las primeras tres listas aquí:

En pos de la paz y la justicia: 100 líderes y modelos de paz y justicia“.

En pos de la paz y la justicia: 100 líderes y modelos de paz y justicia (Lista #2)“.

100 Líderes y Modelos de Paz y Justicia Vivientes (Lista #3)“.

Gracias por todo su trabajo, Kathie y Tony.

La iniciativa visionaria de Daniel Dalai, Earthgardens, originalmente con sede en Bolivia y ahora en Guatemala, ofrece oportunidades para que las niñas realicen y practiquen su potencial de liderazgo inherente, particularmente como parte de los Equipos Ecológicos en la preservación de la biodiversidad natural. Su hermoso sitio web acaba de ser actualizado y las impresionantes fotos por sí solas le dirán mucho acerca de lo que estas notables chicas están haciendo. Ver Earthgardens.

Los voluntarios de paz afganos, asesorados por Hakim, continúan su trabajo visionario en “Perseguir la paz a pesar de todo” en un Afganistán devastado por la guerra. Recientemente, el 21 de marzo -que fue “Nao Roz” o “Nuevo Día”, el año nuevo afgano- se produjo un atentado suicida con bomba cerca de la Universidad de Kabul, no muy lejos del Centro Comunitario de No Violencia sin Fronteras de los Voluntarios de Paz afganos, en el que murieron 32 personas. A pesar de los complicados temores y emociones que surgen con cada incidente de seguridad, Zekerullah, Bismillah, Nisar y otros se reunieron en el Centro, construyeron un cartel de paz y lo levantaron en el aire con globos multicolores. Usted puede ver sus hermosos logros y hermosos rostros en las fotos en el enlace de arriba.

Entre sus “interminables” compromisos como activista, incluso con los Voluntarios de Paz afganos, Kathy Kelly todavía se las arregla para escribirnos regularmente para contarnos lo que ella está experimentando y, con suficiente frecuencia, lo que otros están experimentando como resultado de ser blanco de las fuerzas armadas estadounidenses. Este artículo, que invita a la reflexión, “From the Ground Up”, comienza describiendo la experiencia de madres afganas que viven en una zona de guerra permanente.

Pía Figueroa en Chile es Codirectora de “Pressenza Agencia Internacional de Noticias”, “un sitio que alimenta a los medios de comunicación todos los días de forma gratuita con noticias, opiniones, entrevistas y contribuciones sobre paz, no violencia, desarme, derechos humanos, no discriminación y humanismo en ocho idiomas diferentes, gracias al trabajo voluntario de más de 100 personas en 25 países diferentes”. Pía también es escritora; sus libros han sido publicados en varios idiomas y presentados en más de cuarenta lugares. Se especializa en las propuestas de Silo sobre el desarrollo interior y la creación de una Nación Humana Universal, donde se superarán todo tipo de violencia y discriminación. Pía vive actualmente en Santiago de Chile, donde es miembro activo del Partido Humanista y de la coalición política del Frente Amplio. Sin embargo, viaja mucho, participando en eventos públicos y foros periodísticos, así como en reuniones no violentas, ya que se considera una activista global por la paz. En un reciente y perspicaz comentario sobre la política en Chile, Pía escribió: “La era es decisiva”.

Haga clic aquí para obtener informes adicionales de Camboya, Marruecos, Papúa Occidental, Eslovaquia, Rusia, Malaysa, EE. UU., Nigeria, Ghana, Iraq, Brasil, Palestina, Australia, Canadá, Etiopía, República Democrática del Congo, Nueva Zelanda, Myanmar, India , Dinamarca, Reino Unido, Ruanda y Bolivia.

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Boletín español: el 01 de mayo 2018

¿HAY PROGRESO HACIA LA PAZ?

Hemos comenzado las noticias este año con conversaciones de alto nivel entre Corea del Sur y Corea del Norte y su participación conjunta en los Juegos Olímpicos de PyeongChang. Fue bien: “en PyeongChang, el mundo se ha convertido en uno”, dijo Lee Hee-beom, jefe del Comité Organizador de PyeongChang. “Trascendiendo las diferencias de raza, religión, nación y género, sonreímos juntos, lloramos juntos y compartimos nuestra amistad”.

El progreso en Corea continúa este mes con el anuncio de que los líderes se han estrechado la mano en la zona desmilitarizada entre los dos países y se han comprometido a trabajar para desnuclearizar la península y declarar el final oficial de la Guerra de Corea. En palabras del presidente de Corea del Sur Moon Jae-In: “Kim Jong-un y yo hemos declarado juntos que no habrá más guerra en la península de Corea y ha comenzado una nueva era de paz”.

La lucha por la justicia para el pueblo Palestino fue dramatizada por la joven activista Amed Tamimi en el boletín del mes pasado. La pelea se hizo más dramática este mes cuando miles de Palestinos participaron en un mes de marchas no violentas, la “Gran Marcha del Retorno“. Israel no podía tolerar una manifestación tan masiva y utilizó francotiradores para matar a los participantes desarmados. El veterano activista por la paz, Uri Avnery, compara esto con las atrocidades británicas contra Gandhi y sus seguidores en la India y los ataques racistas contra Martin Lurther King y sus seguidores en Alabama, y nos recuerda que los británicos finalmente tuvieron que abandonar la India.

Mientras tanto, los Palestinos no pierden la esperanza, a pesar de las dificultades y la guerra, como lo ilustra el Cine infantil de Gaza: “nacido del deseo de crear un refugio para los niños. prueba de la magia del cine, aliviar el sufrimiento y dar luz a uno de los lugares más oscuros del mundo.”

En las Naciones Unidas, este año fue el 62° período de sesiones de la Comisión sobre el Estatuto de la Mujer. Como seguimiento, publicamos entrevistas breves con 15 de sus participantes de todo el mundo. En palabras de Sohini Shoaib de India, “las mujeres se ponen de pie, no solo las mujeres, todas esas personas que se sienten silenciadas”.

Y finalmente, los escolares de Estados Unidos, que salieron a las calles el 24 de marzo para protestar contra la violencia armada que siguió al tiroteo en Parkland, Florida, continuaron con su movilización. El 20 de abril, en el aniversario de la matanza escolar de Columbine (Colorado), los estudiantes volvieron a la huelga en más de 2.500 escuelas de todo el país. Los estudiantes planean continuar movilizándose durante las vacaciones de verano este año. Como explicó uno de los organizadores, hablando a su grupo de estudiantes, “El cambio está sucediendo a través de la paciencia, y esta lucha no se detiene después del 20 de abril”.

Como señala un comentarista, las protestas estudiantiles son parte de un programa más amplio para “dejar de alimentar la cultura de la violencia y el militarismo”, que incluye programas de capacitación en las escuelas para preparar a los estudiantes para convertirse en oficiales militar.

¿Nos estamos moviendo hacia una cultura de paz? Solo el tiempo dirá.

      

DESARME Y SEGURIDAD


“Our Dreams Are Coming True”: Peace Activists Celebrate as Korean Leaders Vow to Officially End War

LIBERTAD DE INFORMACIÓN


Bolivia llama a preservar América del Sur como zona de paz y libre de armas nucleares

PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA



Primer Congreso de Líderes Mundiales, Ciudades Internacionales de la Paz, por invitación de la Fundación El Sol

DESAROLLO SUSTENTABLE



Alcaldes de Iberoamérica se reúnen en Costa Rica por objetivos de desarrollo

IGUALDAD HOMBRES/MUJERES


Voices from 62nd session of the Commission on the Status of Women (CSW62)

DERECHOS HUMANOS



Amnesty International: Israeli forces must end the use of excessive force in response to “Great March of Return” protests

TOLERANCIA Y SOLIDARIDAD



Palestine’s Great March of Return: A New Defiance Campaign

EDUCACIÓN PARA PAZ



República Dominicana: Integrar asignaturas de arte en centros ayuda crear cultura de paz

República Dominicana: Integrar asignaturas de arte en centros ayuda crear cultura de paz

. . EDUCACIÓN PARA LA PAZ . .

Un artículo de Hoy digital

La antropóloga Tahira Vargas consideró ayer que expulsar de los centros educativos a los estudiantes con mala conducta no soluciona el problema, sino que lo agrava, por lo que sugirió trabajar el tema de la violencia con la integración de nuevas disciplinas como el teatro, la danza y la música, para así construir una cultura de paz.

“Para romper el círculo de violencia no se puede ser más violento, ni siendo más drásticos o excluyendo, es cambiando las relaciones al interior de los centros, es creando otro tipo de espacios, donde se pueda dialogar con los estudiantes y les establezcan responsabilidades y tareas para que participe del cambio de conducta”, expresó.

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Question for this article:

Do the arts create a basis for the culture of peace?

(Artículo continúa desde la parte izquierda de la página)

Explicó que los docentes y directores de los centros no entienden el contexto de vulnerabilidad en que viven los estudiantes violentos, porque los padre tienen que salir a trabajar y por eso no están en las casas educando a sus hijos.

Vargas habló del tema al ser preguntada sobre las declaraciones de directores y profesores de liceos de Salcedo, alertando al Ministerio de Educación sobre las constantes inconductas en que incurren muchos estudiantes.

Sociabilizar. Vargas señala que las calles y los centros educativos son el principal espacio de sociabilización de los jóvenes, entonces las escuelas deben ser un espacio de construcción de cultura de paz, no un espacio de reproducción de violencia, y la exclusión es una forma de violencia.

“Lo que sugiero es que los docentes, directores y orientadores trabajen con el estudiantado en cambiar las relaciones internas del centro, y ellos sean responsables de sus conductas”.

Entiende que un tema muy importante es integrar el arte, cuyas estrategias usan muchos países para trabajar la conducta violenta por una cultura de paz.

“La música, el teatro y la danza son disciplinas que favorecen a un estudiante violento, porque los pone a trabajar o a dirigir un grupo de música, arte, actividades creativas, a dramatizar sobre la violencia; tú les cambia la situación”, sostuvo.

Según la socióloga cuando al estudiante más problemático le delegan la responsabilidad de la conducta del colectivo, cambia él, pero además colabora con su clase.

Bolivia llama a preservar América del Sur como zona de paz y libre de armas nucleares

. LIBERTAD DE INFORMACIÓN .

Un artículo de Sputnik News

El presidente de Bolivia, Evo Morales, llamó a preservar la región como una zona de paz, libre de los peligros bélicos que afectan a otras partes del mundo, luego de asumir la presidencia pro tempore de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur).

“Es la segunda vez que asumimos esta responsabilidad de coordinar trabajo con los países de toda Sudamérica, y el gran deseo que tiene Bolivia es que América del Sur sea zona de paz”, dijo el presidente Evo Morales en el Palacio de Gobierno.

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Question related to this article:

Latin America, has it taken the lead in the struggle for a culture of peace?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

El mandatario boliviano, en una declaración a través de los medios estatales, señaló que pretende también que la Unasur siga los pasos de la Unión Europea en cuestiones como planificación de desarrollo, legislación y ciudadanía comunes.

“Planteamos construir una identidad sudamericana en materia de defensa, que permita consolidar a la región como una zona de paz, libre de armas nucleares y de destrucción masiva, rechazando la guerra, promoviendo el desarme y la resolución pacífica de conflictos y la cultura de paz en el mundo”, puntualizó sobre el objetivo principal de su presidencia regional temporal.

Morales sucede a su par argentino Maurio Macri en la presidencia pro tempore de la Unasur, organismo creado en 2008 y cuya primera resolución importante fue respaldar ese mismo año al presidente boliviano frente a una ola de protestas políticas y regionales que buscaban aparentemente echarlo del poder.

Más aquí: Presidente de Bolivia dice que la principal amenaza contra la paz es el Gobierno de EEUU

El mandatario dijo que la Unasur ha actuado efectivamente en favor de la solución pacífica de controversias, apoyando las negociaciones entre el Gobierno de Colombia y los grupos armados rebeldes de ese país, siguiendo la lógica de que “la paz se construye con justicia social”.

Alcaldes de Iberoamérica se reúnen en Costa Rica por objetivos de desarrollo

. . DESAROLLO SUSTENTABLE . .

Un artículo de La Vanguardia (reproducción sin fines comerciales)

Alcaldes de Iberoamérica se reunirán este jueves y viernes [18-19 de abril] en Costa Rica para celebrar la XVIII Asamblea General de la Unión de Ciudades Capitales (UCCI) que busca avanzar en el cumplimiento de los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS).

La organización definirá su estrategia para el bienio 2018-2020 con el fin de determinar de qué modo sus miembros pueden seguir avanzando en la implementación local de los ODS.

Un total de 23 delegaciones internacionales de ciudades capitales asistirán a la cita en San José, entre ellas la alcaldesa de Madrid, Manuela Carmena.

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Question for this article:

Can cities take the lead for sustainable development?/em>

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Según los organizadores, se abordarán iniciativas ligadas al fortalecimiento institucional, desarrollo social, desarrollo económico local, desarrollo urbano sostenible, cultura y comunicación, además de temas transversales como el de género, la sostenibilidad ambiental, la cultura de paz, la innovación y los derechos humanos.

Una de las principales apuestas para el nuevo periodo es la incorporación de la cultura como un ámbito estratégico en la organización, ya que la dimensión cultural es fundamental para lograr sociedades más justas, solidarias y sostenibles.

La Asamblea también presentará un informe de gestión (2016-2018) y un balance económico y se propondrá la definición de un marco estratégico para lograr la implementación efectiva de los ODS en las ciudades iberoamericanas.

La Asamblea General de la UCCI se reúne cada dos años y la de 2018 es la segunda que se celebra tras el cambio de ciclo que aprobó la organización en 2016.

En reunión participará el alcalde de San José, Johnny Araya; el alcalde de San Salvador, Nayib Bukele; el alcalde de Ciudad de Panamá, José Blandón; el alcalde de La Paz, Luis Revilla; el intendente de Montevideo, Daniel Martínez, entre otros.

El acto inaugural tendrá la presencia del presidente de la Costa Rica, Luis Guillermo Solís, y de la titular de la Secretaría General Iberoamericana, Rebeca Grynspan.

Niños del Cauca, Córdoba y Bogotá participarán de Cine Solidario, de la Escuela de Paz de UNICEF

. LIBERTAD DE INFORMACIÓN .

Un artículo de Radio Santa Fe

El próximo lunes 16 de abril a partir de las 9 a.m. UNICEF realizará en alianza con la Unión de Colegios Bilingües –UCB, la iniciativa Cine Solidario.

Participarán 9.000 estudiantes de 16 colegios en Bogotá, 300 niños y niñas de 4 colegios en el departamento de Córdoba y en la Institución Educativa Nueva Visión de Honduras ubicada en Buenos Aires (Cauca), participarán 35 niños, niñas y adolescentes; tendrán la visita de la Embajadora de Buena Voluntad Belky Arizala, quien será facilitadora y líder de la jornada.


Foto: Radio Santa Fe CM

La estrategia “Escuelas en Paz” en todo el país beneficia a 11.884 estudiantes, 614 docentes, 4.380 familias, 106 agentes educativos y 6 Consejos comunitarios. Es una propuesta pedagógica liderada por UNICEF que crea, desarrolla y consolida comunidades de aprendizaje en torno a la construcción de una cultura de paz en contextos educativos y comunitarios que han sido afectados por el conflicto armado en Colombia. Actualmente, Esta promueve conocimientos, habilidades y actitudes que generan cambios en el comportamiento de niños, niñas, adolescentes, jóvenes y adultos para resolver conflictos pacíficamente, crear ambientes de aprendizaje participativos para la convivencia y la democracia y vincular pedagogías que prevengan nuevos conflictos y formas de violencia tanto a nivel interpersonal, social y estructural.

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Question related to this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

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“Para UNICEF, que los colegios cuenten con espacios donde los niños y niñas de diferentes regiones del país, participen, expresen sus puntos de vista; argumenten y debaten sus opiniones, son esenciales para formar en democracia y ciudadanía. El respeto por la diferencia, el dialogo constructivo y la convivencia pacífica construyen cultura de PAZ”, asegura Frederick Spielberg, Representante Adjunto OIC de UNICEF.

Cine Solidario se realizará bajo la metodología de cine-foro, pues a través de esta, UNICEF busca promover la reflexión y el intercambio de iniciativas escolares en torno a la construcción de paz, los derechos humanos y la convivencia en el entorno escolar y comunitario, a través de la participación de las niñas y niños.

La jornada contará con cinco (5) momentos claves para las niñas y los niños, los cuales son:

1. Se generará reflexión, intercambio y diálogos entre los estudiantes en torno a la construcción de la paz, la convivencia y los derechos humanos desde la diversidad cultural y territorial.

2. Se compartirá una breve reseña de la película y se explicará el contexto en el cual se desarrolla.

3. Se proyectará la película “Jinete de Ballenas”.

4. Belky Arizala, Embajadora de Buena Voluntad de UNICEF compartirá con los estudiantes y motivará su participación a través de preguntas, las cuales motivarán la discusión y la reflexión en marcado en los derechos de la niñez.

5. Al finalizar, los estudiantes organizados por grupos compartirán su experiencia durante el Cine Solidario y realizarán una muestra artística para la comunidad educativa.

“La alianza con UNICEF ha sido muy relevante para la UCB. Estas actividades, como el cine foro, han permitido que nuestros estudiantes conozcan otras realidades, tengan conciencia de los derechos de la niñez y desarrollen habilidades de liderazgo y emprendimiento social.” Mauricio Castaño, Director Ejecutivo UCB.

Primer Congreso de Líderes Mundiales, Ciudades Internacionales de la Paz, por invitación de la Fundación El Sol

. . PARTICIPACIÓN DEMOCRATICA . .

Invitación de International Cities of Peace

Está invitado como líder mundial por la paz en esta Convención con el fin de compartir sus experiencias y las de otros líderes sobre formas únicas de crear una cultura de paz comunitaria.

video de invitación

Pregunta(s) relacionada(s) al artículo

How can culture of peace be developed at the municipal level?

El gran evento se llevará a cabo del 4 al 8 de junio de 2018 en el Centro de Convenciones y Exhibiciones de Plaza Mayor. Sala Verde, Medellín, Antioquia, Colombia.

Agradecemos a la organizadora del Congreso, Sol Mary Valencia Acevedo, fundadora de la Fundación El Sol y líder de Medellín: Ciudad de la Paz.

BECAS ESTÁN DISPONIBLES. El apoyo incluye viajes aéreos, alojamiento, comidas y transporte desde y hacia el aeropuerto. Por favor envíe sus preguntas a: mailto:arment@fredarment.com

FUNDACIÓN EL SOL, Sede administrativa Carrera 80C # 34A-71 Barrio Laureles. Medellin, Colombia.

Cell (+57) 3113427410 • (+57) 3176473933 e-mail: fundacionelsol.org@gmail.com

( Clickear aquí para la version inglês)