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“Nobel da Educação”, Global Teacher Prize tem três professores brasileiros.

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artigo de Débora Garofalo no site do Universo Online

Apesar das notícias alarmantes dos últimos dias, devido a pandemia da Covid-19, recebemos uma excelente notícia na semana passada: três professores brasileiros, estão na lista do TOP 50 do maior prêmio para professores do mundo e considerado o “Nobel da Educação”, trata-se do Global Teacher Prize, anunciado pela Varkey Foundation, organizadora/patrocinadora do prêmio em parceria Unesco.


Fotos do site do Global Teacher Prize

Em especial, para mim, um presente, já que fui a primeira mulher brasileira e a primeira sul-americana a chegar como finalista em 2019, no TOP 10, pelo trabalho de robótica com sucata que consiste em coletar lixo das ruas, materiais e equipamentos recicláveis em protótipos de robótica, trabalho este que me classificou entre as melhores professoras do mundo. É uma experiência incrível, que desejo muito que eles vivenciem! Nesta mesma edição, tivemos o Professor Jayse Ferreira, de Itambé, Pernambuco, entre os TOP 50, sendo o ganhador o professor Peter Tabishi, do Quênia.

Isso demonstra a importância de reconhecer e valorizar os professores. Os três brasileiros finalistas da edição 2020, Doani, Francisco e Lília são professores de escola pública e tiveram os seus trabalhos selecionados por um júri internacional. O trabalho destes professores tem em comum a inclusão de estudantes, principalmente de periferias e baixa renda, com atividades significativas e transformadoras.

Conheça o trabalho dos brasileiros finalistas

Doani Emanuela Bertan trabalha como professora bilíngue de Português e Língua Brasileira de Sinais. A escola em que ela ensina fica em Campinas, São Paulo, em uma área de privação, que lutava com altas taxas de evasão. Doani e seus colegas começaram a procurar novas estratégias para otimizar o aprendizado. Ela ensina à LIBRAS o sistema brasileiro de língua de sinais para seus alunos com deficiência auditiva e começou a promover videochamadas para responder a suas dúvidas e preocupações nas aulas diárias.

Esses tutoriais on-line se transformaram em videoaulas bilíngues, permitindo que o conhecimento se espalhasse fora do ambiente escolar. Além do uso da tecnologia como ferramenta, eles permitem tempos e espaços de aprendizado flexíveis, apoiam pais e famílias e possibilitam novas experiências educacionais.

Todas as suas aulas foram enviadas para um canal do YouTube e agora têm acesso gratuito. Sua escola se destaca por sua alta matrícula de alunos com deficiência auditiva e professores que promovem o LIBRAS como uma ferramenta eficaz de inclusão. O compromisso de Doani a levou a ir além dos horários formais de trabalho e a aproveitar as oportunidades que a tecnologia permite.

Francisco Celso de Freitas é professor de história, especialista em educação inclusiva e instrutor de mediadores sociais. Ele, trabalha no Centro Educacional da Unidade Penitenciária de Santa María, na cidade de Brasília, onde jovens privados de liberdade assistem às aulas.

Francisco é fundador e coordenador do Projeto RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo), que utiliza a musicalidade do rap e a poesia como uma ferramenta pedagógica emancipatória capaz de promover os valores de uma cultura de paz e direitos humanos com vínculos históricos.

O projeto atende cerca de 150 adolescentes (meninos e meninas), mantidos na Unidade de Hospitalização do Distrito Federal de Santa Maria, que tiveram problemas com a lei, às vezes por atos de violência, e que são propensos a autoagressão e tentativas de suicídio. Os jovens do projeto se beneficiaram da educação socioeconômica e da reabilitação, gravando vídeos, participando de festivais de música e cultura e os recursos produzidos pelo projeto, como músicas, videoclipes e e-books, foram colocados on-line gratuitamente para que outros possam usufruir dos benefícios.

(Clique aqui para a versão inglês.)

Question for this article:

What is the relation between peace and education?

Francisco recebeu amplo reconhecimento e prêmios pelo projeto RAP e participou de conferências e visitou escolas para dar palestras sobre o valor dessa forma de mediação social, ressocialização, combate ao uso e abuso de drogas, enfrentando várias formas de preconceito e a descriminalização de cultura urbana. Além disso, ele acompanhou os jovens depois de completarem seu período na Unidade Penitenciária, para que não voltassem ao mesmo ciclo de violência que os levou até lá. A maioria dos graduados conseguiu reintegrar a sociedade e alguns se dedicaram ao rap, fazendo apresentações, gravando álbuns e videoclipes com mensagens sobre liberdade e atendendo às demandas dos jovens. Apesar da dura realidade, Francisco conseguiu inspirar e motivar seus alunos para que eles entendam que a educação é o caminho para novas oportunidades na vida.

Lília Melo cresceu em uma área desfavorecida e desde a infância queria contribuir para reduzir as diferenças sociais. Ela encontrou seu caminho no ensino. Lília Melo ensina crianças e jovens pobres em uma área carente e muitas vezes violenta de Belém, no norte do Brasil, onde assassinatos, tráfico de drogas e estupro são comuns.

Para ajudar seus alunos a lidar com a situação, Lília escreveu um projeto intitulado “Juventude negra periférica do extermínio ao protagonismo” sobre o aprimoramento da arte na escola e na comunidade. Começou a oferecer oficinas de fim de semana sobre tambor, capoeira, dança, teatro, poesia, algumas na escola, outras nas ruas e praças, que formavam laços com a comunidade local. A partir de um texto de Lília na mídia local sobre seus alunos serem pobres demais para terem acesso ao filme “Pantera Negra” da Marvel, as empresas locais se uniram e financiaram 400 ingressos para que os jovens pudessem assistir ao filme.

Da coleção de fotos e vídeos que narraram o evento do filme, surgiu a ideia de produzir um documentário, que recebeu diversos prêmios. Lília decidiu reinvestir os recursos recebidos na compra de equipamentos. Eles compraram câmeras, lentes e uma nova produção foi feita por jovens estudantes da escola.<

Os debates ajudaram a reforçar a mensagem do filme e a refletir sobre a importância da representação na ficção. Eventualmente, os próprios alunos se tornaram protagonistas à medida em que universidades, museus e empresas se interessaram e entraram em contato para ouvir os alunos e conhecer suas histórias, fazendo convites para realizar palestras. Em vez de ficarem quietos em um auditório, os alunos foram lá para serem ouvidos.

Todos os projetos de Lília foram realizados com pouca infraestrutura e pouco equipamento. A escola aumentou significativamente as taxas de matrícula, a taxa de evasão diminuiu e os resultados do aprendizado melhoraram. Muitos de seus alunos se tornaram líderes no campo das artes, protagonistas de sua própria história, sendo uma inspiração para sua comunidade.

As informações sobre os trabalhos dos professores foram retiradas do site do Global Teacher Prize.

Considero que estar entre os top 50 é um presente. Eles foram selecionados entre mais de 12.000 trabalhos de 140 países e merecem todo o nosso reconhecimento. Estaremos na torcida, porque são merecedores por tudo o que vem fazendo pela Educação.

Agora, eles passam a integrar um grupo de 300 professores embaixadores mundiais, unidos aos finalistas de edições anteriores do prêmio, com participação intensa e encontro anuais em diferentes países para ampliação e troca de conhecimento.

Ser reconhecido entre os melhores professores do mundo muda totalmente a nossa concepção do papel de professor e aumenta a nossa responsabilidade em continuar a lutar por educação de qualidade e equidade a todos.

Todos os professores que passam por essa experiência continuam servindo de exemplo, entre eles, podemos destacar os professores Marcio Batista, Rubens Ferronato, Jayse Ferreira, Diego Mahfouz e Valter Pereira e tantos outros que promovem a diferença e são agentes da transformação. É preciso reconhecer, valorizar e apoiar os nossos professores. Parabéns, professores, por transformar vidas!

Pueblo venezolano rinde homenaje al genio que hizo de la música un instrumento para la liberación, José Antonio Abreu

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de television de Venezuela

El pueblo venezolano rinde homenaje al genio que hizo de la música un instrumento para la liberación, José Antonio Abreu, en ocasión de conmemorarse este martes el segundo año de su siembra, expresó el presidente de la República Bolivariana de Venezuela,  Nicolás Maduro, en su usuario de la red social Twitter @NicolasMaduro.

Abreu fue un destacado músico venezolano y quien concibió el Sistema Nacional de Orquestas y Coros Juveniles e Infantiles de Venezuela. Nacido en la ciudad de Valera, estado Trujillo, el 7 de mayo de 1939.

( Clickear aquí para una traducción inglês.)

Question for this article:

 

What place does music have in the peace movement?

Abreu fungió como Embajador para la Paz y de Buena Voluntad de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco) por el impacto social y cultural de su obra, especialmente en aquellos países empeñados en bajar los niveles de pobreza, analfabetismo, marginalidad y exclusión en su población infantil y juvenil.

Jose Antonio Abreu también fue el artífice de un modelo de educación musical y de inclusión social, modalidad que ha sido replicada en más de 70 países de los cinco continentes: Europa, América, Asia, África y Oceanía, reseña una nota de prensa de la Fundación Musical Simón Bolívar publicada en su sitio web.

Con este novedoso modelo, creado hace 44 años y conocido como el Sistema Nacional de Orquestas y Coros Juveniles e Infantiles de Venezuela (El Sistema), se han incorporado a El Sistema 1.012.077 niños, niñas y jóvenes, provenientes de estratos sociales de bajos recursos económicos.

Con esta práctica individual y colectiva de la música, la creación de núcleos y centros académicos del país, esta organización cultural se convirtió en una plataforma sobre la cual se preparan ciudadanos integrales bajo el concepto de una cultura de paz y de justicia.

Las Brigadas Internacionales, premio Gernika por la Paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo por Iratxe Astui en El Correo

Las Brigadas Internacionales de Paz (PBI) recibirán este año el Premio Gernika por la Paz y la Reconciliación, que se concede dentro del programa conmemorativo de los actos del bombardeo de la villa por parte de la Legión Cóndor alemana. La decisión de reconocer el trabajo realizado por esta organización no gubernamental salió adelante con la mayoría de los votos de los miembros de la mesa del jurado.


Miembros de las PBI durante una de sus actuaciones. / E. C.

Este tribunal está compuesto por representantes de los partidos que componen el Ayuntamiento -Eusko Abertzaleak, PNV y EH Bildu-, además del alcalde de Pforzheim, ciudad alemana hermanada con la villa foral, la fundación Gernika Gogoratuz, la Casa de Cultura y el Museo de la Paz de la localidad. La distinción responde «a la destacada labor que llevan a cabo los voluntarios de la organización y su compromiso con la defensa de los Derechos Humanos», justificaron los promotores del galardón.

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Question for this article:

Can peace be guaranteed through nonviolent means?

Where in the world can we find good leadership today?

Las Brigadas Internacionales de Paz, grupo no confesional e independiente, envía observadores internacionales para ser testigos presenciales en regiones que atraviesan situaciones de crisis y conflicto. «Estos grupos protegen con su presencia a apersonas amenazadas de muerte o secuestro por medio de violencia política», explicaron. Las fuerzas de paz de PBI ha actuado en Guatemala (1983-1999), El Salvador (1987-1992) y Sri Lanka (1989-1998), así como en Norteamérica (1991-1999), Tomor Oriental (1999-2002) y Haití (1995-2000).

Asimismo, también desarrollaron su labor en el Norte de Nicaragua, África Central (2004-2005) y en la Audiencia Mundial del Uranio (World Uranium Hearing) de 1992 en Salzburgo. La organización se caracteriza también porque sus voluntarios «trabajan en equipo». «Viven, conciben estrategias, redactan informes y viajan juntos», subrayaron.

El jurado de los Premios por la Paz y la Reconciliación que se otorgarán el próximo 26 de abril, también ha destacado este año, dentro del apartado que distingue la labor anónima de las personas trabajadoras por la paz de base, al proyecto internacional ‘Kids Guernica”. Esta iniciativa artística fue creada por tres japoneses -Toshifumi Abe, Tdashi Yasuda y Kaoru Mizuguchi- y el norteamericano, Tom Anderson, en 1995 con motivo de realizar un lienzo que conmemorara el 50 aniversario del bombardeo de Hiroshima.

El proyecto mural, en referencia al Guernica de Picasso, «ha recorrido diferentes países de los cinco continentes con el objetivo de impulsar la cultura de paz entre los niños y niñas de todo el mundo», explicaron. La villa foral cuenta con un buen número de trabajos realizados en diferentes puntos del planeta.

El Manifiesto 2000

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo par El Manana

Las campañas insidiosa y muchas veces perversas, que pretenden achacar las cotidianas manifestaciones de violencia en sus distintas formas, a la propuesta de cambio de modelo económico para fomentar el desarrollo compartido en un régimen de justicia social, no abonan en nada para generar un ambiente de entendimiento, concordia y fraternidad. Montado en su macho, cada grupo con capacidad para hacerse oír recurre a la violencia.


(para más información haga clic en la imagen)

Es claro que en una cultura de violencia, los conflictos se dirimen a través de la violencia, que no es otra cosa que la falta de capacidad para abordar los diferendos en una cultura de paz, a través del diálogo y el entendimiento mutuo. Al revés del apotegma juarista, ahora se ve que entre los individuos como entre las naciones la violación al derecho ajeno es la violencia que se manifiesta en la sociedad, en los gobiernos y llega a las instituciones.

No es tanto que se haya desatado la agresividad en el ser humano, no. A través de los medios de socialización: familia, escuela, religión, asociaciones, etc., la agresividad se puede canalizar en tres formas: la destructiva que seria lo mismo que la violencia; la indiferencia que seria la pasividad y la constructiva, considerada como positiva y que vendría a resultar igual a la no-violencia, es decir, a actuar pero no violentamente. En ese sentido, si la violencia es aprendida, es evidente que también puede ser desaprendida y ser reemplazada por otros mecanismos, no destructivos, en la resolución de conflictos.

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The Manifesto 2000, Is it still relevant today?

Con este idea en mente, un grupo de Premios Nobel de la Paz, reunidos en París, el 4 de Marzo de 1999, con motivo del quinquagésimo aniversario de la Declaración Universal de los Derechos Humanos, redactó el denominado “Manifiesto 2000 para una cultura de paz y de no violencia”. Los firmantes fueron: Norman Borlaug; Adolfo Pérez Esquivel; Dalai Lama; Mikhall Sergeyevich Gorbachov; Mairead Maguire; Nelson Mandela; Rigoberta Menchu Tum; Shimon Peres; José Ramos Horta; Joseph Roblat; Desmond Mpilo Tutu; David Trimble; Elie Wiesel; Carlos Felipo Ximenes Belo. A los que luego se unieron otros.

El texto del Manifiesto es el siguiente: “Reconociendo mi parte de responsabilidad ante el futuro de la humanidad, especialmente para los niños de hoy y de mañana, me comprometo en mi vida diaria, en mi familia, mi trabajo, mi comunidad, mi país y mi región a: – respetar la vida y la dignidad de cada persona, sin discriminación ni prejuicios; – practicar la no violencia activa, rechazando la violencia en todas sus formas: física, sexual, psicológica, económica y social, en particular hacia los más débiles y vulnerables, como los niños y los adolescentes; – compartir mi tiempo y mis recursos materiales cultivando la generosidad a fin de terminar con la exclusión, la injusticia y la opresión política y económica; – defender la libertad de expresión y la diversidad cultural privilegiando siempre la escucha y el diálogo, sin ceder al fanatismo, ni a la maledicencia y el rechazo del prójimo; – promover un consumo responsable y un modo de desarrollo que tenga en cuenta la importancia de todas las formas de vida y el equilibrio de los recursos naturales del planeta; – contribuir al desarrollo de mi comunidad, propiciando la plena participación de las mujeres y el respeto de los principios democráticos, con el fin de crear juntos nuevas formas de solidaridad”. 

Como bien se puede ver, se trata de un compromiso de cumplimiento personal e individual, de tal suerte que no hay forma de excusarse una vez que ha sido adoptado voluntariamente.

Ciertamente, por aquellas épocas todavía se creía que el año 2000 habría de constituir un nuevo comienzo para transformar la cultura de guerra y de violencia en una cultura de paz y de no violencia, toda vez que la cultura de paz hace posible el desarrollo duradero, la protección del medio ambiente y la satisfacción personal de cada ser humano.

20 años después, quizá sea posible ese sueño si en lugar de tanta basura, los medios se comprometieran a posibilitar el diálogo, el entendimiento y la paz a través de la justicia.

Ecuador: La cultura de paz se difunde en revista digital internacional

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Cronica

En su tercera edición, la Revista Cultura de Paz, editada por la Cátedra UNESCO de Educación y Cultura de Paz de la UTPL, presenta 18 artículos científicos y tres reseñas de libros.

“Cultura y educación para la paz” es la temática de la tercera edición de la Revista Cultura de Paz presentada, el 2 de marzo, por la Cátedra Unesco de Educación y Cultura de Paz de la Universidad Técnica Particular de Loja (UTPL). El trabajo que se presenta en formato digital cuenta con 18 artículos científicos y 3 reseñas de libros, de autores de Ecuador, México y España.

En esta edición se abordan temáticas como: antropología de la violencia; inclusión de la diversidad sexual para una cultura de paz; violencia y conflicto en Ecuador caso 2019; construcción de una cultura de paz desde el ámbito universitario; memorias de mujeres indígenas excombatientes de las FARC en Colombia; la dimensión simbólica de la máscara zapatista, modelos de participación ciudadana y convivencia, entre otros.

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Question for this article:

What are the most important books about the culture of peace?

Santiago Pérez Samaniego, director de la revista, señaló que esta publicación de carácter anual tiene como función promover las investigaciones a nivel local, nacional e internacional, de temáticas relacionadas a la paz, educación, conflictos y derechos humanos. Destacó que los artículos que son parte de esta edición reflejan un riguroso análisis de las diferentes realidades, perspectivas, buenas prácticas o visiones de los investigadores.

Resaltó que desde la primera convocatoria en 2016 ha incrementado la participación de investigadores en la Revista Cultura de Paz, lo que “llena de orgullo a quienes somos parte de esta publicación que lanzó su primera convocatoria en 2016 y que desde entonces ha incrementado el número de publicaciones y de participantes de distintos países, convirtiéndola en un referente de investigación para el fomento de la paz en Latinoamérica, alcanzando un relevante posicionamiento internacional”

Aporte institucional

Rosario de Rivas Manzano, vicerrectora académica de la UTPL, durante el acto de presentación extendió una felicitación al equipo que generó la tercera edición de la revista, misma que señaló promueve la paz por medio de investigaciones que buscan modificar actitudes en las personas para transformar los conflictos que pueden generan violencia. Resaltó el aporte de esta publicación para la UTPL, como una universidad que construye un mundo más justo donde predomina el respeto al ser humano y la sociedad. (I).

 -La revista Cultura de Paz está disponible en la página web: revistadeculturadepaz.com

México: Cultura de paz desde la educación superior

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo para Jaime Valls Esponda en El Universal

El 17 de febrero se realizó en la sede de la ANUIES [Asociación Nacional de Universidades e Instituciones de Educación Superior], la presentación de la propuesta del Plan Integral de Cultura de Paz desde las Instituciones de Educación Superior, que además de abonar al tema de la paz, contiene medidas para la prevención de adicciones y busca contribuir al desarrollo de los jóvenes en los ámbitos escolares y sociales.

Desde hace tiempo, y las estadísticas así lo muestran, existe una creciente percepción de que vivimos un deterioro de valores que ha hecho tremendamente visible la inseguridad, que afecta de manera pronunciada a los sectores más vulnerables de la población: las mujeres, los adultos mayores, los niños y los hogares de escasos recursos en general. Valores, que sin ellos, resultan en que la sociedad pierda cohesión y se erosione el tejido social. Por ello, durante la presentación se puso de manifiesto el imperativo de afirmar una cultura de paz que devuelva a la nación la estabilidad en todo el territorio y asegure la convivencia armónica. Se destacó la necesidad de una contribución activa de las instituciones de educación superior, dado que son espacios de socialización de principios indispensables para el bienestar y la instauración de una paz que trascienda la resolución de conflictos, y se establezcan como el ámbito idóneo para que florezcan el Estado de derecho y una justicia incluyente y cercana a la ciudadanía.

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Question for this article:

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

Where is peace education taking place?

Esta propuesta es el resultado del trabajo de los académicos y especialistas de las instituciones asociadas, misma que será sometida a consideración del Consejo Nacional de la ANUIES el próximo mes de marzo. Entre las principales acciones destaca la figura de Agentes de paz conformados por universitarios y ciudadanos, a fin de fortalecer el tejido social en su entorno. De igual manera, se propone establecer Centros de Atención Especializada para delinear programas de paz con sentido social, orientados al bienestar. Se apoyará la campaña “Juntos por la paz” con la participación de académicos y estudiantes; la apertura de Clubes por la paz, la implementación de proyectos de salud y bienestar con medidas de prevención de uso de drogas y la oferta de cursos, talleres y materiales relacionados con las adicciones.

Asimismo, se acordó integrar un grupo interinstitucional de especialistas y expertos que desde el Centro de Documentación, Investigación y Prospectiva para la Seguridad, Justicia y Paz de la ANUIES, elaboren programas e indicadores en la materia. Se propuso crear en el mediano plazo, una Escuela de pensamiento para la paz, con una oferta educativa enfocada en la transformación social. Finalmente, se reconoció que la sociedad es central en la construcción de la paz, ya que en la medida en que ésta se hace más crítica, propicia un cambio activo que involucra la gestión conjunta de la ciudadanía, la familia y la escuela.

Desde la ANUIES convocamos a la creación de una Red Nacional de Especialistas y Expertos en el Sistema de Justicia Penal y temas relacionados, en la que una de sus vertientes es la promoción de una cultura de paz que coadyuve a la consolidación del sistema de justicia en todas las regiones del país a partir de la educación en todos sus tipos y niveles.

Las instituciones de educación superior, en el ejercicio pleno de su responsabilidad social, muestran con acciones que su quehacer, expresado en la enseñanza, la investigación, la innovación y la cultura, reconoce las demandas de la sociedad y contribuye a resolver los problemas de la nación. Las instituciones de educación superior son sensibles y solidarias con las causas inscritas en una cultura de paz, justicia social y pleno respeto a los derechos humanos.

Jaime Valls Esponda es el Secretario general ejecutivo de la ANUIES.

España: La profesora Marta Gonzalo Quiroga reconocida por su impulso a la cultura de paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de La Universidad Rey Juan Carlos

La docente de la FCJS ha recibido recientemente la ‘Medalla al Mérito Profesional por impulsar la Cultura de Paz, el Diálogo y la Mediación’, otorgada por la Escuela Española de Mediación y el Diario de Mediación.

El galardón premia los más de 20 años de trabajo en este campo de la profesora de la URJC que explica que se sintió muy agradecida por este reconocimiento.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Question for this article:

Mediation as a tool for nonviolence and culture of peace

(El artículo continúa de la parte izquierda de la página)

Esta medalla recae sobre Marta Gonzalo por impulsar la mediación con autonomía científica propia en la Universidad Española. En este sentido, la docente ha recordado que “hace ya mucho tiempo que la URJC apostó por introducir la mediación y la Cultura de Paz”. Este hecho se demuestra con la existencia del Título Propio de ‘Experto en Mediación’ y la pertenencia de la Universidad a diversas redes interuniversitarias de investigación en la materia.

“Necesitamos que la mediación sea transversal”

Marta Gonzalo considera “muy necesario” el impulso de una cultura de mayor diálogo y entendimiento, “ahora estamos en un momento en el que se radicaliza y se judicializa todo, hay que impulsar el diálogo y la negociación”.

Para esta profesora “la mediación debe ser transversal y ejercida especialmente por los políticos para hacer mejor su trabajo y encontrar soluciones a los problemas de la ciudadanía”.

La entrega de medallas se celebró el pasado viernes 17 y tuvo lugar en el marco de la Cátedra de Bienestar Social, Comunicación, Educación y Empleo UDIMA-EDAE. En la edición anterior, fueron galardonadas personalidades como la exalcaldesa de Madrid, Manuela Carmena o la periodista Irene Villa.

Avanza fortalecimiento de la paz en Michoacán, México: Fermín Bernabé

. PARTICIPACION DEMOCRATICA .

Un artículo de Michoacan en concreto

Con base en una reforma a la Ley para una Cultura de Paz y Prevención de la Violencia y la Delincuencia en Michoacán, el diputado Fermín Bernabé Bahena concentrará su accionar legislativo en un firme objetivo: transitar a la reconstrucción del tejido social de la entidad.

Una vez que el legislador emanado de Morena consiguió reformar la Ley de la Paz en Michoacán, subrayó que trabajará en fortalecer las bases de promoción de la cultura de la paz y la coordinación en materia de prevención social de la violencia y la delincuencia, para así alcanzar y preservar una convivencia solidaria, pacífica y respetuosa entre los michoacanos.

Question for this article:

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

Dijo que la reforma de su autoría propone incluir a la familia como un núcleo socio-cultural, mediante la aplicación de acciones que permitan fortalecer los valores humanos y, su vez, acondicionar un entorno de sano desenvolvimiento social.

“Vamos a impulsar programas integrales que fomenten el fortalecimiento de los valores humanos en las familias y sociedad”, puntualizó el diputado local por el Distrito 10.

Agregó que se echarán a andar estrategias de educación y sensibilización para las familias y alumnos de las escuelas ubicadas en los polígonos con mayores índices de violencia, a fin de mejorar la calidad de vida de quienes ahí habiten.

Fermín Bernabé concluyó al señalar que la paz es el valor social que lo motivó a presentar reforma a la Ley para una Cultura de Paz y Prevención de la Violencia y la Delincuencia en Michoacán, pues como integrante del Poder Legislativo, dijo:

“nos corresponde la reforma progresiva de la ley y no se trata de un sueño, sino el propósito racional y posible de alcanzar una cultura de la paz por medio del acatamiento del Estado de Derecho y el fortalecimiento de los valores en la familia, base de la sociedad; con el fin de construir una sociedad sólida en valores”.

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Padres compren juguetes de paz a sus infantes

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo por El Dia

Tras pasar las fiestas navideñas y  acercase  las de Reyes, como experto en Resolución de Alternativa de Conflictos y Mediación, convido a los padres y madres a adquirir juguetes de entretenimiento, de recreación de la vida  y reflexión para los niños, niñas y adolescentes en estas venideras Día de Reyes.


Alexis Peña Céspedes, invitado especial evento.

Todo inició a través de una campaña en el año 1999, por iniciativa de organizaciones de la sociedad civil y la Procuraduría Fiscal del Distrito Nacional, para que la familia no regalaran a sus infantes, juegos que inciten a  la violencia y agresión en la comunidad, escuela y familia.

La campaña «Juguemos a la paz…con juguetes de vida» incidió para que los propietarios de empresas de juguetes evitaran juegos de tradición violentos; tales como pistolas, metralletas, tanques de guerras; los cuales inciden para que la persona menor de edad aprendiera desde los mismos a manejar conflictos de manera agresiva.

He sostenido ante el brote de la violencia intrafamiliar, que en el marco de la «Campaña Navideña Regala Juguetes de Vida», creemos importante iniciar un proceso de sensibilización en la ciudadanía para integrarla en la promoción hacia una «Cultura de paz» a través los medios de comunicación y una amplia jornadas de actividades en las comunidades.

Es fundamentalmente importante que los adultos (padres/madres, progenitores, docentes y tutores) en relación a los juguetes, han favorecido una cultura de  violencia por desconocimiento de estos. Además, y desgraciadamente, con una fuerte influencia desfavorable en el desarrollo armónico de los menores. Esta población de «adultos» es la que, con mayor frecuencia, compra juguetes bélicos.

Esta campaña invita a la ciudadanía a “impulsar una mayor toma de conciencia en los padres, madres, adultos y grupos de familias, de la necesidad de favorecer un clima de armonía y paz dentro de la familia para fomentar una Cultura de Paz, desechando todo tipo de violencia intrafamiliar.

Felicito a los empresarios importadores, ya que los mismos están concienciado gracias a la campaña juguemos a la paz, en donde personalidades del periodismo, artes, líderes sociales y empresario se han empoderado para juntos promover una cultura de paz en la República Dominicana.

Que aprenden niños y niñas con los juguetes

Como experto en mediación de conflictos, entiendo que las personas menores de edad requieren según la edad, jugar y recrearse; ya que a través de los juguetes se puede influir en el niño, niña y adolescente el tipo de persona que podría ser cuando sea adulto.

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Do war toys promote the culture of war?

Recuerdo que desde siempre, los niños y las niñas de todas las épocas y todos los pueblos han jugado, respondiendo a la necesidad de actividad que tienen. Necesidad de moverse, curiosear, de coger los objetos que les son próximos, mani­pulando y experimentando con ellos.

Comprendo que conforme el niño, la niña y adolescente van en desarrollo, el juego va cambiando. Además, extiende, que según su desarrollo la persona menor de edad sustituirá la acción real por la acción imaginaria, creando un mundo a su medida, a caballo entre su imaginación y el mundo de los adultos/as, al cual quiere pertenecer pero lo puede.

Es a través del juego, el niño/a podrá expresarse y comunicarse libremente. Conforme la niña y el niño crecen cada vez más, adaptarán su juego al de los otros/as, tomando símbolos y reglas comunes. Reglas que respetarán, ejercitando su capacidad de autocontrol y autonomía y de esa manera ser personas pacificas y tolerantes con los demás.

Desde este enfoque, el juego, además de ser la actividad que más placer da al niño/a, le ayuda a desarrollar todas sus funciones psíquicas, físicas y sociales, permitiéndole conocer mejor el mundo exterior y tomar conciencia del papel que interpretará y afirmar de esta manera su propia personalidad.

Pienso que hay que buscar, pues, el tiempo y el espacio para el juego del menor y ser muy conscientes del papel que tiene en su desarrollo de personalidad. Y teniendo en cuenta que a través de los juguetes canalizamos las energías negativas hacia la positiva que posee el ser humano.

En los primero 18 meses desarrollo de la persona menor de edad, este se ve con su realidad a través de los sentidos y a la vez, se ve actuando sobre este. Hace actividades como el chupete, moverse con muñecos, peluches y juguetes de oficios.

Entiendo que existen juguetes que motivan a las construcciones, que los motivan a la naturaleza de su contexto y juegos que fomentan la cooperación en la comunidad, familia, escuela, club e iglesias.

Expreso que a través del juego, las personas menores de edad tienden a lograr en su memoria una organización, manejo y resolución pacífica de conflictos; así como, valoración al medio ambiente como a la cooperación, solidaridad, trabajo en equipo y sobre todo, comprensión a las normas, respecto y reglas de concentración. Además, se logra la atención, creatividad como resultados positivos de los juegos.

Sugiero, que en estos tiempos de violencia y agresividad en la escuela y colegio, se puede a través de los juguetes promover una cultura de paz y convivencia. Recomiendo en ese sentido, que la entidad educativa puede construir un mural con participación del estudiantado en donde se contemplen los valores de la paz; así como, las heroínas y héroes de paz en la humanidad y el país.

Recomiendo además, incentivar a la comunidad educativa al trabajo en equipo, la cooperación y la comunicación como herramientas eficaz para solucionar y mejorar la convivencia en la escuela o colegio. También la escuela como en algunas se han realizado, puede utilizar material reciclaje para construir juguetes.

Puede también la escuela, realizar concursos de lecturas sobre cuentos, fabulas, historias que promuevan la paz como valor de convivencia y de desarrollo personal. Incentivar además, que en las fiestas navideñas y reyes, a que le escriban al niño Jesús y a los reyes sobre sus vidas y solicitudes de juegos.

Mientras en la comunidad, se pueden organizar intercambio de juguetes violentos por juguetes de vida a través de las organizaciones barriales, vecinales e iglesias. Todas actividades pueden ser apoyadas por los Ministerios de Educación, Cultura y Deportes.

Xalapa, México: Presentan Festival Internacional De Cine Para Una Cultura De Paz

EDUCACIÓN PARA LA PAZ

Un artículo de Expression Veracruz

Para contribuir a revertir la situación de violencia que afecta a la comunidad, del 19 al 22 de diciembre se desarrollará en el municipio el Festival Internacional de Cine para una Cultura de Paz (Ficcpaz), mediante el que se exhibirán más de 140 filmes de 32 países.

El director de cine y coordinador del evento, Ricardo Braojos, detalló que la selección oficial incluye cortometrajes de ficción y documental que servirán para propiciar un diálogo sobre las similitudes y oportunidades que la sociedad tiene ante los escenarios actuales, entre ellos Historias de Ciudad Xalapa.

Agregó que participan trabajos de México, España, Irán, India y Brasil. También se proyectará seis largometrajes y habrá cuatro conferencias magistrales sobre producción, realización, cinematografía y distribución.

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Question for this article:

Film festivals that promote a culture of peace, Do you know of others?

Is there progress towards a culture of peace in Mexico?

El jefe de Difusión, Promoción y Desarrollo de la Cultura, Jorge Acevedo Olguín, dijo que para el Ayuntamiento es importante que en Xalapa ocurra un festival de esta magnitud, y especialmente en espacios ubicados en colonias de la periferia, donde habitan personas en situación de vulnerabilidad.

Para llevar cine al público que normalmente no tiene acceso a estos eventos, las funciones se llevarán a cabo en espacios como los Centros de Gestión Comunitaria (CGC) Constituyentes y Las Minas, y la Aldea Meced; además de los foros La Central, La Casa de Nadie, Cine Carmela Rey, 4 Regiones Café y Flavia.

El coordinador del encuentro Territorios sin Descanso, Rodrigo Zárate, manifestó que se compartirá experiencias sobre cultura de paz a través del arte. Destacan el proyecto Puro Borde, que aborda la problemática de migración en la frontera entre Ciudad Juárez y El Paso, así como Escuela de Paz de Tepito, que explica cómo desde la educación se contribuye a crear entornos menos violentos en ese barrio de la Ciudad de México.

Acompañada de la participante Mitzy Plasencia, la actriz y jurado Pilar Ixquic Mata expresó que se desarrollará el RallyHCX, evento donde cinco equipos tendrán 72 horas para realizar y presentar cortometrajes de ficción que se proyectarán y premiarán al concluir el festival.

Este jueves, a las 12:00 horas, en la Casa de Nadie, se realizará el banderazo del RallyHC. A las 16:00 horas, en los CGC Constituyentes, Las Minas y la Aldea Meced se proyectarán cortometrajes; a las 17:30 se presentará un encuentro de improvisación teatral en el CGC Constituyentes, y a las 18:30 horas se ofrecerá una exhibición fílmica en este mismo espacio y la Aldea Meced.