Category Archives: TOLERANCIA Y SOLIDARIDAD

Mercosul sem Racismo: Brasil vai propor campanha em reunião de ministros (as) do bloco

TOLERANCE & SOLIDARITY .

Un artigo de Goberno do Brasil

O Ministério da Cultura (MinC), no exercício da presidência Pro Tempore do Mercosul Cultural, vai propor a campanha “Mercosul sem Racismo, com Diversidade e Inclusão”, para criar estratégias comuns de combate ao preconceito nos países que compõem o bloco econômico. A ação será apresentada no dia 9 de novembro, em Belém, no Pará, durante a reunião de Ministros de Cultura do Mercosul. O encontro começará às 9h30, na Sala Oval do Palácio do Governo do Estado do Pará. 

A expectativa é que, com aprovação da identidade e do conceito da campanha pelos participantes, os ministros, ministras e autoridades do bloco assinem a declaração conjunta de adesão à pauta, expressando compromisso de todos os países membros do Mercosul em adotar ações que garantam a promoção da igualdade étnico-racial em seus territórios, de forma intersetorial e continuada.

Liderada pela ministra Margareth Menezes, a reunião terá as presenças do ministro da Cultura da Argentina, Tristán Bauer, da ministra de Cultura e Patrimônio do Equador, Maria Elena Machuca, da secretária-Executiva da Secretaria Nacional de Cultura do Paraguai, Adriana Ortiz, da vice-ministra dos Patrimônios, das Memórias e de Governança Cultural da Colômbia, Adriana Molano, do diretor do Escritório de Cooperação Internacional do Peru, Wilyam Abelardo Lúcar Aliaga. A ministra de Culturas, Descolonização e Despatriarcalização da Bolívia, Sabina Orellana Cruz, a diretora Nacional de Cultura do Uruguai, Mariana Wainstein, e o representante da Embaixada do Chile no Brasil, Alejandro Guzmán, estarão presentes de forma remota.

Durante a 54ª Reunião de Ministros da Cultura do Mercosul, que aconteceu em junho deste ano, em Buenos Aires, a ministra Margareth Menezes recebeu a Presidência Pro Tempore do Mercosul Cultural. Na oportunidade, a chefe do MinC já havia adiantado que uma das principais ações do mandato do Brasil seria o Mercosul sem Racismo.

Oficialmente, a Campanha é um convite aos governos dos países membros do Mercosul, bem como às organizações e à sociedade. “Um Estado Democrático só é possível com a garantia da igualdade de direitos, da igualdade social, da igualdade étnico-racial e da liberdade a todas as pessoas. Nessa reunião, vamos reafirmar o nosso compromisso para adotar políticas de desenvolvimento social para as populações discriminadas e vulnerabilizadas dos países. Essas garantias são fundamentais para melhorar as condições de desenvolvimento econômico da região”, destaca a ministra.

(Artigo continuou na coluna à direita)

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Question related to this article:

Are we making progress against racism and hate speech?

Latin America, has it taken the lead in the struggle for a culture of peace?

A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, reforça a necessidade dos países do Mercosul em adotar medidas que venham garantir a igualdade de direitos da população. Ela afirma que a Campanha Mercosul sem Racismo visa reconhecer a contribuição das populações indígenas e afrodescendentes na formação social e na identidade cultural dos países membros.

“O racismo estimula a manutenção de uma estrutura social de grandes desigualdades de acesso e de oportunidades, na qual a cor da pele e outras características corporais estabelecem fronteiras e limitações no acesso dos direitos sociais e culturais”, destaca. “A meta é que os países valorizem e promovam a diversidade, a educação antirracista e o bem viver, fortalecendo a cultura de paz e a interculturalidade em nossa região” , conclui a secretária Márcia Rollemberg.

O Mercosul Cultural trabalha de forma ampliada, com a participação dos estados membros Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela (apesar da suspensão desta última desde agosto de 2017), bem como estados associados como Chile, Colômbia, Equador e Peru. A Bolívia também participa como um estado associado, estando em processo de adesão. Essa colaboração tem fortalecido as políticas públicas culturais na região, proporcionando uma troca valiosa de informações e experiências de programas e projetos culturais bem-sucedidos.

Declaração

A Declaração, que será apresentada pelo Brasil, ressalta a importância de adotar e potencializar políticas culturais específicas para a população negra, para povos indígenas e povos e comunidades tradicionais, no enfrentamento às desigualdades e ao combate ao racismo. As medidas adotadas fortalecerão a cooperação nos âmbitos nacional, regional e internacional para assegurar o pleno exercício dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos das pessoas discriminadas.

O texto pontua que o racismo consiste em uma atitude depreciativa e discriminatória baseada na raça, na cor, na descendência, na origem nacional ou étnica de uma pessoa ou grupo. A consequência é a desigualdade racial como um problema estrutural a ser enfrentado em toda a região. Argumenta, ainda, que a discriminação racial estimula a manutenção de uma estrutura social pautada nas desigualdades de acesso e de oportunidades,e incide tanto nas desigualdades econômicas, como influencia dinâmicas sociais, culturais e políticas. 

Brasil assina em Buenos Aires declaração de combate ao discurso de ódio na internet

TOLERANCE & SOLIDARITY .

Un artigo de governo do Brasil

O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, assinou nesta sexta-feira (12), ao lado de representantes de outros países do Mercosul, a “Declaração por uma Cultura de Paz e Democracia e de Combate a Expressões e Discursos de Ódio”. O documento, escrito durante a plenária da 41ª Reunião de Altas Autoridades sobre Direitos Humanos do Mercosul (RAADH), em Buenos Aires, manifesta o posicionamento dos países do bloco para o enfrentamento da questão.


Ministro Silvio Almeida representou o Brasil durante encontro da RAADH em Buenos Aires, na Argentina. (Foto: Isabel Carvalho – Ascom/MDHC)

Durante as discussões da Plenária de Altas Autoridades, o ministro posicionou-se de forma contundente contra a prática do discurso de ódio. “Fascistas não têm opinião política, têm ódio e nós temos o dever de Estado de combater todo e qualquer discurso de ódio e de determinar o voto sem fronteiras contra fascistas e nazistas”, afirmou. 

O texto da declaração condena o racismo, a xenofobia e todas as formas de opressão apoiadas por meio da circulação de discursos e expressões de ódio. Condena, ainda, manifestações postadas em redes sociais e meios de comunicação que, de forma intencional, expõem negativamente pessoas e grupos em situação de vulnerabilidade e historicamente discriminados. 

As altas autoridades abordaram, durante a plenária, a temática dos Direitos Humanos e o exercício da Cidadania. A delegação brasileira reiterou o compromisso do país com as políticas de proteção e promoção do idoso, destacando a urgência da necessidade de políticas específicas de direitos humanos para essa população, incluindo processos de inclusão. Além disso, foram apresentados dados sobre o envelhecimento da população no Brasil e na região, destacando que os idosos ainda sofrem violações de direitos e discriminação por idade.

Grupo de trabalho 
  
Na declaração também foi acordada a criação de grupo de trabalho (GT) para criação de uma série de diretrizes a serem usadas internamente pelos países signatários. As orientações visam garantir a proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas que habitam seus territórios por meio de ações de prevenção e tratamento para enfrentar todas as outras formas de discriminação, bem como promover todo tipo de responsabilização posterior.

(Artigo continuou na coluna à direita)

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Question related to this article:

Are we making progress against racism and hate speech?

“A América Latina tem um histórico de instabilidade política e ataques à soberania e de desrespeito aos direitos humanos. É importante que se posicionem em defesa da democracia e da estabilidade institucional, combatendo todo tipo de ameaça”, defendeu o ministro. 

A participação do Brasil no evento marca a retomada do país nas discussões da pauta de direitos humanos na América Latina, relegada ao longo dos últimos quatro anos.

Debates 

A 41ª RAADH aconteceu durante toda semana e ao final as autoridades apresentaram na plenária um compilado de informações das reuniões temáticas com as sugestões que consideram importantes a serem adotados por todos os países do bloco Mercosul.  

Entre os temas discutidos pelo Brasil estão questões relativas a crianças e adolescentes, direitos das mulheres, pessoas com deficiência, idosos, educação e cultura, comunicação, participação social, memória, verdade e justiça, e igualdade social. 

Simbolismo

O local escolhido para sediar a Plenária de Altas Autoridades de Direitos Humanos teve um simbolismo especial. Foi realizada no Sitio de Memoria ESMA, antigo centro de tortura e extermínio e que hoje funciona como local de memória das atrocidades cometidas contra as vítimas do último golpe militar na Argentina (1976 a 1983).  A realização da 41ª RAADH em local tão emblemático foi ressaltada pelos participantes do evento e constou na Ata Final da Plenária.

Além do ministro Silvio Almeida, representando o Brasil, participaram da Plenária Horacio Pietragalla, secretário de Direitos Humanos da Argentina; Silvia Patiño Santacruz, vice-ministra de Justiça do Paraguai; Tomas Ignacio Pascual Ricke, diretor de Direitos Humanos do Ministério das Relações Exteriores do Chile; e Carlos Alberto Chocano Burga, embaixador do Peru na Argentina.

Próxima RAADH 

A Reunião de Altas Autoridades sobre Direitos Humanos do Mercosul (RAADH) acontece semestralmente e é responsável por refletir e ditar a agenda de direitos humanos do bloco. 

A 42ª edição do evento será realizada no próximo semestre no Brasil, quando o país exercerá a presidência Pro Tempore do Mercosul e abrigará as discussões do bloco.

Por una Cultura de la No Violencia – el Video del Papa

TOLERANCE & SOLIDARITY .

Un artículo de Jesuits Global


El Video del Papa para el mes de abril

(Texto del video en la columna derecha)

( Clickear aquí para una version inglês y aquí para una version francês )

 

Question related to this article:

Religion: a barrier or a way to peace?, What makes it one or the other?

(Texto del video)

Vivir, hablar y actuar sin violencia no es rendirse, no es perder ni renunciar a nada. Es aspirar a todo.

Como dijo San Juan XXIII hace 60 años en la encíclica Pacem in Terris, la guerra es una locura, está más allá de la razón.

Cualquier guerra, cualquier enfrentamiento armado, acaba siempre en una derrota para todos.

Desarrollemos una cultura de la paz.

Recordemos que incluso en los casos de legítima defensa, la paz es el objetivo. Y que una paz duradera sólo puede ser una paz sin armas.

Hagamos de la no violencia, tanto en la vida cotidiana como en las relaciones internacionales, una guía para nuestra actuación.

Y oremos por una mayor difusión de la cultura de la no violencia, que pasa por el uso cada vez menor de las armas, tanto por parte de los Estados como de los ciudadanos.

Azueï: la unión de dominicanos y haitianos a través del arte

TOLERANCE & SOLIDARITY .

Un artículo por María Luisa López en Acento

Que un grupo de dominicanos y haitianos se reúnan para crear arte puede parecer inusual, debido a la compleja relación entre República Dominicana y Haití.

Sin embargo, en agosto del 2015, un pequeño grupo de personas decidieron unirse para crear un proyecto que impulsara una cultura de paz y así garantizar un espacio de diálogo a través del arte y la cultura entre los dos pueblos.


Esta es la pared pintada en la frontera por grafiteros del movimiento Azueï. Foto: Josué Azor

La reunión se realizó a orillas del lago que separa Haití de la República Dominicana: Azueï. De ahí surgió el nombre de este movimiento entre artistas locales y del vecino país con el que además se busca deshacer prejuicios, valorar la riqueza del patrimonio insular y la proximidad de ambas culturas.

“Decidimos crear un movimiento para tener otra manera de hacer las cosas entre nosotros. Para fortalecer la cultura entre las dos naciones, crear obras conjuntas y a  través de esta creación común estamos descubriendo al otro”, dice a ACENTO Rachèle Magloire, presidenta de la asociación Azueï en Haití.

Al respecto, la también cineasta narra su propia experiencia: “Yo particularmente nunca tenía una figura amiga dominicana. Nunca eso me pasaba en la cabeza. Se había roto la dinámica de colaboración y solidaridad entre los dos países. Ahora hasta hablo un poco español y tengo amigos dominicanos”.
Mientras que Younès Karroum, miembro fundador del movimiento, explica que Azueï es pluridisciplinar, ya que está compuesto por músicos, grafiteros, cineastas y activistas sociales.

Al preguntársele sobre la complejidad que puede conllevar unir a ciudadanos de ambas naciones, debido a las diferencias culturales de cada uno, Karroum destaca el arte y la confianza.

“Las claves de como generar confianza no reside en el discurso, sino en cómo trabajar en las artes; de encontrar, primero, un lenguaje común para poder construir lo que sea. Para eso hay que identificar al otro como alguien con quien puedo compartir, puedo trabajar, y esto se construye a través de ejercicios, dinámicas de creación…”, dice.

A esto agrega que, muchas veces, lo complejo es dejar de lado la lectura nacional que se puede llegar a tener cuando se va de un país al otro.

“Es decir, cuando tenemos estos encuentros, estos momentos, me quito este gorro de lectura contextual que puedo tener yo desde mi país hacia el otro y tomo la mirada del otro e intento tener otra visión. Abrirse la mente. Y esto en Azueï funciona. Los artistas de Azueï tienen esta identidad integrada de que “somos Azueï”. Y el discurso de los mismos artistas ha evolucionado muchísimo en estos siete años porque asumen ya cosas del otro que no asumían antes”, precisa.

(This article is continued in the column on the right.)

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Question related to this article:

Solidarity across national borders, What are some good examples?

Do the arts create a basis for a culture of peace?

(This article is continued from the column on the left.)

Una isla unida por el arte

Tanto Magloire como Karroum coinciden en que el arte es la vía más idónea para unir ambos pueblos, y aseguran que la clave que les ha funcionado es la de hacerlo desde una posición constructiva.

Definen el arte como una herramienta clave para cambiar las mentalidades, tanto de dominicanos como de haitianos, y la percepción que tienen uno del otro.

“Porque creo que, al final, ha habido políticas voluntarias de pintar un vecino de una manera por intereses políticos y esto con muchos recursos, en Dominicana en particular. Esto ha generado que se establezca a veces una mentalidad hacia el otro basado solamente en estos criterios, no en la realidad del día a día. En Dominicana hay mucha interacción con haitianos. Hay muchos ejemplos de solidaridad. Hay muchas organizaciones trabajando en el tema, hay muchos casos de relación positiva”, indica Karroum.
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De su lado, Magloire pone también en contexto el tema de la discriminación y asegura que no solo ocurre hacia los haitianos, sino también hacia los dominicanos.

“También vemos la discriminación contra los haitianos porque nuestros artistas fueron apresados o maltratados. Tenemos algunos que viven aquí. Pero también descubrimos la discriminación contra los dominicanos. El racismo no solo es contra los haitianos. Hay un racismo profundo aquí (en la isla), del cual no se habla”, indica.

Actividades en el país

En estos días, Azueï está inmerso en una gira por República Dominicana que ha incluido movilizaciones, talleres, ensayos, grabación de documentales y sesiones de música.

“Las actividades empezaron en febrero con una residencia en el rancho ecológico Campeche de Xiomara Fortuna con los grafiteros del equipo de Azueï, y portadores de organizaciones culturales de Haití y Dominicana que dentro del proyecto QuisqueyArt hemos financiado para incentivar intercambio más allá de nosotros, que otras organizaciones puedan emprender estos intercambios culturales. Porque en Dominicana hacen falta proyectos culturales con Haití, e igual en Haití hace falta esta conexión”, precisa Karroum.

Explica que dicha residencia, realizada como una dinámica de transformación de conflictos a través de las artes, se trabajó el concepto para un mural en la frontera de Dajabón y Juana Méndez.

Entre las actividades de la gira en el país también incluyeron un conversatorio con todo el equipo del movimiento en El Portal Cultural, en la Ciudad Colonial.
En el mismo lugar, para hoy viernes, tendrán una sesión con todos los músicos de Azueï para quienes quieran ir y tocar con ellos.

Y para el cierre de la gira realizarán un concierto en el Centro Cultural de España, en la Ciudad Colonial, a las 8:00 de la noche, en el que tocarán todas las canciones de su álbum Artybonito.

Colombia: Gobierno plantea entregarle a 100.000 jóvenes gestores de paz beneficios económicos

LIBRE CIRCULACIÓN DE INFORMACIÓN

Un artículo por Maria Alejandra Uribe en W Radio

En medio de la presentación del balance del Programa de Empleabilidad para Jóvenes, el presidente Gustavo Petro anunció que el Gobierno viene trabajando en un proyecto para arrebatarle a los delincuentes y organizaciones criminales los jóvenes que actúan en ellas y que se puedan convertir en gestores de paz.


Gustavo Petro, presidente de Colombia. / Photo Guillermo Legaria/Getty Images

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Questions for this article:

What is happening in Colombia, Is peace possible?

Youth initiatives for a culture of peace, How can we ensure they get the attention and funding they deserve?

(Artículo continúa de la parte izquierda de la página)

“Nosotros estamos preparando, con la experiencia que hemos tenido, un programa de gran dimensión, por eso estamos hablando de gestores de paz, queremos actuar con la juventud excluida en las zonas de más alta violencia de Colombia como el Urabá, barrios pobres de Cartagena, de Montería Barranquilla, Chocó que están llenos de hambre”, dijo el Mandatario.

A esto añadió el jefe de Estado, “sí logramos un programa que cobije 100 mil jóvenes en esas zonas, ligado a la educación que se basa en que un joven deben recibir un ingreso que le permita vivir con dignidad es decir que se pueda competir con el salario que ofrecen las organizaciones multicrimen y que pueda ver a cambio esos estudios y pueda haber trabajo entonces el crédito puede ser un instrumento”.

Se espera que los próximos días se establezcan las reglas de juego para que este gran ‘ejército de paz’ puedan empezar actuar en las zonas más vulnerables del país y lograr La Paz total.

(Nota del editor: Esta propuesta se basa en un programa de 10.000 gestores de paz que se implementó en Bogotá cuando Petro era alcalde de la ciudad. Una evaluación de ese programa está disponible.)

Abu Dabi inaugura la novena edición del Foro de la Paz

TOLERANCIA E SOLIDARIDAD .

Un articulo de Atalayar

Emiratos Árabes Unidos acoge un año más el Foro de la Paz de Abu Dabi, antes conocido como Foro para la Promoción de la Paz en Sociedades Musulmanas. Esta novena edición del encuentro dará comienzo este martes 8 de noviembre, y se extenderá por tres días bajo el título “Conflicto global y paz universal: necesidades urgentes y oportunidades de asociación”, congregando a más de 30 organizaciones internacionales pioneras en la promoción de la paz y a cerca de 500 participantes de 60 países diferentes, en representación de todos los continentes. 


El presidente Joko “Jokowi” Widodo le da la mano al secretario general del Foro para la Paz de Abu Dabi (ADFP), Al Mahfoudh Bin Bayyah, quien le entregó al presidente un premio de la paz en el Palacio Merdeka en Yakarta el 7 de noviembre..(Presidential Secretariat Press Bureau/Muchlis Jr.)

“El papel del Foro de la Paz, […], que usualmente acoge Abu Dabi y que es uno de los foros más importantes del mundo islámico, es el de servir como espacio a la discusión de los problemas humanitarios y de los conflictos intelectuales y religiosos en las sociedades musulmanas”, recoge el sitio web oficial del foro. “Cientos de eruditos y pensadores islámicos participan en el foro con el fin de establecer una posición unificada para hacer frente a los disturbios y los actos de violencia en el mundo islámico”. 

Así, líderes religiosos, políticos, funcionarios, representantes de organizaciones nacionales e internacionales, y activistas en defensa de la paz procedentes de todo el mundo viajarán hasta Emiratos Árabes Unidos para abordar la promoción de la paz en uno de los momentos más críticos para comunidad internacional de las últimas décadas. Con varios conflictos armados abiertos, más de 100 millones de refugiados –según Acnur– y una creciente inseguridad alimentaria y energética amenazando especialmente a las regiones más pobres del planeta, los asistentes al foro enfrentan uno de los encuentros más complejos desde que el foro abrió sus puertas en 2014. 

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Question for discussion

Islamic extremism, how should it be opposed?

(El artículo continúa del lado izquierdo de la página)

Fortalecer la convivencia entre sociedades musulmanas, revivir los valores interreligiosos, crear un espacio para difusión del mensaje de paz y fortalecer el papel de Emiratos Árabes en todos estos ámbitos son los principales objetivos del Foro de la Paz. Y este año se espera sean trabajados sobre la base de cuatro ejes centrales: los desafíos de la paz global ante un orden internacional en crisis, el papel de jóvenes y mujeres en la promoción de la paz, la universalidad de la paz frente a la globalización de la guerra y el papel de los líderes religiosos en el proceso pacificador. 

El foro nació en el año 2014, bajo la presidencia de H.E. Shaykh Abdullah bin Bayyah, y el patrocinio del entonces príncipe heredero de Emiratos Árabes, Mohamed bin Zayed; y lo hizo con el nombre de ‘Foro para la Promoción de la Paz en Sociedades Musulmanas’. Desde entonces, el encuentro se ha convertido en un espacio de referencia en el mundo islámico, donde los académicos se esfuerzan por promover la paz, la tolerancia y la corrección de algunos conceptos. 

El pasado año 2021, cuando el encuentro cambió formalmente su nombre para convertirse en el Foro de la Paz de Abu Dabi, el foro dio comienzo en la Plaza Al Wasl de Expo 2020 Dubai.

El Premio Internacional de la Paz Imam Hassan bin Ali

Además, el Foro de la Paz de Abu Dabi es –desde 2015, tan solo un año después de su nacimiento– una plataforma que trabaja para potenciar la creatividad en la defensa de la paz a través de la iniciativa ‘Hackatón de los pacificadores’ (‘Peacemakers’), así como un espacio para reconocer y “honrar a los creadores y precursores de obras e iniciativas científicas para la promoción de una cultura de paz y la consolidación de su valor en las sociedades musulmanas” con el Premio Internacional de la Paz Imam Hassan bin Ali, se explica en la página oficial. 

En esta edición, el galardonado con el premio Imam Hassan bin Ali es el presidente de la República de Indonesia, Joko Widodo (Jokowi), por su labor como promotor de la paz durante su presidencia del G20. Un año especialmente complicado para el grupo debido a la membresía de Rusia, que puso en riesgo –en más de una ocasión– que las cumbres ministeriales del grupo celebradas hasta la fecha concluyesen con más o menos normalidad. 

“Para el presidente Jokowi, así como para todo el pueblo indonesio, este es un premio extraordinario que simboliza la confianza en el presidente como un líder que difunde el mensaje y la cultura de paz en el mundo”, dijo el ministro de Estado indonesio, Pratikno, después de que el secretario general del Foro de la Paz de Abu Dabi, H.E. Shaykh Abdullah bin Bayyah, viajase a Yakarta para ratificar la entrega del premio a Jokowi en el Palacio Merdeka. 

Medellín y Barcelona avanzan en el proyecto “Sin Rumores Construimos Cultura de Paz”, para evitar los prejuicios y la estigmatización a poblaciones vulnerables

TOLERANCIA E SOLIDARIDAD .

Un artículo por Yenifer Yepes Román para la Alcadía de Medellin

La Alcaldía de Medellín, junto al Ayuntamiento de Barcelona, la Corporación Región y organizaciones sociales trabajan en la construcción del proyecto “Sin Rumores Construimos Cultura de Paz”, que busca contrarrestar la transmisión de desinformación, rumores, estereotipos y prejuicios que afectan los derechos humanos de las personas de diversos colectivos. 


Fotógrafo: Foto Alcaldía de Medellín

La estrategia, que avanza en su primera fase, espera impactar positivamente en poblaciones LGTBIQ+, mujeres, migrantes venezolanos, población afrodescendiente, indígenas, población con discapacidad y firmantes de paz que viven en Medellín y en municipios del área metropolitana. 

En los componentes de este proyecto hacemos investigación, formación, capacitación y una construcción participativa con la que queremos generar una Red Antirumor de cultura ciudadana y de paz. Invitamos a todas las organizaciones sociales que quieran sumarse a este trabajo para que nos contacten en la Secretaría de la No-Violencia y juntos combatamos los rumores que afectan a los ciudadanos”, dijo el director técnico para la Internacionalización de la Secretaría de la No-Violencia, Juan Camilo López. 

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Question for discussion

How can we reduce prejudice and exclusion?

(El artículo continúa del lado izquierdo de la página)

Con este proceso se espera incrementar las capacidades de las organizaciones comunitarias, instituciones, redes sociales y sectoriales de la ciudad para detectar y deconstruir rumores y estereotipos que afectan la convivencia, los diálogos ciudadanos por la paz, el reconocimiento de las diversidades y de las desigualdades entre la población, y la tramitación pacífica de los conflictos. 

El proyecto cuenta con cuatro fases que irán hasta abril de 2023 y en las que también se trabajará con periodistas, empresarios, colectivos sociales, funcionarios públicos y ciudadanía en general. Se espera crear una Red Antirumor territorial y ciudadana amplia, con 10 organizaciones sociales y comunitarias. El trabajo ya se inició en la comuna 6-Doce de Octubre, comuna 16-Belén y el corregimiento San Cristóbal. 

Para nosotros es supremamente importante estar en el proyecto sin rumores porque las personas con VIH hemos vivido, básicamente, a partir de los rumores desde los años 80, y estar en este espacio es abrir la perspectiva sobre este tema, que generalmente no aparece en los escenarios de los derechos más allá de la salud”, expresó el director de proyectos de la Fundación Más que Tres Letras, Aron Zea. 

La estrategia se adelanta, de manera articulada, con el Ayuntamiento de Barcelona, que ya tiene experiencia en procesos pedagógicos de antirumor. Además, participa la Corporación Región y organizaciones como la Corporación Picacho con Futuro, jóvenes del colectivo Warmi Pacha, la Fundación La f@brica y la Fundación para el Desarrollo Comunitario (FDC) de Barcelona, España. 

“Este proceso es la mejor manera en la que le podemos aportar a que en Medellín se establezca una cultura de paz. Como firmante nos ayudaría mucho a quitar el estigma que tanto perjuicio nos ha hecho a todos y abrir una sociedad más incluyente”, señaló Wilmar Sucerquia, firmante del Acuerdo de Paz. 

El llamado a la ciudadanía es a que cuando observe información que cause discriminación pueda detenerse por un momento, pensar, no compartir, valorar el efecto de su divulgación, invitar a la reflexión y, si es necesario, denunciar el mensaje

La no-violencie en Africa y la actualidad de la paz

TOLERANCIA E SOLIDARIDAD .

Un artículo de Ester Masso Guijarro en The Conversation (republicado bajo una licencia Creative Commons)

¿Sabía usted que ubuntu es mucho más que un software libre? Más aún: el nombre del famoso sistema, como tantas otras cosas, como el propio ser humano, hunde sus raíces en África.

Los conflictos bélicos crecientes asociados a la globalización constituyen un problema de máxima relevancia en África. Junto a las consecuencias directas de las descolonizaciones mal hechas, nuevas y viejas formas de contienda convierten muchos lugares del continente en escenarios recurrentes de guerras y masacres, palabras estas además que suelen ocupar los noticiarios habituales y que contribuyen, una vez más, al nefasto estereotipo del África intrínsecamente problemática y violenta, atrasadamente no moderna, inexplicablemente “primitiva”.


Retrato de mujeres sudanesas that formed part of the exhibition ‘En sus manos: Mujeres haciéndose cargo de la paz’. UN Women/Flickr , CC BY-NC-ND

Esta reflexión propone, desmarcándose de lo anterior y partiendo como marco teórico de los estudios sobre la paz, traer a colación experiencias africanas que muestren su gran dinamismo en, precisamente, lo opuesto a las diversas formas de violencia: el amplio y necesario campo de la resolución de conflictos, del restañamiento de profundas heridas sociales y humanas a través de la no violencia.

La cultura de paz en África

Curiosamente, el “Día Internacional de la Paz” (el 21 de septiembre desde 2001, aunque reconocido desde 1981) y el “Día Internacional de la No Violencia” (desde 2007, el 2 de octubre, en la poderosa efeméride del nacimiento de Mahatma Gandhi), son dos días distintos. ¿Dos cosas distintas? ¿Es solo una cuestión de interés puramente dialéctico que “no violencia” y “paz” sean dos conceptos diferentes –aunque evidentemente muy relacionados y confluyentes–? ¿Importa solamente a los científicos sociales, en sus garitos intelectuales –elevados y tantas veces inútiles–, o que le importe también a las Naciones Unidas significa que engendra una relevancia social y que le pueda, así, importar a la gente normal –esa gente común y, por lo tanto, rebelde–?

El concepto específico de “no violencia” alude a todo un campo de estudios, aplicaciones e intervenciones sobre lo que hoy llamamos “cultura de paz”, como prospectiva necesaria para trabajar en formas alternativas de habitar y resolver conflictos en el mundo globalizado.

Por otro lado, hablar de no violencia en África significa llamar la atención sobre, precisamente, lo que suele escamotearse en el discurso público más generalizado sobre el continente: su potencial en materia de resolución pacífica de conflictos (anclado en numerosas tradiciones, valores y prácticas sociales), en lugar de su supuesto (tan reseñado) potencial violento.

Así, encontramos variadas prácticas tradicionales africanas que sirven para la paz, desmarcándonos con ello de la vieja dicotomía entre tradición y contemporaneidad. Por más que muchos de estos valores o prácticas posean raíces tradicionales, el hecho es que constituyen hoy una realidad, y ello los torna, pues, como mínimo “tradiciones” constantemente contestadas y reeditadas, puramente actuales.

(El artículo continúa en el lado derecho de la página)

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Question for discussion

Can we learn from the conflict resolution methods of pre-colonial Africa?

(El artículo continúa del lado izquierdo de la página)

El ejemplo sudafricano

En las últimas décadas resultan esencialmente paradigmáticos los ejemplos de justicia reconciliadora (no punitiva) tras el apartheid sudafricano y el genocidio ruandés (con la justicia transicional gacaca). Nos dedicaremos aquí solamente al primero.

Viajemos al 15 de abril de 1996, día en que la Comisión de la Verdad y la Reconciliación de Sudáfrica dio comienzo a las primeras audiencias públicas sobre las violaciones de los derechos humanos cometidas durante la época del apartheid. Su objetivo principal era fomentar la unidad nacional y la reconciliación, o lo que el pueblo sudafricano llama ubuntu. Como lo afirmara Mandela: “Construyamos una unidad nacional. Quizá no nos sea posible olvidar, pero podemos perdonar”. Con el propósito de infundir ese espíritu, el pueblo sudafricano acordó examinar el pasado, porque para poder mirar hacia delante habían de conocer lo que sucedió antes.

La Comisión se dedicó a examinar los crímenes cometidos durante un período de treinta y tres años con tres objetivos primordiales: investigar los delitos, ofrecer compensación a algunas de las víctimas y otorgar amnistía a algunos de los transgresores a cambio de confesiones veraces. Dio prioridad a la rehabilitación, es decir, promovía que la comunidad acogiera a quienes regresaran a ella tras confesar sus delitos y mostrar remordimiento. Ello era expresión pura del espíritu ubuntu, que toma en cuenta la totalidad de la humanidad de la persona y su relación con la comunidad, en lugar de considerar solamente los actos de transgresión de la ley cometidos por el individuo.

Las justicia ubuntu constituye ejemplo notorio de tantos acervos culturales africanos que habrían de ser considerados por su enorme potencial de cultura de paz y no violencia, por sus posibilidades en materia de resiliencia y cohesión sociales; prácticas y epistemologías africanas que pueden constituir alternativas de construcción ciudadana no violentas, de gran calidad democrática.

Conclusiones

El ubuntu seguramente sea uno de los ejemplos más paradigmáticos, hasta cinematográficos, del asunto que nos ocupa aquí. Sin embargo, podríamos citar tantas otras prácticas de no violencia, en el pasado y el presente africanos, que nos inspirarían igualmente: la orientación clásica sufí pacifista en los orígenes de la tariqa Muriddiya en el Senegal colonizado por Francia, el Consejo de Justicia Anuak en Gambella (Etiopía), el movimiento ecofeminista de la “mujer árbol” Wangari Muta Maathai en Kenia o, incluso, el movimiento senegalés Y’en a Marre, creado en 2011 por raperos y periodistas senegaleses, como ejemplo no violento de intervención ciudadana con gran potencia transformadora en lo político.

En esta reflexión me desmarco, una vez más, de la difusión del África infame que muestran los medios, violenta y conflictiva, exenta de recursos propios para solucionar problemas a menudo de generación externa o, al menos, donde el concurso internacional posee un peso específico crucial.

Cuántas otras “Áfricas” hay de las que nada se ocupan los medios, porque lo bueno no es noticia, no vende periódicos o, dicho de modo más escolar, las estrategias socialmente adaptativas y sostenibles no representan un atractivo para los medios de masa.

Sin renunciar nunca a la denuncia, necesaria, de los profundos males que el continente negro está viendo agravados por (y en) la globalización, recurramos también en Occidente a sus amplios potenciales y prácticas para inspirarnos en alternativas no violentas, justas y equitativas, de vida colectiva en el mundo contemporáneo.

Pese a lo que se esfuerzan en contarnos, la paz está de moda en África y, por suerte, cuenta también con poderosas tradiciones a sus espaldas que la refrendan, reinventan y vindican.

Ester Masso Guijarro esta Profesora Titular de Filosofía Moral y miembro de la Unidad de Excelencia FiloLab, Universidad de Granada

The Conversation

Llama el papa Francisco a promover una cultura de paz

TOLERANCIA E SOLIDARIDAD .

Un artículo de Prensa Latina

El papa Francisco llamó hoy (4 feb ) a promover una cultura de la paz que estimule el desarrollo sostenible, la tolerancia, inclusión, comprensión recíproca y solidaridad.


Fotograma del video del mensaje del Papa

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Question for discussion

How can different faiths work together for understanding and harmony?

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Francisco abordó ese tema en un mensaje difundido con motivo de la II Jornada Internacional de la Fraternidad Humana, efeméride del calendario de la ONU, inspirado en el 4 de febrero de 2019, cuando él y el gran imán Al-Tayyeb firmaron el Documento sobre la Fraternidad Humana por la Paz Mundial y la Convivencia Común.

En ese sentido, el sumo pontífice expresó que “todos vivimos bajo el mismo cielo”, independientemente de dónde y cómo vivimos, del color de la piel, religión, clase social, sexo, edad, condiciones de salud y económicas.

Somos todos distintos y, al mismo tiempo, iguales, y este periodo de pandemia nos lo ha demostrado. Lo repito una vez más: solos no nos salvamos, indicó Francisco al expresar que “hoy es el momento oportuno para caminar juntos, los creyentes y todas las personas de buena voluntad”.

A las muchas señales de amenaza, a los tiempos oscuros, a la lógica del conflicto opongamos el signo de la fraternidad que, acogiendo al otro y respetando su identidad, lo impulsa a recorrer un camino común, subrayó.

España : Más de 140 personas participan en el I Congreso ‘Aragón, cultura de paz’

TOLERANCIA E SOLIDARIDAD .

Un artículo en El Periodico de Aragon

Más de 140 personas participan en el I Congreso ‘Aragón, cultura de paz’ para abordar el fenómeno de las migraciones. El evento, que ha empezado este miércoles, está programado desde la Dirección General de Cooperación al Desarrollo e Inmigración, dependiente del Departamento de Ciudadanía y Derechos Sociales del Gobierno de Aragón.

Esa iniciativa es el acto central con motivo del Día Internacional de las Personas Migrantes, que se conmemora el 18 de diciembre. Durante dos jornadas, este miércoles y jueves, numerosos expertos reflexionarán sobre el fenómeno de las migraciones y su valor enriquecedor para la sociedad.

En total, se han inscrito 144 personas que proceden de campos del saber muy distintos, desde enfermeras a trabajadoras sociales, estudiantes de doctorado, funcionarios y personal de la Administración, y el 85,7 por ciento ha solicitado la expedición de un diploma de asistencia.

Al mismo tiempo, este Congreso servirá como antesala al Plenario del Foro de la Inmigración, órgano que congrega a los diferentes actores que trabajan en inmigración en Aragón, que se reúne nuevamente –la última ocasión fue en junio– para actualizar la labor realizada en la materia hasta la fecha.

En 2019, había en Aragón 75.012 hombres y 73.212 mujeres de origen extranjero. La consejera de Ciudadanía y Derechos Sociales, María Victoria Broto, encargada de inaugurar el congreso, ha señalado que “Aragón es tierra de acogida, es un territorio solidario y es precisoaabordar, en este momento y en las actuales circunstancias, cuál es la situación en el mundo, qué necesidades hay y cómo se pueden abordar desde el punto de vista de las Administraciones, instituciones y entidades”.

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Question for discussion

The refugee crisis, Who is responsible?

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“Nos alegra enormemente acoger este Congreso en el que escucharemos voces autorizadas que analizarán la realidad de la migración también desde el punto de vista del que llega y necesita ser entendido y ayudado. Después de lo vivido este año en el que el covid lo ha paralizado todo, es obligatorio pararse a pensar y no olvidar que las necesidades siguen fuera y que, lejos de desaparecer, han aumentado”, ha relatado.

Por su parte, la directora general de Cooperación al Desarrollo e Inmigración, Natalia Salvo, ha resaltado que, a través de este Congreso, se quiere continuar con la apuesta por la investigación “como fuente de rigor y seriedad” para poder implementar políticas públicas sobre migración.

“Creamos un espacio para el diálogo en torno a las migraciones, la gestión de la diversidad cultural y otros fenómenos como la protección internacional, todo ello enmarcado en una fecha especialmente importante para nosotros como es el Día Internacional de las Personas Migrantes”.

La primera ponencia del día de este jueves, que comienza a las 10.00 horas, está protagonizada por el catedrático de Historia Contemporánea de la Universidad de Zaragoza Alberto Sabio y abordará ‘Las ideas sobre la paz en la época contemporánea: una reflexión desde la Historia’.

Después, tendrá lugar la ponencia ‘Democracia y polarización: sobre cómo los sistemas democráticos pueden promover la cultura del entendimiento y frenar la polarización’, del sociólogo y científico titular del Instituto de Políticas y Bienes Públicos del CSIC, Luis Miller. A las 12.30, tras el descanso, retoma la presidenta de la Asociación Española de Investigación para la Paz (AIPAZ), Ana Barreiro, con ‘Abordaje informativo y discursivo en torno a las migraciones’.

EDUCAR PARA LA JUSTICIA SOCIAL

Por la tarde, será el turno para la ponencia ‘Educar para la justicia social: representaciones sociales y construcción de responsabilidades compartidas’, de la coordinadora del área de investigación de la Cátedra UNESCO en Educación para la Justicia Social, Liliana Jacott. Después, la politóloga y miembro de ECODES, Cristina Monge, hablará de ‘Globalización y retos ecosociales para el desarrollo y la paz’.

El jueves 17 se iniciará con la directora ejecutiva de UNRWA España, Raquel Martí, con ‘Una solución pacífica para Palestina’, a la que seguirá la directora de Políticas Migratorias y Diversidad en Instrategies e investigadora asociada del GRITIM-UPF, Gemma Pinyol-Jiménez, con ‘Migración, convivencia y cultura de paz’.

La última ponencia correrá a cargo de la directora de la Fundación Seminario de Investigación para la Paz (SIP) y presidenta de Honor del WILPF España, Carmen Magallón, que abordará el tema ‘Mujeres, paz y seguridad. 20 Aniversario de la Resolución 1325 del Consejo de Seguridad, un hito que defiende incorporar a las mujeres en los procesos de paz’.