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“Nobel da Educação”, Global Teacher Prize tem três professores brasileiros.

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artigo de Débora Garofalo no site do Universo Online

Apesar das notícias alarmantes dos últimos dias, devido a pandemia da Covid-19, recebemos uma excelente notícia na semana passada: três professores brasileiros, estão na lista do TOP 50 do maior prêmio para professores do mundo e considerado o “Nobel da Educação”, trata-se do Global Teacher Prize, anunciado pela Varkey Foundation, organizadora/patrocinadora do prêmio em parceria Unesco.


Fotos do site do Global Teacher Prize

Em especial, para mim, um presente, já que fui a primeira mulher brasileira e a primeira sul-americana a chegar como finalista em 2019, no TOP 10, pelo trabalho de robótica com sucata que consiste em coletar lixo das ruas, materiais e equipamentos recicláveis em protótipos de robótica, trabalho este que me classificou entre as melhores professoras do mundo. É uma experiência incrível, que desejo muito que eles vivenciem! Nesta mesma edição, tivemos o Professor Jayse Ferreira, de Itambé, Pernambuco, entre os TOP 50, sendo o ganhador o professor Peter Tabishi, do Quênia.

Isso demonstra a importância de reconhecer e valorizar os professores. Os três brasileiros finalistas da edição 2020, Doani, Francisco e Lília são professores de escola pública e tiveram os seus trabalhos selecionados por um júri internacional. O trabalho destes professores tem em comum a inclusão de estudantes, principalmente de periferias e baixa renda, com atividades significativas e transformadoras.

Conheça o trabalho dos brasileiros finalistas

Doani Emanuela Bertan trabalha como professora bilíngue de Português e Língua Brasileira de Sinais. A escola em que ela ensina fica em Campinas, São Paulo, em uma área de privação, que lutava com altas taxas de evasão. Doani e seus colegas começaram a procurar novas estratégias para otimizar o aprendizado. Ela ensina à LIBRAS o sistema brasileiro de língua de sinais para seus alunos com deficiência auditiva e começou a promover videochamadas para responder a suas dúvidas e preocupações nas aulas diárias.

Esses tutoriais on-line se transformaram em videoaulas bilíngues, permitindo que o conhecimento se espalhasse fora do ambiente escolar. Além do uso da tecnologia como ferramenta, eles permitem tempos e espaços de aprendizado flexíveis, apoiam pais e famílias e possibilitam novas experiências educacionais.

Todas as suas aulas foram enviadas para um canal do YouTube e agora têm acesso gratuito. Sua escola se destaca por sua alta matrícula de alunos com deficiência auditiva e professores que promovem o LIBRAS como uma ferramenta eficaz de inclusão. O compromisso de Doani a levou a ir além dos horários formais de trabalho e a aproveitar as oportunidades que a tecnologia permite.

Francisco Celso de Freitas é professor de história, especialista em educação inclusiva e instrutor de mediadores sociais. Ele, trabalha no Centro Educacional da Unidade Penitenciária de Santa María, na cidade de Brasília, onde jovens privados de liberdade assistem às aulas.

Francisco é fundador e coordenador do Projeto RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo), que utiliza a musicalidade do rap e a poesia como uma ferramenta pedagógica emancipatória capaz de promover os valores de uma cultura de paz e direitos humanos com vínculos históricos.

O projeto atende cerca de 150 adolescentes (meninos e meninas), mantidos na Unidade de Hospitalização do Distrito Federal de Santa Maria, que tiveram problemas com a lei, às vezes por atos de violência, e que são propensos a autoagressão e tentativas de suicídio. Os jovens do projeto se beneficiaram da educação socioeconômica e da reabilitação, gravando vídeos, participando de festivais de música e cultura e os recursos produzidos pelo projeto, como músicas, videoclipes e e-books, foram colocados on-line gratuitamente para que outros possam usufruir dos benefícios.

(Clique aqui para a versão inglês.)

Question for this article:

What is the relation between peace and education?

Francisco recebeu amplo reconhecimento e prêmios pelo projeto RAP e participou de conferências e visitou escolas para dar palestras sobre o valor dessa forma de mediação social, ressocialização, combate ao uso e abuso de drogas, enfrentando várias formas de preconceito e a descriminalização de cultura urbana. Além disso, ele acompanhou os jovens depois de completarem seu período na Unidade Penitenciária, para que não voltassem ao mesmo ciclo de violência que os levou até lá. A maioria dos graduados conseguiu reintegrar a sociedade e alguns se dedicaram ao rap, fazendo apresentações, gravando álbuns e videoclipes com mensagens sobre liberdade e atendendo às demandas dos jovens. Apesar da dura realidade, Francisco conseguiu inspirar e motivar seus alunos para que eles entendam que a educação é o caminho para novas oportunidades na vida.

Lília Melo cresceu em uma área desfavorecida e desde a infância queria contribuir para reduzir as diferenças sociais. Ela encontrou seu caminho no ensino. Lília Melo ensina crianças e jovens pobres em uma área carente e muitas vezes violenta de Belém, no norte do Brasil, onde assassinatos, tráfico de drogas e estupro são comuns.

Para ajudar seus alunos a lidar com a situação, Lília escreveu um projeto intitulado “Juventude negra periférica do extermínio ao protagonismo” sobre o aprimoramento da arte na escola e na comunidade. Começou a oferecer oficinas de fim de semana sobre tambor, capoeira, dança, teatro, poesia, algumas na escola, outras nas ruas e praças, que formavam laços com a comunidade local. A partir de um texto de Lília na mídia local sobre seus alunos serem pobres demais para terem acesso ao filme “Pantera Negra” da Marvel, as empresas locais se uniram e financiaram 400 ingressos para que os jovens pudessem assistir ao filme.

Da coleção de fotos e vídeos que narraram o evento do filme, surgiu a ideia de produzir um documentário, que recebeu diversos prêmios. Lília decidiu reinvestir os recursos recebidos na compra de equipamentos. Eles compraram câmeras, lentes e uma nova produção foi feita por jovens estudantes da escola.<

Os debates ajudaram a reforçar a mensagem do filme e a refletir sobre a importância da representação na ficção. Eventualmente, os próprios alunos se tornaram protagonistas à medida em que universidades, museus e empresas se interessaram e entraram em contato para ouvir os alunos e conhecer suas histórias, fazendo convites para realizar palestras. Em vez de ficarem quietos em um auditório, os alunos foram lá para serem ouvidos.

Todos os projetos de Lília foram realizados com pouca infraestrutura e pouco equipamento. A escola aumentou significativamente as taxas de matrícula, a taxa de evasão diminuiu e os resultados do aprendizado melhoraram. Muitos de seus alunos se tornaram líderes no campo das artes, protagonistas de sua própria história, sendo uma inspiração para sua comunidade.

As informações sobre os trabalhos dos professores foram retiradas do site do Global Teacher Prize.

Considero que estar entre os top 50 é um presente. Eles foram selecionados entre mais de 12.000 trabalhos de 140 países e merecem todo o nosso reconhecimento. Estaremos na torcida, porque são merecedores por tudo o que vem fazendo pela Educação.

Agora, eles passam a integrar um grupo de 300 professores embaixadores mundiais, unidos aos finalistas de edições anteriores do prêmio, com participação intensa e encontro anuais em diferentes países para ampliação e troca de conhecimento.

Ser reconhecido entre os melhores professores do mundo muda totalmente a nossa concepção do papel de professor e aumenta a nossa responsabilidade em continuar a lutar por educação de qualidade e equidade a todos.

Todos os professores que passam por essa experiência continuam servindo de exemplo, entre eles, podemos destacar os professores Marcio Batista, Rubens Ferronato, Jayse Ferreira, Diego Mahfouz e Valter Pereira e tantos outros que promovem a diferença e são agentes da transformação. É preciso reconhecer, valorizar e apoiar os nossos professores. Parabéns, professores, por transformar vidas!

Pueblo venezolano rinde homenaje al genio que hizo de la música un instrumento para la liberación, José Antonio Abreu

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de television de Venezuela

El pueblo venezolano rinde homenaje al genio que hizo de la música un instrumento para la liberación, José Antonio Abreu, en ocasión de conmemorarse este martes el segundo año de su siembra, expresó el presidente de la República Bolivariana de Venezuela,  Nicolás Maduro, en su usuario de la red social Twitter @NicolasMaduro.

Abreu fue un destacado músico venezolano y quien concibió el Sistema Nacional de Orquestas y Coros Juveniles e Infantiles de Venezuela. Nacido en la ciudad de Valera, estado Trujillo, el 7 de mayo de 1939.

( Clickear aquí para una traducción inglês.)

Question for this article:

 

What place does music have in the peace movement?

Abreu fungió como Embajador para la Paz y de Buena Voluntad de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) por el impacto social y cultural de su obra, especialmente en aquellos países empeñados en bajar los niveles de pobreza, analfabetismo, marginalidad y exclusión en su población infantil y juvenil.

Jose Antonio Abreu también fue el artífice de un modelo de educación musical y de inclusión social, modalidad que ha sido replicada en más de 70 países de los cinco continentes: Europa, América, Asia, África y Oceanía, reseña una nota de prensa de la Fundación Musical Simón Bolívar publicada en su sitio web.

Con este novedoso modelo, creado hace 44 años y conocido como el Sistema Nacional de Orquestas y Coros Juveniles e Infantiles de Venezuela (El Sistema), se han incorporado a El Sistema 1.012.077 niños, niñas y jóvenes, provenientes de estratos sociales de bajos recursos económicos.

Con esta práctica individual y colectiva de la música, la creación de núcleos y centros académicos del país, esta organización cultural se convirtió en una plataforma sobre la cual se preparan ciudadanos integrales bajo el concepto de una cultura de paz y de justicia.

‘Un día sin nosotras’: ¿En qué consiste el Paro Nacional de Mujeres en México y por qué está convocado?

. IGUALDAD HOMBRES/MUJERES .

Un artículo de Cecilia González en RT.com (televisión ruso )

Al grito de ‘Un día sin nosotras’, millones de mexicanas participan este lunes [9 de marzo] del Paro Nacional de Mujeres cuya convocatoria nació en medio de la creciente ola de indignación por los femicidios y se amplió a la larga lista de demandas de la agenda feminista.


Video sobre la manifestación en el Día Internacional de la Mujer, Ciudad de México, 8 de marzo de 2020. Foto: Gustavo Graf / Reuters

Después de la masiva marcha del domingo, en conmemoración del Día Internacional de la Mujer, trabajadoras públicas y privadas están llamadas a ausentarse de oficinas, bancos, supermercados, restaurantes, cafeterías, periódicos, tiendas y todo tipo de centros laborales. Las mujeres que adhirieron tampoco realizarán tareas domésticas para visibilizar así su peso en la economía y en la sociedad y denunciar las múltiples vertientes de la violencia de género.

Una encuesta publicada la semana pasada por el diario El Financiero reveló que la huelga contaba con el apoyo del 67 % a nivel nacional y que el 57 % de las mujeres pensaba sumarse, lo que demuestra el avance de la revolución feminista que recorre el mundo y que este año aquí está escribiendo un capítulo aparte.

En México, el 51 % de la población y el 52 % de los electores son mujeres. Y ellas votan más. De acuerdo con datos oficiales, en las elecciones presidenciales de 2018, que ganó Andrés Manuel López Obrador, el 66,2% de los votantes fueron mujeres.

10 mujeres asesinadas cada día

Pero la inequidad persiste. Un estudio del Observatorio Internacional de Salarios Dignos y la Comisión Nacional de Salarios Mínimos estima que a diario las mexicanas realizan trabajos por un valor de alrededor de 3.000 millones de dólares, pero solo una tercera parte es remunerado.

De acuerdo con el Observatorio de Trabajo Digno de la organización Acción Ciudadana Frente a la Pobreza, en el país los hombres ganan un 16 % más que las mujeres. La brecha salarial se amplía a un 30 % en el sector público.

La desigualdad se repite en otros rubros. Datos del Consejo Nacional de Evaluación de la Política de Desarrollo Social señalan que hay más mujeres que hombres en situación de pobreza: 27,3 millones frente a 25 millones.

Informes de la organización Reinserta, en tanto, concluyen que los tribunales les imponen a las mexicanas un promedio de cinco años más de condena que a los hombres.

La violencia se impone. El año pasado, en el país hubo 51.146 denuncias por violencia sexual en contra de las mujeres. Implicó un aumento del 19,1% con respecto a 2018. La tendencia sigue a la alza. También en 2019, en México mataron a 10 mujeres cada día. Hace tres años, el promedio era de siete mujeres asesinadas.

Por eso los femicidios se convirtieron este año en tema central de la conversación pública en México e impactaron de lleno en la agenda política de López Obrador.

El Paro Nacional de Mujeres comenzó a germinar en redes sociales en medio de la conmoción por los asesinatos de Ingrid Escamilla, una joven de 25 años que murió apuñalada y desollada, y de Fátima, una niña de siete años que fue encontrada tirada en una bolsa, con signos de tortura.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página.)

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Protecting women and girls against violence, Is progress being made?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Cuando ocurrieron los crímenes, el fiscal general Alejandro Gertz Manero estaba envuelto en una polémica por su propuesta de eliminar la tipificación de “femicidio” para calificarlo como “homicidio agravado”. La intención, según él, era mejorar la investigación e impartición de justicia, pero organizaciones feministas advirtieron que ello eliminaba el componente de género en el asesinato. El presidente rechazó la iniciativa, pero en una conferencia de prensa se molestó y advirtió que no quería que solo se hablara de los femicidios porque él pensaba promover la rifa del avión presidencial.

Críticas al gobierno de López Obrador y oportunismo de la derecha

Las movilizaciones contra los femicidios arreciaron. El presidente respondió con un decálogo contra la violencia a las mujeres plagado de lugares comunes como “proteger la vida de todos los seres humanos”, “es una cobardía agredir a la mujer”, “se tiene que respetar a las mujeres” y “castigar a los culpables”. No presentó estrategias, políticas ni objetivos concretos. Más tarde habló de “una crisis profunda de valores”, de “decadencia” y de que “sólo siendo buenos podemos ser felices”. Convocó “a seguir moralizando, purificando la vida pública” y culpó de los femicidios al neoliberalismo.

Cada declaración irritaba más a varias agrupaciones feministas, pero el presidente sorprendió todavía más cuando les pidió que sus protestas fueran pacíficas y ya no pintaran puertas y paredes de edificios públicos.

Fue en esos momentos que la colectiva Brujas del Mar recogió el malestar social y a través de Twitter convocó al Paro de este lunes. La adhesión fue inmediata y masiva.

En respuesta, López Obrador denunció el oportunismo de sus “adversarios”, los “neoliberales”, “los conservadores” y “la derecha”, que apoyaron y promovieron la jornada solo para criticar al gobierno, como el caso del histórico y derechista Partido Acción Nacional que impulsó el Paro, pero ratificó su rechazo al aborto a pesar de que es una de las principales exigencias feministas.

La polarización política que predomina en México construyó la falsa idea opositora de que la huelga era contra López Obrador, aunque las luchas feministas exceden gobiernos. Pero el presidente tampoco dio muestras de entender al movimiento de mujeres y siguió acumulando respuestas desafortunadas. Anunció, por ejemplo, que la rifa del avión presidencial se haría el 9 de marzo, es decir, el mismo día del Paro feminista. Fueron tantas las críticas que tuvo que cambiar la fecha.

Las reacciones del presidente podrían explicar, según una encuesta publicada la semana pasada por el diario El Universal, que el apoyo de las mujeres a su gobierno haya disminuido en un 24,6 % durante los últimos 12 meses.

Uno de los escasos logros en la agenda de género que puede presumir López Obrador, es que es el único presidente que ha designado un gabinete con paridad de género. De hecho, en medio de la crisis política desatada por los femicidios, la semana pasada sus ministras se mostraron juntas por primera vez y aseguraron que el mandatario sí entiende al feminismo y que los derechos de las mujeres son una prioridad.

El viernes, sin embargo, López Obrador se negó a definirse como feminista. “Soy humanista”, dijo.

Más allá de las disputas políticas, el Paro logró que en medios de comunicación, en redes sociales, en los hogares y en los lugares de trabajo se hablara de femicidios, aborto, salarios inequitativos, falta de guarderías, presiones culturales, la misoginia generalizada y el acoso.

Las agresiones contra las mujeres se visibilizaron y se discutieron más que nunca, pero también demostraron que todavía falta mucho trabajo por hacer para erradicar la inequidad y las violencias de género en el país.

El Manifiesto 2000

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo par El Manana

Las campañas insidiosa y muchas veces perversas, que pretenden achacar las cotidianas manifestaciones de violencia en sus distintas formas, a la propuesta de cambio de modelo económico para fomentar el desarrollo compartido en un régimen de justicia social, no abonan en nada para generar un ambiente de entendimiento, concordia y fraternidad. Montado en su macho, cada grupo con capacidad para hacerse oír recurre a la violencia.


(para más información haga clic en la imagen)

Es claro que en una cultura de violencia, los conflictos se dirimen a través de la violencia, que no es otra cosa que la falta de capacidad para abordar los diferendos en una cultura de paz, a través del diálogo y el entendimiento mutuo. Al revés del apotegma juarista, ahora se ve que entre los individuos como entre las naciones la violación al derecho ajeno es la violencia que se manifiesta en la sociedad, en los gobiernos y llega a las instituciones.

No es tanto que se haya desatado la agresividad en el ser humano, no. A través de los medios de socialización: familia, escuela, religión, asociaciones, etc., la agresividad se puede canalizar en tres formas: la destructiva que seria lo mismo que la violencia; la indiferencia que seria la pasividad y la constructiva, considerada como positiva y que vendría a resultar igual a la no-violencia, es decir, a actuar pero no violentamente. En ese sentido, si la violencia es aprendida, es evidente que también puede ser desaprendida y ser reemplazada por otros mecanismos, no destructivos, en la resolución de conflictos.

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Question for this article:

The Manifesto 2000, Is it still relevant today?

Con este idea en mente, un grupo de Premios Nobel de la Paz, reunidos en París, el 4 de Marzo de 1999, con motivo del quinquagésimo aniversario de la Declaración Universal de los Derechos Humanos, redactó el denominado “Manifiesto 2000 para una cultura de paz y de no violencia”. Los firmantes fueron: Norman Borlaug; Adolfo Pérez Esquivel; Dalai Lama; Mikhall Sergeyevich Gorbachov; Mairead Maguire; Nelson Mandela; Rigoberta Menchu Tum; Shimon Peres; José Ramos Horta; Joseph Roblat; Desmond Mpilo Tutu; David Trimble; Elie Wiesel; Carlos Felipo Ximenes Belo. A los que luego se unieron otros.

El texto del Manifiesto es el siguiente: “Reconociendo mi parte de responsabilidad ante el futuro de la humanidad, especialmente para los niños de hoy y de mañana, me comprometo en mi vida diaria, en mi familia, mi trabajo, mi comunidad, mi país y mi región a: – respetar la vida y la dignidad de cada persona, sin discriminación ni prejuicios; – practicar la no violencia activa, rechazando la violencia en todas sus formas: física, sexual, psicológica, económica y social, en particular hacia los más débiles y vulnerables, como los niños y los adolescentes; – compartir mi tiempo y mis recursos materiales cultivando la generosidad a fin de terminar con la exclusión, la injusticia y la opresión política y económica; – defender la libertad de expresión y la diversidad cultural privilegiando siempre la escucha y el diálogo, sin ceder al fanatismo, ni a la maledicencia y el rechazo del prójimo; – promover un consumo responsable y un modo de desarrollo que tenga en cuenta la importancia de todas las formas de vida y el equilibrio de los recursos naturales del planeta; – contribuir al desarrollo de mi comunidad, propiciando la plena participación de las mujeres y el respeto de los principios democráticos, con el fin de crear juntos nuevas formas de solidaridad”. 

Como bien se puede ver, se trata de un compromiso de cumplimiento personal e individual, de tal suerte que no hay forma de excusarse una vez que ha sido adoptado voluntariamente.

Ciertamente, por aquellas épocas todavía se creía que el año 2000 habría de constituir un nuevo comienzo para transformar la cultura de guerra y de violencia en una cultura de paz y de no violencia, toda vez que la cultura de paz hace posible el desarrollo duradero, la protección del medio ambiente y la satisfacción personal de cada ser humano.

20 años después, quizá sea posible ese sueño si en lugar de tanta basura, los medios se comprometieran a posibilitar el diálogo, el entendimiento y la paz a través de la justicia.

Ecuador: La cultura de paz se difunde en revista digital internacional

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Cronica

En su tercera edición, la Revista Cultura de Paz, editada por la Cátedra UNESCO de Educación y Cultura de Paz de la UTPL, presenta 18 artículos científicos y tres reseñas de libros.

“Cultura y educación para la paz” es la temática de la tercera edición de la Revista Cultura de Paz presentada, el 2 de marzo, por la Cátedra Unesco de Educación y Cultura de Paz de la Universidad Técnica Particular de Loja (UTPL). El trabajo que se presenta en formato digital cuenta con 18 artículos científicos y 3 reseñas de libros, de autores de Ecuador, México y España.

En esta edición se abordan temáticas como: antropología de la violencia; inclusión de la diversidad sexual para una cultura de paz; violencia y conflicto en Ecuador caso 2019; construcción de una cultura de paz desde el ámbito universitario; memorias de mujeres indígenas excombatientes de las FARC en Colombia; la dimensión simbólica de la máscara zapatista, modelos de participación ciudadana y convivencia, entre otros.

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Question for this article:

What are the most important books about the culture of peace?

Santiago Pérez Samaniego, director de la revista, señaló que esta publicación de carácter anual tiene como función promover las investigaciones a nivel local, nacional e internacional, de temáticas relacionadas a la paz, educación, conflictos y derechos humanos. Destacó que los artículos que son parte de esta edición reflejan un riguroso análisis de las diferentes realidades, perspectivas, buenas prácticas o visiones de los investigadores.

Resaltó que desde la primera convocatoria en 2016 ha incrementado la participación de investigadores en la Revista Cultura de Paz, lo que “llena de orgullo a quienes somos parte de esta publicación que lanzó su primera convocatoria en 2016 y que desde entonces ha incrementado el número de publicaciones y de participantes de distintos países, convirtiéndola en un referente de investigación para el fomento de la paz en Latinoamérica, alcanzando un relevante posicionamiento internacional”

Aporte institucional

Rosario de Rivas Manzano, vicerrectora académica de la UTPL, durante el acto de presentación extendió una felicitación al equipo que generó la tercera edición de la revista, misma que señaló promueve la paz por medio de investigaciones que buscan modificar actitudes en las personas para transformar los conflictos que pueden generan violencia. Resaltó el aporte de esta publicación para la UTPL, como una universidad que construye un mundo más justo donde predomina el respeto al ser humano y la sociedad. (I).

 -La revista Cultura de Paz está disponible en la página web: revistadeculturadepaz.com

México: Cultura de paz desde la educación superior

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo para Jaime Valls Esponda en El Universal

El 17 de febrero se realizó en la sede de la ANUIES [Asociación Nacional de Universidades e Instituciones de Educación Superior], la presentación de la propuesta del Plan Integral de Cultura de Paz desde las Instituciones de Educación Superior, que además de abonar al tema de la paz, contiene medidas para la prevención de adicciones y busca contribuir al desarrollo de los jóvenes en los ámbitos escolares y sociales.

Desde hace tiempo, y las estadísticas así lo muestran, existe una creciente percepción de que vivimos un deterioro de valores que ha hecho tremendamente visible la inseguridad, que afecta de manera pronunciada a los sectores más vulnerables de la población: las mujeres, los adultos mayores, los niños y los hogares de escasos recursos en general. Valores, que sin ellos, resultan en que la sociedad pierda cohesión y se erosione el tejido social. Por ello, durante la presentación se puso de manifiesto el imperativo de afirmar una cultura de paz que devuelva a la nación la estabilidad en todo el territorio y asegure la convivencia armónica. Se destacó la necesidad de una contribución activa de las instituciones de educación superior, dado que son espacios de socialización de principios indispensables para el bienestar y la instauración de una paz que trascienda la resolución de conflictos, y se establezcan como el ámbito idóneo para que florezcan el Estado de derecho y una justicia incluyente y cercana a la ciudadanía.

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Question for this article:

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

Where is peace education taking place?

Esta propuesta es el resultado del trabajo de los académicos y especialistas de las instituciones asociadas, misma que será sometida a consideración del Consejo Nacional de la ANUIES el próximo mes de marzo. Entre las principales acciones destaca la figura de Agentes de paz conformados por universitarios y ciudadanos, a fin de fortalecer el tejido social en su entorno. De igual manera, se propone establecer Centros de Atención Especializada para delinear programas de paz con sentido social, orientados al bienestar. Se apoyará la campaña “Juntos por la paz” con la participación de académicos y estudiantes; la apertura de Clubes por la paz, la implementación de proyectos de salud y bienestar con medidas de prevención de uso de drogas y la oferta de cursos, talleres y materiales relacionados con las adicciones.

Asimismo, se acordó integrar un grupo interinstitucional de especialistas y expertos que desde el Centro de Documentación, Investigación y Prospectiva para la Seguridad, Justicia y Paz de la ANUIES, elaboren programas e indicadores en la materia. Se propuso crear en el mediano plazo, una Escuela de pensamiento para la paz, con una oferta educativa enfocada en la transformación social. Finalmente, se reconoció que la sociedad es central en la construcción de la paz, ya que en la medida en que ésta se hace más crítica, propicia un cambio activo que involucra la gestión conjunta de la ciudadanía, la familia y la escuela.

Desde la ANUIES convocamos a la creación de una Red Nacional de Especialistas y Expertos en el Sistema de Justicia Penal y temas relacionados, en la que una de sus vertientes es la promoción de una cultura de paz que coadyuve a la consolidación del sistema de justicia en todas las regiones del país a partir de la educación en todos sus tipos y niveles.

Las instituciones de educación superior, en el ejercicio pleno de su responsabilidad social, muestran con acciones que su quehacer, expresado en la enseñanza, la investigación, la innovación y la cultura, reconoce las demandas de la sociedad y contribuye a resolver los problemas de la nación. Las instituciones de educación superior son sensibles y solidarias con las causas inscritas en una cultura de paz, justicia social y pleno respeto a los derechos humanos.

Jaime Valls Esponda es el Secretario general ejecutivo de la ANUIES.

Punta del Este (Uruguay): Ismael Cala presentará el America Business Forum, considerado «el Davos de Latinoamérica»

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artiículo de Miami Diario

Ismael Cala, estratega de vida, autor y comunicador, será el presentador oficial del America Business Forum 2020, el mayor foro global de líderes en América Latina, que reunirá en Punta del Este (Uruguay) a más de 5.000 autoridades de gobierno, representantes del sector privado y ONG.

El encuentro, previsto para el 7 de febrero de 2020, constituye una ocasión única para entender el tiempo presente, proyectar el futuro de la región y posibilitar un espacio de interacción y networking con los principales líderes globales de mayor impacto.

«El 2020 impone para la región un despertar. Es la hora de cambiar el juego de abordar el mundo de los negocios y de la productividad dentro de un contexto holístico para el bienestar, la cultura de la paz y el desarrollo de nuestras naciones. Voy a entrevistar a empresarios, a gente que con su ejemplo nos ha dejado un legado de éxitos, pero también hablaremos sobre sus aprendizajes y fracasos», explicó Ismael Cala.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Question related to this article:

Journalism in Latin America: Is it turning towards a culture of peace?

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Comprometidos con la innovación y el desarrollo tecnológico, en un mundo sustentable y con equidad de género, America Business Forum contará con la participación de CEOs, líderes políticos y emprendedores de alto impacto que compartirán sus historias de vida y su visión en un mundo global y cambiante. Los oradores buscarán inspirar y ayudar a entender la evolución de nuestro rol, en el proceso de generación de valor en distintas áreas de interés como tecnología, deporte, sustentabilidad, entretenimiento, periodismo, moda, y así impulsar cambios e impactos globales desde América Latina.

Ignacio González, presidente del America Business Forum, dijo que el proyecto tiene «el potencial de transformar Punta del Este en la Davos de América Latina».

«En este contexto, Ismael Cala es el presentador ideal para adentrarnos en este viaje, no solo por su calidad humana, su rigor periodístico, y su gran capacidad como entrevistador, sino por lo que representa él mismo como líder renovador de nuestro tiempo», añadió González.

America Business Forum  tendrá lugar en Punta Centro de Convenciones, el 7 de febrero a partir de las 9:00 horas. Entre los oradores participarán el empresario italiano Giuseppe Cipriani, el actor y productor argentino Adrián Suar, el actor chileno Benjamín Vicuña, el cineasta uruguayo Federico Álvarez, el presentador Don Francisco, la psicóloga Pilar Sordo y el neurocientífico Facundo Manes

El gobierno del estado de México realiza Congreso Internacional en Cultura de Paz y Perspectiva de Género

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Un artículo de Asi Sucede

Con el objetivo de reflexionar y analizar diversas alternativas para la promoción de una convivencia escolar armónica, pacífica e inclusiva para el desarrollo de una cultura de prevención de la discriminación y el acoso escolar, se realizó el Congreso Internacional en Cultura de Paz y Perspectiva de Género, con la participación de especialistas nacionales e internacionales.


Es organizado por la Secretaría de Educación, en colaboración con el Programa Nacional de Convivencia Escolar, y con la participación de especialistas nacionales y extranjeros, así como docentes y servidores públicos (Foto: Especial).

Organizado por la Secretaría de Educación del Gobierno del estado de México, a través del Consejo para la Convivencia Escolar (Convive), en colaboración con el Programa Nacional de Convivencia Escolar, este Congreso ofreció capacitación simultánea, intercambio de experiencias y opiniones, así como la deliberación de estudios en materia de Cultura de Paz, Educación Socioemocional y Perspectiva de Género, como temas primordiales.

Durante la inauguración de las actividades, el secretario de Educación, Alejandro Fernández Campillo, refirió que este Congreso busca generar mecanismos para la paz escolar.
Ante cerca de 900 docentes y servidores públicos vinculados con procesos de educación, Fernández Campillo precisó que para el gobernador Alfredo Del Mazo Maza es fundamental sumar esfuerzos para crear una convivencia escolar armónica, que contribuya a la formación de los líderes que consolidarán el progreso y bienestar del Estado de México y de sus familias.

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Question for this article:

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

En su participación, Bienvenida Sánchez Alba, docente de la Universidad Complutense de Madrid, destacó la importancia de estar en un Congreso que aporte a los asistentes metodologías e instrumentos didácticos para minimizar la discriminación por razones de género en la comunidad escolar, así como para realizar trabajo en colaboración con las familias, con el personal administrativo y las autoridades locales.

Por su parte, Rafael Grasa, ponente de la Universidad Autónoma de Barcelona y experto en Estudios para la paz, en su conferencia “El eslabón débil: cómo evaluar la educación en valores y la educación para la paz”, expuso que, para hacer una evaluación de ambos temas, primero se debe planificar y después construir entornos armónicos basados en tres pilares: capacidad de analizar conflictos, contar con herramientas del diálogo: consenso y disenso, y la acción colectiva no violenta.

En el Congreso también se abordaron alternativas que habrán de traducirse en conductas más adaptativas y disciplinadas, en la generación de pensamientos y emociones que motiven a un aprendizaje que contribuya a la mejora del rendimiento académico, el apego a la escuela y al mejoramiento de las relaciones entre los integrantes de la comunidad escolar.

Durante el Congreso se dictaron cinco conferencias magistrales, se realizó el Foro Especializado de Discusión: “Educación emocional y perspectiva de género para la construcción de paz en la escuela”, además de 18 talleres en los que se compartieron conocimientos y experiencias exitosas sobre la convivencia escolar a partir de las líneas de Igualdad de género, Derechos Humanos, Mediación de conflictos, Convivencia pacífica y Comunicación no violenta.

Entre los conferencistas destacan Lucas J. J. Malaisi, psicólogo con estudios de Posgrado sobre Psicoterapia Gestáltica, Evaluación Psicológica y BioNeuroEmoción, Gloria María Abarca Obregón, doctora en Estudios Internacionales de Paz, Conflictos y Desarrollo en la Cátedra UNESCO de Filosofía para la Paz de la Universidad Jaume I de Castellón, España, además de la participación de Elizabeth María del Pilar Ozuna Rivero, directora del Convive.

Con este tipo de acciones, el gobierno del estado de México contribuye en la formación y capacitación continua de docentes, al proporcionarles herramientas para completar y enriquecer su formación como constructores de cultura de paz para la convivencia escolar, en escuelas mexiquenses.

Perú: Impulsan la paz en 4 idiomas nativos

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Un artículo de Los Andes

El Jurado Nacional de Elecciones (JNE) inició la campaña “Elige una cultura de paz” como parte de sus acciones para reforzar la prevención de los conflictos electorales que pudieran ocurrir en el contexto de las Elecciones Congresales Extraordinarias del 26 de enero de 2020.

De esa manera, busca promover entre la ciudadanía, así como en las organizaciones políticas y sociales, la construcción de una democracia basada en valores como el respeto, la tolerancia y el diálogo, que conlleven a rechazar todo tipo de violencia durante el proceso electoral.

Question for this article:

How should elections be organized in a true democracy?

Para tal fin, la Central de Operaciones del Proceso Electoral (COPE) del JNE difundirá a nivel nacional material gráfico y audiovisual con contenidos sobre el enfoque de cultura de paz durante los comicios en marcha.

Los mensajes serán difundidos, además del español, en seis lenguas nativas, beneficiando así a los integrantes de las comunidades aimara, asháninka, awajún, quechua, shipibo y wampis.

Con estas acciones, el JNE busca reforzar su trabajo de prevención y gestión de situaciones de conflictividad electoral, mediante una cruzada de sensibilización con un enfoque inclusivo de las distintas culturas existentes en el país.

Dicha labor procura garantizar no solo el respeto a la vida, los derechos y libertades fundamentales, sino también el ejercicio de la voluntad popular en un entorno pacífico que permita el fortalecimiento de los valores democráticos y el respeto al Estado de derecho.

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Querétaro, México: Mediación beneficia a casi 8 mil personas en la capital

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo de Gonzalo Flores en am de Queretaro

Desde su creación en marzo de este año hasta la fecha, la Dirección de Mediación del Municipio de Querétaro ha atendido 4 mil 870 conflictos ciudadanos, con los que se ha beneficiado a 7 mil 850 personas que han recurrido a esta dependencia para la resolución de conflictos, informó Joaquín Gerardo González de León, titular de la Dirección de Gobernación y coordinador del área de mediación.


Entrevista con Joaquín Gerardo González de León

Solo en 20 casos del total, resaltó el funcionario, es que se han enviado a los juzgados cívicos, cuando no la mediación no da resultado y alguno de los involucrados reincide en las acciones de la disputa, aunque dijo que estos casos son mínimos y corresponden a faltas administrativas.

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Question related to this article:

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

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González de León recordó que en marzo de este año arrancó la operación de esta dirección con 8 oficinas en el municipio y 18 mediadores que fueron capacitados por el Tribunal Superior de Justicia del Estado.

Del total de expedientes creados para mediación, dijo que en el 60 por ciento de los asuntos los conflictos tienen que ver con asuntos vecinales, entre ellos, ruido, cuestiones de estacionamientos, basura en vía pública y mascotas, que enlistó como los principales motivos de quejas.

Dirección de Mediación ha resuelto más de la mitad de los conflictos entre particulares

También reveló que en el 60 por ciento de los casos han llegado a acuerdos entre vecinos, «y aunque los problemas no se resuelven de fondo, abrir el diálogo ya es un avance y sobre eso se hacen acuerdos que deben de respetar ambas partes».

En los casos restantes, destacó que no se llegan a acuerdos por la negación de alguna de las dos partes involucradas, o porque no asisten a las mediaciones.

Este porcentaje de solución de conflictos representa que la población tiene el interés de solucionar sus conflicto mediante el diálogo», afirmó.